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Economia PETRÓLEO

COMO O BRASIL PODERÁ SE TORNAR AUTOSSUFICIENTE EM PETRÓLEO ELIMINANDO SUA DEPENDÊNCIA EXTERNA.

O Brasil descobriu grandes reservas no pré-sal, que possuem um óleo mais pesado e denso.

27/06/2026 às 19h59
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem com recurso de IA.
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Este é o resumo do artigo de 8 páginas que tem por objetivo apresentar como o governo do Presidente Lula tem atuado, por meio de seus diversos órgãos, para o Brasil se tornar autossuficiente em petróleo, eliminando sua dependência externa da importação de petróleo leve e de derivados de petróleo, cujos preços se elevaram vertiginosamente com o desencadeamento da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Embora o Brasil seja um dos maiores produtores mundiais de petróleo e tenha alcançado recordes de produção no pré-sal, continua dependente da importação de derivados de petróleo, especialmente óleo diesel, gasolina e querosene de aviação. Em 2025 e 2026, o diesel importado respondeu por aproximadamente 20% a 30% do consumo nacional, enquanto a gasolina importada respondeu por cerca de 10% a 15% do mercado nacional. A dependência na importação de derivados de petróleo ocorre porque a maior parte do parque nacional de refino foi projetada para petróleo leve (antigo), enquanto a maior parte do que é extraído hoje no pré-sal é de óleo pesado. A maior parte das nossas refinarias foi construída nas décadas de 1970 e 1980 para processar petróleo leve.  

O Brasil descobriu grandes reservas no pré-sal, que possuem um óleo mais pesado e denso. Como resultado, o país exporta grande parte de sua produção de óleo cru para o exterior e precisa importar tanto petróleo leve quanto combustíveis prontos para equilibrar a demanda interna de petróleo e derivados. O Brasil é autossuficiente em petróleo bruto, mas ainda depende de derivados refinados importados, sobretudo óleo diesel, além de parte da gasolina, querosene de aviação (QAV) e gás liquefeito de petróleo (GLP). A razão principal é que o parque de refino brasileiro não atende às necessidades da demanda nacional, especialmente do óleo diesel, do qual o sistema de transporte de carga brasileiro é excessivamente dependente. Os principais derivados de petróleo importados para suprir o mercado brasileiro são óleo diesel, principal derivado importado pelo país, essencial para a frota de transportes e agronegócio, que, nos últimos anos, a demanda por importação atingiu recordes, ultrapassando os 17 bilhões de litros anuais; nafta, que é fundamental como matéria-prima para o setor petroquímico; e Querosene de Aviação (QAV), utilizado pelo setor aéreo. A Rússia tornou-se um dos principais fornecedores externos de diesel, bem como os Estados Unidos, que se mantêm como um dos maiores fornecedores de derivados, como nafta e diesel, para o território brasileiro. As empresas brasileiras realizam essas aquisições junto a parceiros internacionais de forma complementar à produção das refinarias operadas pela Petrobras.  

Na gestão de Pedro Parente (2014-2018), a Petrobras adotou uma diretriz corporativa de maximizar lucros, concentrando seus investimentos nos poços de petróleo do pré-sal, onde o retorno financeiro é significativamente maior e mais rápido do que na construção ou manutenção de grandes refinarias. Para viabilizar esse direcionamento de capital e reduzir o endividamento da empresa, a Petrobras iniciou em 2015 um massivo plano de desinvestimentos que envolveu a privatização de subsidiárias como a BR Distribuidora (hoje Vibra Energia), mas também a alienação de oito refinarias, a exemplo da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) na Bahia e da Refinaria Isaac Sabbá (REAM) no Amazonas. O massivo plano de desinvestimentos da Petrobras teve início efetivo em 2015, durante o governo Dilma Rousseff, e foi intensificado a partir de 2016, com o governo Michel Temer, e de 2018, com o governo Jair Bolsonaro. O plano de desinvestimentos da Petrobras focou na privatização da BR Distribuidora  que se consumou durante o governo Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2021, e na abertura do mercado de refino da Petrobras com a venda de oito refinarias para o setor privado. Com a política de privatização da BR Distribuidora e de oito refinarias, o Brasil perdeu o controle sobre a cadeia logística verticalizada da Petrobras e perdeu a capacidade de usar a empresa como instrumento regulador para amortecer choques de preços nos combustíveis em momentos de crise internacional. Em março de 2023, o governo Lula determinou a revisão da política de desinvestimentos da Petrobras, suspendendo a venda de refinarias que ainda estavam em processo de negociação.

Em síntese, o resultado do plano de desinvestimento da Petrobras é que ela restringiu seu orçamento para investimentos nos poços de petróleo do pré-sal, com o setor privado assumindo a BR Distribuidora e parte das plantas de refino de petróleo. O desmonte na expansão da capacidade de refino própria da Petrobras contribuiu para o aumento da dependência do Brasil do mercado externo para produtos como óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, nafta e GLP. O ponto crítico é o óleo diesel, porque movimenta caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, mineração e parte da geração elétrica isolada do Brasil. Esta situação de dependência de petróleo leve e de derivados de petróleo fez com que o governo Lula adotasse estratégias capazes de superá-las, as quais estão descritas a seguir.

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Apesar de os Estados Unidos e Irã terem negociado recentemente um memorando para levar a um acordo de paz, nada assegura que ele será cumprido. Isto significa dizer que o mercado mundial de petróleo ficará sujeito às incertezas quanto à continuidade ou fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã. Diante desta incerteza, o governo brasileiro precisa eliminar a dependência do Brasil do petróleo leve e de derivados de petróleo importados, adotando várias estratégias integradas, muitas das quais já estão sendo executadas pelo governo Lula, para ampliar e modernizar o parque de refino nacional, expandir o uso de biocombustíveis, eletrificar transportes urbanos e leves, reestruturar a matriz de transporte do Brasil para reduzir a dependência rodoviária do país, produzir biometano para transporte pesado e produzir hidrogênio verde e combustíveis sintéticos para uso na indústria, transporte e produção de energia, cujas estratégias estão descritas a seguir:  

1. Ampliar e modernizar o parque de refino nacional.

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O foco desta estratégia é aumentar a capacidade de refino e modernizar o parque de refino do Brasil para produzir diesel e outros derivados na quantidade requerida pelo mercado nacional, com investimentos entre 120 e 130 bilhões de reais. Haverá a conclusão da RNEST (Refinaria Abreu e Lima), modernização de refinarias existentes e implantação de novas refinarias. A adaptação das refinarias existentes para uso do petróleo pesado do pré-sal não foi considerada porque seria caro e demandaria muito tempo. A Petrobras prevê elevar a capacidade de refino de 1,813 milhão para 2,105 milhões de barris/dia e ampliar a produção de diesel S10 em 290 mil barris/dia até 2029.

2. Expandir o uso de biocombustíveis

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O foco desta estratégia é a busca de substitutos para a gasolina, óleo diesel e querosene de aviação, entre outros derivados de petróleo, com investimentos de R$ 260 bilhões até 2037. Haverá maior utilização do etanol na gasolina, que reduz significativamente a necessidade de gasolina importada, do uso do biodiesel como substituto do diesel fóssil e do uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel) como substituto sustentável do querosene de aviação fóssil. O Plano Nacional de Energia (PNE 2050) já identifica a expansão dos biocombustíveis como elemento central da estratégia energética nacional.

3. Eletrificar transportes urbanos e leves.

O foco desta estratégia é reduzir o consumo de óleo diesel nos transportes urbanos e leves com o uso da eletricidade, do etanol e do diesel urbano (S10), com investimentos entre 250 e 350 bilhões de reais. Haverá utilização de ônibus elétricos (frota com 50% até 2040), VLTs, metrôs e trens metropolitanos, incentivo a carros híbridos-flex, carros elétricos (frota com 80% até 2045) e veículos comerciais leves elétricos, e substituição da gasolina por etanol e diesel urbano (S10) nos veículos automotores e por eletricidade com o uso de carros elétricos.

4. Reestruturar a matriz de transporte do Brasil para reduzir a dependência rodoviária do país.

O foco desta estratégia é reduzir a dependência rodoviária do Brasil, como modelo do sistema de transporte implantado desde o governo Vargas e aprofundado no governo Kubitschek, que tornou o Brasil excessivamente dependente do transporte rodoviário movido a óleo diesel, com investimentos entre 700 e 900 bilhões de reais. Haverá transferência de cargas de longa distância transportadas por caminhões para o transporte por meio de ferrovias eletrificadas, hidrovias, cabotagem e portos integrados, e o uso de caminhões, principalmente em trechos curtos. Esta é a ação mais importante para reduzir o consumo de óleo diesel de forma permanente.

5. Produzir biometano para transporte pesado.

O foco desta estratégia é o uso do biometano, que é um combustível 100% renovável e limpo, obtido por meio da purificação do biogás (gerado pela decomposição de resíduos orgânicos), com investimentos entre 100 e 150 bilhões de reais. O biometano é um biocombustível 100% renovável e de alto poder calorífico, quimicamente idêntico ao gás natural, e serve como uma excelente alternativa sustentável para substituir combustíveis fósseis em indústrias, residências e frotas veiculares. Haverá o uso de vinhaça obtida da produção de etanol e de resíduos agropecuários, de aterros sanitários e de esgoto como combustível, substituição do óleo diesel pelo biometano em caminhões, ônibus intermunicipais e frotas cativas. 

6. Produzir hidrogênio verde e combustíveis sintéticos para uso na indústria, transporte e produção de energia.

O foco desta estratégia é o uso do hidrogênio verde e dos combustíveis sintéticos. O hidrogênio verde se refere ao combustível hidrogênio produzido a partir da eletrólise da água com o uso de energias renováveis (solar, eólica e biomassa) e o combustível sintético é um hidrocarboneto produzido artificialmente a partir de fontes de energia renováveis, hidrogênio e dióxido de carbono (CO₂) capturado do ar que substitui diretamente a gasolina e o diesel fóssil em motores a combustão tradicionais, sem exigir adaptações nas peças ou sistemas dos veículos, com investimento de R$ 80 bilhões. Haverá o uso do hidrogênio verde e combustíveis sintéticos como substitutos de combustíveis fósseis na indústria, no setor de transporte e na produção de energia, a utilização do hidrogênio verde como combustível na indústria química e em indústrias próximas a refinarias a partir do gás natural, a utilização do hidrogênio verde e combustíveis sintéticos na siderurgia (produção de aço) e na indústria de fertilizantes em substituição ao carvão ou gás natural e o uso do hidrogênio verde e combustíveis sintéticos para sistemas de geração de energia para prédios verdes (edifícios sustentáveis projetados para minimizar o impacto ambiental integrando tecnologias de eficiência energética, gestão de água e materiais de baixo impacto, além de paisagismo com plantas e telhados verdes). 

Conclusão:

Pelo exposto, as estratégias do governo brasileiro para a eliminação da dependência brasileira de petróleo leve e de derivados de petróleo importados são possíveis de serem realizadas em 20 a 25 anos, mas não apenas com a ampliação e modernização do parque de refino nacional, mas também com a expansão no uso de biocombustíveis,  a eletrificação de transportes urbanos e leves, a reestruturação da matriz de transporte do Brasil para reduzir a dependência rodoviária do país, a produção de biometano para transporte pesado e produção de hidrogênio verde e combustíveis sintéticos para uso na indústria, transporte e produção de energia. O investimento total provável fica entre R$ 1,4 trilhão e R$ 1,8 trilhão até 2050. Estas estratégias são imprescindíveis para o Brasil não mais enfrentar dificuldades no suprimento de petróleo e seus derivados em consequência de conflitos internacionais que ocorram no futuro.

As estratégias do governo brasileiro para a eliminação da dependência brasileira de petróleo leve e de derivados de petróleo importados têm como pontos fortes: 1) a ampliação e modernização do parque de refino nacional com a exigência do uso de equipamentos e serviços seja de origem nacional, fortalecendo a cadeia industrial do país; 2) incentivo à expansão no uso de biocombustíveis, que estimula o etanol e o biodiesel como substitutos da gasolina e diesel diretamente, e o planejamento de biorrefinarias em Paulínia e Cubatão pela Petrobras; 3) a exploração de novas bacias com petróleo mais leve, como o da Margem Equatorial, similar ao importado, que, se confirmado, reduzirá a necessidade de importar petróleo leve; 4) a exploração competitiva do pré-sal, cujo custo de extração de US$ 5/barril mantém o Brasil como exportador líquido de petróleo, gerando dólares que compensam a importação de derivados; e, 5) o incentivo ao uso de carros híbridos flex e elétricos para reduzir o consumo de gasolina e a troca do diesel por gás em caminhões e indústria.

As estratégias do governo brasileiro para a eliminação da dependência brasileira de petróleo leve e de derivados de   petróleo importados têm, entretanto, como pontos fracos: 1) a logística de etanol e biodiesel está concentrada no Centro-Sul, quando o Norte e Nordeste dependem mais de derivados de petróleo importados; 2) a frota de carros elétricos ainda é muito pequena, que, sem escala, a demanda por gasolina/diesel diminuirá mais devagar; 3) 60% da matriz de transporte de carga no Brasil é consumidora de diesel, que requer substituí-lo pelo uso do gás natural ou elétrico, tornando uma exigência renovar a frota de caminhões e postos de suprimento, o que levará décadas; 4) obras para implantação de novas refinarias demoram de 8 a 10 anos, e a transição da frota de veículos que consomem combustível fóssil para o uso de biocombustíveis e eletricidade é lenta; 5) A Margem Equatorial, que apresenta a perspectiva de obtenção de petróleo leve, enfrenta problemas com o licenciamento ambiental, que pode atrasar sua exploração; e, 6) mudar tributo que tem peso fiscal grande sobre diesel e gasolina para estimular seus substitutos mexe com a arrecadação de estados do país.

Para assistir o vídeo, acessar o website https://www.youtube.com/watch?v=7Fnc7qTkuxQ

Para ler o artigo completo de 8 páginas em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu <https://www.academia.edu/168486000/FATORES_DE_SUCESSO_NO_DESENVOLVIMENTO_ECON%C3%94MICO_E_SOCIAL_DA_CHINA>, <https://www.academia.edu/169240133/COMO_O_BRASIL_PODER%C3%81_SE_TORNAR_AUTOSSUFICIENTE_EM_PETR%C3%93LEO_ELIMINANDO_SUA_DEPEND%C3%8ANCIA_EXTERNA> e <https://www.academia.edu/169240192/HOW_BRAZIL_CAN_BECOME_SELF_SUFFICIENT_IN_OIL_BY_ELIMINATING_ITS_EXTERNAL_DEPENDENCE>,  do SlideShare <https://www.academia.edu/169240208/COMMENT_LE_BR%C3%89SIL_PEUT_DEVENIR_AUTOSUFFISANT_EN_P%C3%89TROLE_EN_%C3%89LIMINANT_SA_D%C3%89PENDANCE_EXT%C3%89RIEURE>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/como-o-brasil-podera-se-tornar-autossuficiente-em-petroleo-eliminando-sua-dependencia-externa-pdf/288270737>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/how-brazil-can-become-self-sufficient-in-oil-by-eliminating-its-external-dependence-pdf/288270763> e <https://pt.slideshare.net/slideshow/comment-le-bresil-peut-devenir-autosuffisant-en-petrole-en-eliminant-sa-dependance-exterieure-pdf/288270798> e do Linkedin <https://www.linkedin.com/pulse/como-o-brasil-poder%C3%A1-se-tornar-autossuficiente-em-sua-alcoforado-2givf/?trackingId=Ge%2FcpaEEBf%2Bdm4whhmrnbw%3D%3D>, <https://www.linkedin.com/pulse/how-brazil-can-become-self-sufficient-oil-eliminating-alcoforado-cdx1f/?trackingId=MXL%2F7wi5td8HhlwRGm8dkQ%3D%3D> e <https://www.linkedin.com/pulse/comment-le-br%C3%A9sil-peut-devenir-autosuffisant-en-sa-alcoforado-cei5f/?trackingId=%2FjaDq43XlH6RTbXZrK1V9g%3D%3D>.

  • Fernando Alcoforado, 86, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024) e How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024).
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Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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