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Economia DECLÍNIO

O COLAPSO DA ORDEM MUNDIAL E O DECLÍNIO DO IMPÉRIO AMERICANO.

Este artigo apresenta como ocorreu a construção da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos.

28/07/2026 às 20h32
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem com recurso de IA.
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Fernando Alcoforado*

Este é o resumo do artigo de 11 páginas que tem por objetivo demonstrar que está em curso o colapso da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos após a 2ª Guerra Mundial e sua substituição por um mundo multipolar com o declínio do Império americano e a ascensão da China com imensas consequências geopolíticas. Este artigo apresenta como ocorreu a construção da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos, os fatores de declínio da hegemonia americana, a competição estratégica Estados Unidos e China, a transição da ordem internacional atual para um mundo multipolar e os possíveis cenários das relações internacionais para o século XXI.

1. A construção da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos

Após a 2ª Guerra Mundial em 1945, os Estados Unidos assumiram a liderança política, econômica e militar do mundo ocidental com a criação do sistema de Bretton Woods, que foi uma ordem econômica estabelecida em 1944, que definiu o dólar americano como a principal moeda internacional e de reserva global atrelada ao ouro e a criação do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do  Banco Mundial para gerenciar a estabilidade financeira internacional. O acordo de Bretton Woods baseou-se na ideia de estabelecer taxas de câmbio fixas entre os países ocidentais e o dólar, que possuía uma paridade de $35 dólares por onça de ouro. A União Soviética e os países do leste europeu socialistas não participaram do acordo de Bretton Woods. 

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Além da criação do sistema de Bretton Woods, os Estados Unidos assumiram a liderança política, econômica e militar do mundo ocidental, também, com criação da ONU (Organização das Nações Unidas), a constituição da aliança militar ocidental (OTAN- Organização do Tratado do Atlântico Norte) para combater a União Soviética e os países socialistas do leste europeu, com o controle das principais rotas marítimas mundiais e com sua superioridade tecnológica e militar. O sistema de Bretton Woods enfrentou grave crise na década de 1960, devido ao aumento excessivo dos gastos dos Estados Unidos e à emissão de dólares em quantidade superior às suas reservas de ouro. Em agosto de 1971, o presidente norte-americano Richard Nixon anunciou o fim da conversibilidade do dólar em ouro, o que levou ao colapso do sistema de Bretton Woods e à transição global para o atual regime de moedas fiduciárias, isto é, o dinheiro oficial de um país que não possui lastro em ouro ou outro metal de valor intrínseco, cujo valor reside exclusivamente na confiança mútua da população e na credibilidade do governo emissor.  Após o colapso da União Soviética em 1991, iniciou-se o chamado "momento unipolar", no qual os Estados Unidos passaram a exercer sua hegemonia política, econômica e militar globalmente sem precedentes sem que nenhuma outra potência possuísse capacidade comparável.

2. Fatores do declínio da hegemonia americana

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Diversos fatores contribuíram e contribuem para o declínio da hegemonia americana: a) Ascensão econômica da China; b) Endividamento crescente dos Estados Unidos; c) Desindustrialização dos Estados Unidos; d) Polarização política interna com o avanço do neofascismo nos Estados Unidos; e) Guerras prolongadas desencadeadas pelos Estados Unidos e de elevado custo; f) Desgaste do soft power dos Estados Unidos

a) Ascensão econômica da China

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A China tornou-se a maior potência industrial do mundo, a maior exportadora global, o principal parceiro comercial de mais de 120 países, o líder em manufatura avançada e o maior mercado consumidor mundial em diversos setores. Em paridade do poder de compra (PPC), a economia chinesa já supera a norte-americana. PPC é um indicador econômico usado para comparar o poder aquisitivo de diferentes moedas, avaliar o custo de vida e medir o tamanho real do PIB dos países. Em termos de Paridade do Poder de Compra (PPC), a China já superou os Estados Unidos há mais de uma década e é considerada a maior economia do mundo. Dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam que o PIB em PPC da China atinge cerca de US$ 39,4 trilhões, enquanto o dos Estados Unidos gira em torno de US$ 30,3 trilhões.  

b) Endividamento crescente dos Estados Unidos

Os Estados Unidos apresentam elevada dívida pública que ultrapassou US$ 39 trilhões  que representa mais de 100% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Os déficits fiscais dos Estados Unidos são recorrentes causados estruturalmente por despesas rígidas e crescentes como gastos militares, saúde, seguridade social e os juros da dívida pública que superam a arrecadação pública norte-americana. Os déficits comerciais são permanentes que têm sido uma característica da economia norte-americana desde a década de 1970. O serviço da dívida pública tem um custo crescente sendo um dos itens que mais cresce no orçamento do governo dos Estados Unidos, ultrapassando a marca de US$ 1 trilhão em despesas anuais com juros que limitam sua capacidade de financiar sua liderança global.

c) Desindustrialização dos Estados Unidos

A desindustrialização dos Estados Unidos é um fenômeno de longo prazo caracterizado pela perda de participação da indústria no PIB e pelo fechamento de mais de 7 milhões de vagas no setor industrial desde os anos 1970. Esse processo foi impulsionado pela busca das empresas norte-americanas por redução de custos, resultando na transferência de plantas fabris dos Estados Unidos para países asiáticos. Desde os anos 1980 ocorreu transferência de indústrias para a Ásia, perda de empregos industriais e aumento da dependência dos Estados Unidos de cadeias globais de suprimentos.

d) Polarização política interna com o avanço do neofascismo nos Estados Unidos

A polarização política nos Estados Unidos aprofundou-se com o crescimento de discursos de extrema-direita e o enfraquecimento das normas democráticas. Esse cenário reflete a crise de confiança da população dos Estados Unidos nas instituições, a radicalização partidária e o uso de pautas nacionalistas e excludentes. Os sinais que sustentam a possibilidade dos Estados Unidos caminharem rumo a uma ditadura neofascista com Donald Trump são: 1) a erosão institucional e desprezo pelo Estado de Direito por parte de Trump; 2) a militarização e incentivo à violência política por parte de Trump; 3) o nacionalismo extremo e culto ao líder Trump; 4) o controle político da economia e dos meios de comunicação por parte de Trump; 5) o enfraquecimento do pluralismo e das liberdades civis nos Estados Unidos; 6) o Plano Project 2025 para a implantação de um governo autoritário sob a liderança de Trump; 7)  a instrumentalização por Trump das forças de segurança como ferramenta política para confrontar estados democratas e ampliar seu poder presidencial; 8 ) o domínio do Poder Judiciário por Trump; 9) a tentativa de Trump para se manter ilegalmente no poder; 10)  a vingança de Trump contra seus oponentes políticos; e, 11) a transformação do Pentágono de Departamento de Defesa para Departamento de Guerra. Cada um destes sinais sustentam a possibilidade de os Estados Unidos caminharem rumo a uma ditadura neofascista com Trump. A crescente polarização interna dificulta políticas de longo prazo, reduz a capacidade decisória e aumenta a instabilidade institucional.

e) Guerras prolongadas desencadeadas pelos Estados Unidos e de elevado custo

As guerras no Afeganistão (2001–2021), Iraque (2003–2011), Síria (2014–até o presente) e Irã (atualmente)  consumiram 14 trilhões de dólares sem produzir resultados estratégicos benéficos para os Estados Unidos. O orçamento militar dos Estados Unidos está atualmente em US$ 920 bilhões, o nível mais alto registrado durante tempos de paz, e superior ao somatório dos gastos militares dos 10 países que mais gastam no mundo. De um orçamento do governo dos Estados Unidos de US$ 1,8 trilhão em 2023, nada menos que US$ 1,1 trilhão foi destinado a programas militarizados. Ou seja, 62% do total.

f) Desgaste do soft power dos Estados Unidos

O soft power, ou "poder brando" é a capacidade de um país influenciar outros não pela força ou coerção, mas pela atração. Os Estados Unidos vêm sofrendo desgaste com o abandono do soft power pelos diversos governos norte-americanos nos últimos anos, sobretudo pelo governo Donald Trump. Ressalte-se que o soft power baseia-se na difusão da cultura, valores políticos e diplomacia que os Estados Unidos utilizaram para fazer com que outras nações quisessem o mesmo. O desgaste do soft power dos Estados Unidos ocorreu com a redução de sua influência diplomática devido a adoção das sanções econômicas frequentes contra diversos países, tarifaços contra inúmeros países, adoção de guerras preventivas contra determinados países, prática do unilateralismo, intervenções militares em diversos países e perda de credibilidade internacional.

3. A competição estratégica Estados Unidos e China

A competição estratégica entre os Estados Unidos e a China ocorre simultaneamente nos âmbitos econômico, tecnológico, militar e financeiro. 

No âmbito econômico, o confronto entre os Estados Unidos e a China se estabelece, no momento, com o tarifaço do governo Trump contra a China e os demais países do mundo. O objetivo do tarifaço consiste em dificultar a chegada de produtos produzidos em outros países do mundo para os Estados Unidos, principalmente os oriundos da China para estimular sua produção interna. A ideia central do presidente Trump é fazer com que os produtos chineses fiquem mais caros dentro dos Estados Unidos fazendo com que a população opte por comprar produtos nacionais. O governo da China, por sua vez, reagiu ao tarifaço do governo Trump com retaliações tarifárias ao impor também tarifas elevadas sobre produtos norte-americanos. No campo econômico, o confronto se estabelece, também, na disputa por cadeias produtivas que envolve, além da imposição de tarifas elevadas pelos Estados Unidos contra a China, a busca pelo controle de tecnologias avançadas e a corrida por minerais críticos. O governo da China estabeleceu restrições à exportação de seis metais pesados de terras raras, que são refinados inteiramente na China, bem como ímãs de terras raras, 90% dos quais são produzidos na China. É importante observar que terras raras são um grupo de 17 elementos químicos que são utilizados em diversas tecnologias, como a de veículos elétricos, turbinas eólicas e celulares.   

No âmbito tecnológico, o confronto entre os Estados Unidos e a China se estabelece na disputa relativa aos semicondutores, à computação quântica, à inteligência artificial, aos satélites artificiais e às telecomunicações. A China utiliza armas tecnológicas na guerra comercial contra os Estados Unidos. O rápido crescimento econômico da China tem sido impulsionado principalmente pelo progresso e investimento em tecnologia. A China mostra excepcional inovação tecnológica local. No que diz respeito à guerra tecnológica entre China e Estados Unidos, são citados, por exemplo, dois campos de conflito: Tecnologia 5G e Inteligência Artificial (IA). Não por acaso, as empresas chinesas já estão liderando o caminho tecnológico das redes móveis 5G e, também, das futuras redes móveis 6G que deverá ocorrer em 2030 e sua capacidade é elevada para desencadear uma guerra cibernética com os Estados Unidos.  A China pode liderar o futuro digital mesmo se os Estados Unidos tentarem impedir que isto aconteça. A China lançou um programa de incentivo à Inteligência Artificial. O plano do governo chinês declara como objetivos explorar esta oportunidade estratégica e ser pioneiro para construir uma vantagem competitiva no desenvolvimento da IA, ou seja, deixar de ser replicadora e assumir a liderança nessa tecnologia de ponta.

No âmbito militar, o confronto entre os Estados Unidos e a China se estabelece nas  áreas do Indo-Pacífico, do Mar do Sul da China, do Estreito de Taiwan e no Oriente Médio.  A emergência da China como uma superpotência é inevitável e que conflitos de interesses com os Estados Unidos serão incontornáveis. Uma confrontação militar entre os Estados Unidos e a China está em processo de preparação pelos Estados Unidos com a constituição do QUAD (Diálogo de Segurança Quadrilateral formado pelos Estados Unidos, Austrália, Japão e Índia) e da AUKUS (aliança militar tripartite formada pela Austrália, Reino Unido e Estados Unidos), enquanto a China adota medidas visando seu fortalecimento militar com o aumento constante dos seus gastos militares, bem como de seu relacionamento com a Rússia.  Enquanto os Estados Unidos e seus aliados constituem a OTAN asiática com o QUAD e a AUKUS, a China ampliou consideravelmente seu poderio bélico, incluindo sua carteira de ogivas nucleares. Elevou seu número de porta-aviões e, também, de caças, tanques e outros veículos. Hoje, é o segundo país com mais gastos anuais em defesa, atrás somente dos Estados Unidos.

No âmbito financeiro, o confronto entre os Estados Unidos e a China se estabelece com a China buscando reduzir a dependência mundial do dólar por meio de internacionalização do yuan, de acordos bilaterais, da expansão dos pagamentos em moedas nacionais e o fortalecimento do sistema financeiro dos BRICS. Muito provavelmente, a China utilizará como arma financeira contra os Estados Unidos desvalorizar a sua moeda (Yuan) para baratear os produtos chineses e estimular a exportação da China para mercados fora dos Estados Unidos. A China, o segundo maior detentor estrangeiro de títulos da dívida dos Estados Unidos, com aproximadamente US$ 816 bilhões em sua posse, atrás do Japão, está se desfazendo dos títulos públicos norte-americanos e comprando ouro para lançar seu próprio sistema de precificação do ouro em Yuan. Na implementação de sua doutrina de guerra financeira, a China tem adotado formas sutis de ataque financeiro como, por exemplo, passar a ser uma vendedora líquida de títulos do Tesouro dos Estados Unidos desde 2010. No contexto da guerra comercial e financeira entre os Estados Unidos e a China, foi criado um sistema de pagamento alternativo não baseado em dólar que está tomando forma na Ásia e o ouro provou ser uma arma financeira eficaz. Esta situação está contribuindo para a construção de novos sistemas bancários e de pagamentos baseados no ouro em substituição ao dólar. A China está consolidando sua posição como uma potência no mercado de ouro. O Banco Central da China vem elevando suas reservas de ouro, aumentando continuamente seu estoque. Além de elevar suas reservas de ouro, a China criou sua moeda digital como uma das estratégias para acabar com a dependência do dólar. Trata-se de uma criptomoeda apoiada por seu banco central, algo que analistas afirmam ter ampliado a liderança da China na corrida global para o desenvolvimento de dinheiro digital por parte de bancos centrais. O fortalecimento do sistema financeiro dos BRICS busca reduzir a dependência do dólar e ampliar a autonomia dos países emergentes por meio de três pilares principais: o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Arranjo Contingente de Reservas (CRA) e o estudo de novos sistemas de pagamentos locais.

4. A transição da ordem internacional atual para um mundo multipolar

A crise enfrentada pela ordem mundial atual se caracteriza pela instabilidade geopolítica com os conflitos regionais refletindo a falta de um único árbitro global resultante da crise de governança global com instituições como a ONU e o Conselho de Segurança enfrentando dificuldades para lidar com a nova realidade de poder e, também, com a fragmentação comercial e o fim da globalização econômica e financeira com o mundo dividido em esferas de influência econômica concorrentes. A transição da ordem internacional atual para um mundo multipolar é um processo de mudança global impulsionado pelo declínio da hegemonia dos Estados Unidos, a ascensão econômica da China e o protagonismo de nações emergentes do Sul Global. A futura ordem internacional tende a evoluir para uma estrutura composta por diversos polos de poder como a China, os Estados Unidos, a Índia, a Rússia, a União Europeia, o Brasil (como potência regional) e países do Oriente Médio. Essa configuração reduz a capacidade de qualquer país impor unilateralmente suas decisões.

5. Possíveis cenários das relações internacionais no século XXI

O colapso da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos após a 2ª Guerra Mundial e sua substituição por um mundo multipolar com o declínio do Império americano e a ascensão da China contribuiu para que o sistema internacional vivenciasse um período de transição marcado pela rivalidade estratégica entre Estados Unidos, China e Rússia, por conflitos regionais, pela fragmentação econômica e pelo enfraquecimento de instituições multilaterais. Vivemos em um mundo em que prevalece a lei do mais forte em oposição aos princípios da Carta das Nações Unidas. Nesse contexto, podem ser concebidos 4 cenários das relações internacionais para o século XXI: 1) Multipolaridade cooperativa; 2) Nova Guerra Fria entre as grandes potências; 3) Eclosão da 3ª Guerra Mundial; e, 4) Construção da paz mundial.

6. Conclusão

Pelo exposto, fica demonstrado que está em curso o colapso da ordem mundial liderada pelos Estados Unidos após a 2ª Guerra Mundial e sua substituição por um mundo multipolar com o declínio do Império americano e a ascensão da China com imensas consequências geopolíticas. A futura ordem internacional tende a evoluir, portanto, para uma estrutura composta por diversos polos de poder como a China, os Estados Unidos, a Índia, a Rússia, a União Europeia, o Brasil (como potência regional) e países do Oriente Médio. Essa configuração reduz a capacidade de qualquer país impor unilateralmente suas decisões. São 4 os cenários das relações internacionais para o século XXI: 1) Multipolaridade cooperativa; 2) Nova Guerra Fria entre as grandes potências; 3) Eclosão da 3ª Guerra Mundial; e, 4) Construção da paz mundial. No momento, vivenciamos o cenário 1 que está sendo inviabilizado e poderá evoluir para o Cenário 2 de nova Guerra Fria entre as grandes potências. Se o cenário 2 se inviabilizar, o mundo poderá evoluir para o Cenário 3 de eclosão da 3ª Guerra Mundial se a ONU for incapaz de mediar os vários conflitos internacionais. O Cenário 3 de eclosão da 3ª Guerra Mundial poderá ser evitado se as grandes potências reconhecerem que uma guerra mundial envolvendo as grandes potências e demais países detentores de armas nucleares seria mutuamente destrutiva e optarem por construir um mundo de paz e progresso para toda a humanidade com a implementação do cenário 4 de construção da paz mundial.  

Para assistir o vídeo, acessar o website https://www.youtube.com/watch?v=wMsk9GbO5XM

Para ler o artigo completo de 11 páginas em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu  <https://www.academia.edu/170843999/O_COLAPSO_DA_ORDEM_MUNDIAL_E_O_DECL%C3%8DNIO_DO_IMP%C3%89RIO_AMERICANO>, <https://www.academia.edu/170844023/THE_COLLAPSE_OF_THE_WORLD_ORDER_AND_THE_DECLINE_OF_THE_AMERICAN_EMPIRE> e < https://www.academia.edu/170844054/LEFFONDREMENT_DE_LORDRE_MONDIAL_ET_LE_D%C3%89CLIN_DE_LEMPIRE_AM%C3%89RICAIN>,  do SlideShare <https://pt.slideshare.net/slideshow/o-colapso-da-ordem-mundial-e-o-declinio-do-imperio-americano-pdf/288850933>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/the-collapse-of-the-world-order-and-the-decline-of-the-american-empire-pdf/288851611> e <https://pt.slideshare.net/slideshow/l-effondrement-de-l-ordre-mondial-et-le-declin-de-l-empire-americain-pdf/288851690> e do Linkedin <https://www.linkedin.com/pulse/o-colapso-da-ordem-mundial-e-decl%C3%ADnio-do-imp%C3%A9rio-fernando-alcoforado-mj4ce/?trackingId=MXn%2F6xIlCfVnWf5wDj3Kkw%3D%3D>. <https://www.linkedin.com/pulse/collapse-world-order-decline-american-empire-fernando-alcoforado-4z3be/?trackingId=ggpK0AUaIuqwiocQR3IjJg%3D%3De <https://www.linkedin.com/pulse/leffondrement-de-lordre-mondial-et-le-d%C3%A9clin-lempire-alcoforado-i8yle/?trackingId=q98bFgLaH8yqii9iKB3YOg%3D%3D>.

  • Fernando Alcoforado, 86, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024), How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024) e Agricultural Revolutions that changed the world in “Research trends in agricultural extension” (AkiNik Publications, 2026).
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Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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