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Economia O FRACASSO

O FRACASSO DO NEOLIBERALISMO NO BRASIL EXIGE A ADOÇÃO DO NACIONAL DESENVOLVIMENTISMO.

O modelo econômico neoliberal tem como princípios básicos a mínima participação do Estado nos rumos da economia nacional.

09/06/2026 às 17h40
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem Ilustrativa com recurso de IA
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Fernando Alcoforado*

Este é o resumo do artigo de 9 páginas que tem por objetivo demonstrar que o fracasso do neoliberalismo no Brasil, adotado desde 1990, impõe a necessidade de sua substituição pelo modelo nacional desenvolvimentista nos moldes keynesianos, em que o Estado assumiria o papel de indutor de desenvolvimento econômico e social, e não pelas forças do mercado como preconizado pelos ideólogos do neoliberalismo. O modelo econômico neoliberal foi adotado no Brasil e globalmente como um projeto político dos detentores do capitalismo global, quando o sistema capitalista mundial apresentou declínio na lucratividade do capital e se sentiu muito ameaçado, política e economicamente, no fim dos anos 1960 até os anos 1970. O modelo econômico neoliberal tem como princípios básicos a mínima participação do Estado nos rumos da economia nacional, a política de privatização de empresas estatais, livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização, abertura da economia para a entrada de multinacionais, adoção de medidas contra o protecionismo econômico,  diminuição do tamanho do Estado para torná-lo mais eficiente, não interferência do Estado nacional nos preços de produtos e serviços que devem ser determinados pelo mercado com base na lei da oferta e da procura, controle da inflação pelo Estado nacional por meio de políticas monetárias com base em metas de inflação e adoção pelo Estado nacional da política de câmbio flutuante, entre outras medidas. 

O modelo econômico neoliberal adotado no Brasil desde 1990 fracassou porque comprometeu seu desenvolvimento ao apresentar, até o presente momento, baixíssimas taxas de crescimento econômico, queda nas taxas de investimento na economia brasileira, desindustrialização do Brasil com a abertura da economia, desnacionalização da economia brasileira com a privatização das empresas estatais, desequilíbrios no balanço de pagamentos e incapacitação do Estado brasileiro na solução dos problemas econômicos e sociais do Brasil, que têm contribuído para o aumento da dependência externa (econômica e tecnológica) do país e para o aumento de sua desigualdade social. Para reverter esta situação, é preciso que haja um novo projeto de desenvolvimento para o Brasil, em que o Estado brasileiro atue como planejador e indutor do desenvolvimento, para que seja assegurado o crescimento econômico com desenvolvimento sustentável, a defesa da soberania nacional, a existência de uma indústria forte e inovadora, a geração de empregos e valorização do trabalho, a realização de investimentos necessários em educação, saúde, saneamento básico, habitação e infraestrutura de energia, transporte e comunicações, e a distribuição de renda com justiça social. É importante destacar que foi com a efetiva atuação do Estado chinês que a China alcançou elevado nível de desenvolvimento econômico e social e atingiu a condição de futura potência hegemônica do planeta.     

O modelo econômico neoliberal implantado em 1990 é o grande responsável pelo baixíssimo crescimento econômico alcançado pelo Brasil de 1990 até o momento atual.  A adoção do modelo econômico neoliberal implantado em 1990 resultou na queda do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em comparação com as taxas de crescimento alcançadas de 1930 a 1980, durante os governos Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e os governos militares pós-1964, quando o Brasil adotou o modelo nacional desenvolvimentista e apresentou taxas de crescimento decenal do PIB entre 4,4% e 8,6%.  Com o modelo econômico neoliberal, o Brasil apresentou baixíssimas taxas de crescimento decenal do PIB, inferiores a 3,7% de 1991 a 2020, 1,17% como média no decênio 2013/2023 e 4,53% como média da taxa de crescimento do PIB de 2020 a 2023.   

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O modelo econômico neoliberal implantado em 1990 é o grande responsável pela queda nas taxas de investimento na economia brasileira.  Está bastante claro que a adoção do modelo econômico neoliberal implantado em 1990 resultou na queda nas taxas de investimento na economia brasileira, ao contrário dos discursos dos defensores do neoliberalismo, que afirmavam que a abertura da economia brasileira atrairia muitos investidores estrangeiros, o que não aconteceu. Com a adoção do modelo econômico neoliberal de 1989/2019, houve queda na taxa de investimento público e privado na economia brasileira, que caiu de 27% do PIB em 1989 para 16,4% do PIB em 2019, fato este que explica a queda ocorrida no crescimento do PIB no mesmo período. O Brasil encerrou 2025 com uma taxa de investimento (Formação Bruta de Capital Fixo) de 16,8% do PIB.

O modelo econômico neoliberal implantado em 1990 é o grande responsável pela desindustrialização do Brasil no período 1989/2019. Houve queda na participação da indústria na formação do PIB do Brasil de 1987 a 2019 que caiu de 27,3% em 1987 para 11% em 2019, diferentemente do ocorrido no período 1947/1987, quando foi adotado o modelo nacional desenvolvimentista, e sua participação no PIB do Brasil evoluiu de 16,5% em 1947 para 27,3% em 1987. A indústria de transformação (manufatura) contribuiu com cerca de 10,7% a 10,8% na formação do PIB do Brasil em 2025. Isto significa dizer que o modelo econômico neoliberal contribuiu para a desindustrialização do Brasil. A desindustrialização ocorreu no Brasil devido à abertura da economia brasileira, que fez com que a indústria nacional fosse desmantelada com a competição com os produtos importados.  

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A desindustrialização no Brasil ocorreu em consequência da abertura comercial do Brasil a partir de 1990, quando o país abandonou o modelo de substituição de importações adotado de 1930 a 1980 e promoveu uma rápida redução das tarifas alfandegárias, que contribuiu para a entrada no país de grande volume de produtos importados. A justificativa oficial em 1990 era expor a indústria nacional à concorrência para forçar sua modernização. No entanto, o resultado prático, agravado pela forte valorização cambial no início do Plano Real (1994), foi o fechamento de diversas cadeias produtivas pertencentes a empresas nacionais incapazes de competir com produtos importados mais baratos. Ocorreu o que economistas chamam de "especialização regressiva" quando o país reduziu sua participação em setores industriais de alta tecnologia e passou a se concentrar em commodities de baixo valor agregado (agropecuária e extrativismo). A desindustrialização do Brasil contribuiu para o aumento das importações de bens de maior conteúdo tecnológico, menor capacidade exportadora de produtos manufaturados no País e dependência crescente das exportações de commodities. Essa combinação tornou a economia brasileira mais vulnerável às oscilações dos preços internacionais das matérias-primas.

O modelo econômico neoliberal implantado em 1990 é o grande responsável pela desnacionalização da economia brasileira com a política de privatizações. O PND (Plano Nacional de Desestatização), instituído em 1990 pelo governo Fernando Collor, foi a política adotada pelo governo federal brasileiro para transferir empresas, ativos e serviços públicos da administração pública para a iniciativa privada de acordo com o que estabelece o modelo econômico neoliberal. O PND transferiu para o setor privado grandes monopólios estatais nas áreas de siderurgia, mineração (como a Vale do Rio Doce), telecomunicações (sistema Telebrás) e energia elétrica (sistema Eletrobras). Com a mudança nas regras que limitavam o capital estrangeiro em leilões, consórcios internacionais e multinacionais assumiram o controle de setores estratégicos e de infraestrutura do Brasil. Esse processo de desnacionalização retirou do Estado brasileiro a capacidade de usar essas empresas públicas como motores de coordenação e fomento do desenvolvimento nacional.

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Dando início ao Programa Nacional de Desestatização (PND), as principais privatizações durante o governo Fernando Collor de Mello (1990–1992) foram as da Usiminas, Acesita, CST, Petroflex e Copesul tendo forte concentração em siderurgia e petroquímica. As principais privatizações durante o governo Itamar Franco (1992–1994) foram as da Embraer e CSN. Com o governo Fernando Henrique Cardoso (1995–2002) ocorreu o grande ciclo de privatizações com o maior volume da história com mais de 100 empresas transferidas para o setor privado como as da Vale (1997), Telebras (1998), Embratel, Banespa, Sistema elétrico (distribuidoras) e Ferrovias (RFFSA) tendo telecomunicações e energia como eixos centrais. No governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010), o foco foram as PPP (parcerias público-privadas) e concessões e não venda direta, sendo as principais as rodovias e hidrelétricas (Santo Antônio e Jirau). No governo Dilma Rousseff (2011–2016) o foco das privatizações foi a infraestrutura como as dos Aeroportos (Guarulhos e Brasília), rodovias e portos. As principais privatizações durante o governo Michel Temer (2016–2018) foram as distribuidoras da Eletrobras (Ceron e Eletroacre). No governo Jair Bolsonaro (2019–2022), as principais privatizações foram as da Eletrobras, BR Distribuidora, Liquigás e Codesa. Com o governo Luiz Inácio Lula da Silva (2023– ) houve interrupção de privatizações com a retirada de empresas estatais do Programa de Desestatização (Correios, Dataprev etc.) [8][10]. 

Pelo exposto, o Programa Nacional de Desestatização promoveu a venda de empresas públicas em setores como telecomunicações, mineração, siderurgia, energia elétrica e bancos estaduais. Diversos estudos observam que parte significativa dos ativos estatais privatizados passou para grupos estrangeiros ou para consórcios com forte participação de capital internacional, com a consequente desnacionalização da economia brasileira. Como resultado, setores estratégicos da economia brasileira passaram a ter crescente presença de empresas multinacionais. Com a política de privatização de empresas estatais, houve transferência do controle de ativos estratégicos para o exterior, cresceu a remessa de lucros e dividendos para as matrizes estrangeiras, reduziu-se a capacidade do Estado brasileiro de coordenar políticas de desenvolvimento nacional e aumentou a dependência tecnológica e financeira do Brasil. As remessas de lucros (valores aproximados) realizadas pelas empresas estrangeiras que adquiriram empresas estatais brasileiras de 1995 a 2023 têm sido crescentes, conforme estão apresentadas a seguir:

1995: ~US$ 2–3 bilhões

2000: ~US$ 4 bilhões

2010: ~US$ 30 bilhões

2020: ~US$ 25 bilhões

2023: ~US$ 45 bilhões

(Fontes: Banco Central, IPEA, FMI)

O modelo econômico neoliberal implantado no Brasil em 1990 é o grande responsável pelo desequilíbrio no balanço de pagamentos do país, cujo impacto sobre a economia brasileira apresenta como efeito positivo (curto prazo) a entrada de divisas, o financiamento do déficit externo e a estabilização cambial, e como efeito negativo (médio/longo prazo) o aumento estrutural das remessas de lucros, a pressão sobre o balanço de pagamentos em conta corrente e a necessidade contínua de novos capitais externos ou exportações maiores. O resultado tem sido o aumento da dependência financeira externa recorrente do Brasil. O balanço de pagamentos em conta corrente do Brasil passou a apresentar déficit crônico (anos 1990 e 2010) e forte peso de lucros e dividendos remetidos ao exterior. O IDE (Investimento Direto Estrangeiro) e as Remessas de Lucros e Royalties registrados entre 1990 e 2000, entre 2001 e 2010, entre 2011 e 2020 e entre 2021 e 2025 estão apresentados a seguir:

1990–2000

IDE acumulado: ~US$ 200 bilhões

Remessas (lucros + royalties): ~US$ 80 bilhões

 Saldo líquido: +US$ 120 bilhões.

2001–2010

IDE: ~US$ 300 bilhões

Remessas: ~US$ 220 bilhões

Saldo líquido: +US$ 80 bilhões.

2011–2020

IDE: ~US$ 700 bilhões

Remessas: ~US$ 600 bilhões

Saldo líquido: +US$ 100 bilhões.

2021–2025

IDE: ~US$ 300 bilhões

Remessas:

lucros/dividendos: ~US$ 50–55 bilhões/ano

royalties/serviços: ~US$ 15–25 bilhões/ano

total período: ~US$ 350 bilhões

Saldo líquido: ≈ –US$ 50 bilhões (saiu mais do que entrou).

Os dados acima indicam que o IDE (Investimento Direto Estrangeiro) e as remessas de lucros e royalties têm sido crescentes de 1990 a 2025. O aumento do IDE significa a dominação do capital estrangeiro na economia brasileira, e o aumento das remessas de lucros e royalties para o exterior significa transferência de riqueza produzida no Brasil para o exterior.  Pelo exposto, privatizações geraram entrada de capital externo, mas criaram estoque de capital estrangeiro no Brasil que gera remessas contínuas para o exterior. Percebe-se que o problema não é apenas a privatização em si, mas quem controla os ativos estratégicos do país (capital estrangeiro) e como o excedente é distribuído internacionalmente, o que significa perdas para o Brasil.

Finalmente, o modelo econômico neoliberal adotado no Brasil em 1990 é o grande responsável por incapacitar o Estado brasileiro na solução dos problemas econômicos e sociais do Brasil, não apenas pela política de privatizações das empresas estatais adotada, que impediu o governo brasileiro de utilizá-las no desenvolvimento da economia brasileira, mas sobretudo, ao dificultar a ação do Estado brasileiro como indutor do desenvolvimento econômico e social com a adoção da política do teto de gasto público a partir do governo Michel Temer e da autonomia do Banco Central a partir do governo Jair Bolsonaro como parte da estratégia do capitalismo neoliberal globalizado de transformar o Estado brasileiro em Estado mínimo. Ressalte-se que Estado mínimo é o nome dado à ideia do capitalismo neoliberal de que o papel do Estado dentro da sociedade deve ser o menor possível exercendo apenas as atividades consideradas “essenciais” e de primeira ordem. Para incapacitar o Estado brasileiro na solução dos problemas econômicos e sociais do Brasil, foi adotada a política do teto de gastos públicos durante o governo Michel Temer, que fez com que o Estado brasileiro ficasse limitado em sua capacidade de promover investimento público com a asfixia financeira em que ficou submetido e inviabilizou sua capacidade de adotar políticas econômicas, fiscal e monetária, articuladas entre si com a autonomia do Banco Central adotada durante o governo Jair Bolsonaro.

Devido a estes fatores, o governo Lula herdou um Estado brasileiro incapaz de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil porque, com o teto de gastos públicos, o governo brasileiro não pode aumentar o orçamento da União e a existência de um Banco Central, que adota políticas monetárias desconectadas da política econômica do governo, inviabiliza a retomada do desenvolvimento do Brasil. Na tentativa de amenizar o ônus da herança maldita da política do teto de gastos públicos adotada durante os governos Temer e Bolsonaro, o governo Lula instituiu o denominado arcabouço fiscal que pode ser chamado, também, de “novo teto de gastos públicos” agora condicionado ao aumento da arrecadação pública de tributos. Com o arcabouço fiscal, o governo Lula poderá aumentar o gasto público desde que haja aumento da arrecadação de tributos para equilibrar as contas do governo.

Conclusões:

Pelo exposto, fica evidente o fracasso do modelo econômico neoliberal, que comprometeu o desenvolvimento do Brasil pelo fato de ter apresentado, de 1990 até o presente momento, baixíssimas taxas de crescimento econômico, queda nas taxas de investimento na economia brasileira, desindustrialização do Brasil com a abertura da economia, desnacionalização da economia brasileira com a privatização das empresas estatais, desequilíbrios no balanço de pagamentos e incapacitação do Estado brasileiro na solução dos problemas econômicos e sociais do Brasil, que têm contribuído para o aumento da dependência externa (econômica e tecnológica) do país e para o aumento de sua desigualdade social. O fracasso na aplicação do neoliberalismo no Brasil se repetiu na maioria dos países do mundo que se defrontaram com os mesmos problemas enfrentados pelo Brasil, à exceção de pouquíssimos países, como, por exemplo, a China e outros países asiáticos, que se beneficiaram da globalização neoliberal ao se aproveitarem de suas vantagens comparativas. O fracasso do modelo econômico neoliberal no Brasil desde 1990 impõe a necessidade de sua substituição pelo modelo nacional desenvolvimentista nos moldes keynesianos, em que o Estado assumiria o papel de indutor de desenvolvimento econômico e social, como faz a China, onde a efetiva atuação do Estado chinês fez com que ela alcançasse elevado nível de desenvolvimento econômico e social e atingisse a condição de futura potência hegemônica do planeta.

Para reverter esta situação em que a economia brasileira se encontra, é preciso que haja um novo projeto de desenvolvimento para o Brasil, substituindo o fracassado modelo econômico neoliberal pelo modelo nacional desenvolvimentista nos moldes keynesianos, com o Estado brasileiro agindo como planejador e indutor do desenvolvimento nacional, como ocorreu de 1930 a 1980, quando o governo brasileiro adotou o modelo nacional desenvolvimentista e apresentou elevadas taxas de crescimento de até 8,6% entre 1970 e 1980. Para o Estado brasileiro recuperar sua capacidade de ação como indutor do desenvolvimento no Brasil com a adoção do modelo nacional desenvolvimentista não subordinado ao capital internacional, é preciso que, nas próximas eleições, as forças progressistas do país conquistem maioria no Congresso Nacional, além da Presidência da República com a reeleição do Presidente Lula, para impedir que as forças políticas retrógradas governem o Brasil e ponham em prática políticas econômicas neoliberais, antinacionais, antissociais e contrárias ao desenvolvimento sustentável. Para tanto, é preciso que as forças progressistas perseverem na construção de uma sólida aliança com forças políticas do centro democrático e mobilizem a sociedade civil organizada para eleger em 2026 Lula como presidente da República, a maioria progressista dos governadores de estado e a maioria parlamentar progressista no Congresso Nacional de candidatos que estejam comprometidos com os avanços políticos, econômicos e sociais no Brasil. Estas são as condições para o Estado brasileiro abandonar o neoliberalismo e promover o desenvolvimento do Brasil em novas bases, em benefício da grande maioria da população brasileira e não apenas dos detentores do capital brasileiro e internacional. 

Para assistir o vídeo, acessar o website https://www.youtube.com/watch?v=fRKHCtwmHTk

Para ler o artigo em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu <https://www.academia.edu/168328747/O_FRACASSO_DO_NEOLIBERALISMO_NO_BRASIL_EXIGE_A_ADO%C3%87%C3%83O_DO_NACIONAL_DESENVOLVIMENTISMO>, <https://www.academia.edu/168328766/THE_FAILURE_OF_NEOLIBERALISM_IN_BRAZIL_DEMANDS_THE_ADOPTION_OF_NATIONAL_DEVELOPMENTALISM> e <https://www.academia.edu/168328773/L_%C3%89CHEC_DU_N%C3%89OLIB%C3%89RALISME_AU_BR%C3%89SIL_EXIGE_L_ADOPTION_DU_NATIONAL_D%C3%89VELOPPEMENTALISME>,  do SlideShare <https://pt.slideshare.net/slideshow/o-fracasso-do-neoliberalismo-no-brasil-exige-a-adocao-do-nacional-desenvolvimentismo-pdf/287939589>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/the-failure-of-neoliberalism-in-brazil-demands-the-adoption-of-national-developmentalism-pdf/287939614> e < https://pt.slideshare.net/slideshow/l-echec-du-neoliberalisme-au-bresil-exige-l-adoption-du-national-developpementalisme-pdf/287939633> e do Linkedin <https://www.linkedin.com/pulse/o-fracasso-do-neoliberalismo-brasil-exige-ado%C3%A7%C3%A3o-alcoforado-enf5e/?trackingId=yk8D7bMO7HLb%2F7a5AU8dpw%3D%3D>, <https://www.linkedin.com/pulse/failure-neoliberalism-brazil-demands-adoption-alcoforado-uxjte/?trackingId=WLkfTDjuzZkUY5l5sITSWg%3D%3D> e <https://www.linkedin.com/pulse/l%C3%A9chec-du-n%C3%A9olib%C3%A9ralisme-au-br%C3%A9sil-exige-ladoption-alcoforado-rs8he/?trackingId=Efsb%2FS3lPcaOtVR4WxkA5Q%3D%3D>.

  • Fernando Alcoforado, 86, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024) e How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024).
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Fernando Alcoforado
Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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