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Economia GEOPOLÍTICA

O COLAPSO DA ECONOMIA DOS ESTADOS UNIDOS E AS CONSEQUÊNCIAS SOBRE A ECONOMIA E A GEOPOLÍTICA MUNDIAL.

Portanto, uma crise sistêmica nos Estados Unidos tenderia a se transformar rapidamente em crise mundial.

09/09/2026 às 20h02
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem com recurso de IA.
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Fernando Alcoforado*

Este é o resumo do artigo de 9 páginas que tem por objetivo demonstrar que os Estados Unidos tem sua economia em processo de colapso. Neste artigo, serão analisados como ocorrerá o colapso da economia dos Estados Unidos, quais são suas consequências sociais e políticas internas, qual será o papel internacional do dólar nas novas condições, como o colapso da economia nos Estados Unidos provocará uma crise financeira mundial, recessão ou depressão mundial com impactos internos e externos e como o colapso da economia nos Estados Unidos provocaria uma transformação geopolítica mundial. O “colapso de uma economia nacional” resulta sempre de uma crise sistêmica grave. Este é o caso dos Estados Unidos com o “colapso” de sua economia.  O “colapso” da economia dos Estados Unidos é entendido como uma combinação de recessão profunda, crise financeira, forte aumento do desemprego, perda de confiança nos títulos do Tesouro norte-americano e enfraquecimento duradouro do dólar, que teria consequências muito maiores do que uma recessão norte-americana convencional. O “colapso” da economia dos Estados Unidos é bastante grave porque este país é o centro do sistema financeiro internacional e sua moeda, o dólar, responde por cerca de 56,8% das reservas cambiais oficiais mundiais. Portanto, uma crise sistêmica nos Estados Unidos tenderia a se transformar rapidamente em crise mundial.  

Os principais dados que sustentam a tese de risco de “ colapso  ” da economia dos Estados Unidos são os seguintes: 1) Crise Fiscal e Explosão da Dívida Pública [2] que superou os US$ 40 trilhões pela primeira vez, valor este superior ao  PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos de US$ 32,38 trilhões em 2026, com o governo dos Estados Unidos gastando cerca de US$ 1,1 trilhão anualmente apenas para pagar os juros da dívida cujo valor já supera os gastos com a defesa nacional e limita o espaço para novos estímulos fiscais caso a economia quebre; 2) Desaceleração do Crescimento do PIB dos Estados Unidos que registrou crescimento anualizado de 1,5% no segundo trimestre de 2026 que indica haver uma desaceleração em relação aos 2,1% registrados no trimestre anterior e sinaliza o impacto prolongado dos juros altos; 3) Deterioração do Crédito e Inadimplência do Consumidor com o esgotamento no consumo das famílias, motor de dois terços da economia dos Estados Unidos, devido à perda de poder de compra das famílias e o crédito estar mais caro e a inadimplência em cartões de crédito e financiamentos de veículos estar nos patamares mais altos da última década; 4) Deterioração do Mercado de Trabalho com uma taxa de desemprego que ronda a casa dos 4,3% e apresentar crescimento artificial do emprego  haja vista ele estar restrito a setores isolados (como saúde e tecnologia), mascarando a estagnação do emprego nos outros 92% da economia norte-americana; e, 5)  Alavancagem e Risco Sistêmico com os Hedge Funds (fundo de investimento alternativo que reúne capital de investidores qualificados ou institucionais para aplicar em estratégias flexíveis e avançadas, buscando retornos acima da média do mercado) estão expostos segundo estudos do Federal Reserve e  mostram altos níveis de endividamento e alavancagem em fundos privados e derivativos de juros indicando o risco para uma possível liquidação desordenada de empresas se a economia encolher.

O problema estrutural mais preocupante na economia dos Estados Unidos está nas contas públicas porque a dívida pública federal tende a evoluir de cerca de 101% do PIB em 2026 para 120% em 2036, com déficits públicos persistentemente elevados e despesas líquidas com juros superiores a US$ 1 trilhão já em 2026. O aumento do déficit público dos Estados Unidos tem contribuído para o aumento acelerado da dívida pública. A conclusão que se extrai dos déficits públicos entre 1990 e 2025 é que ocorreu uma transformação importante das finanças públicas norte-americanas. Os Estados Unidos passaram de déficits de aproximadamente 4% do PIB no início dos anos 1990 para superávits no final daquela década, mas retornaram aos déficits a partir de 2002. Duas crises — 2008–2009 e 2020–2021 — produziram saltos extraordinários nos déficits públicos. Mais significativo é que, em 2025, mesmo sem uma recessão comparável àquelas crises, o déficit continuava próximo de 5,8% do PIB, indicando um desequilíbrio fiscal mais persistente do que o observado na década de 1990.  

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O aspecto mais preocupante da trajetória recente não é simplesmente a existência de elevado déficit público norte-americano. Os Estados Unidos historicamente operaram com déficits em muitos anos. O problema é a persistência de déficits muito elevados mesmo fora de recessões. Os déficits públicos recentes são muito grandes em comparação com os padrões históricos. Suas projeções atuais apontam para déficits públicos elevados durante a próxima década, com o aumento das despesas obrigatórias e, especialmente, dos juros líquidos da dívida federal exercendo pressão crescente sobre as contas públicas.

1. Como poderia ocorrer o colapso da economia dos Estados Unidos

O colapso da economia dos Estados Unidos poderia ocorrer principalmente devido ao crescimento descontrolado da dívida pública e à perda do status do dólar como moeda de reserva global. Um cenário extremo de colapso da economia dos Estados Unidos não seria provocado por apenas uma causa, mas por uma sequência de causas que se reforçariam mutuamente começando com uma crise fiscal que ocorrerá quando o governo norte-americano, que gasta mais do que arrecada por um longo período, perder a capacidade de pagar suas dívidas ou financiar os serviços públicos essenciais. Se o governo norte-americano perder a capacidade de pagar suas dívidas ou financiar serviços essenciais, ocorrerá uma crise financeira global imediata, caracterizada pelo calote ou não pagamento dos títulos da dívida pública (Treasuries) e pela paralisação profunda do governo dos Estados Unidos (shutdown). O crescimento continuado da dívida pública norte-americana aumenta o risco de uma crise fiscal em que investidores percam confiança nos títulos do governo norte-americano, provocando elevação abrupta dos juros e fortes perturbações econômicas e financeiras. Esta crise financeira poderia ser agravada por queda acentuada das ações nas Bolsas de Valores e dos imóveis, insolvência de instituições financeiras, conflitos comerciais, inflação persistente, crise política em torno do orçamento e da dívida pública ou diminuição da disposição internacional para financiar os déficits norte-americanos.

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O primeiro efeito da crise fiscal do governo dos Estados Unidos seria uma forte queda da produção, do investimento e do consumo e uma crise financeira de grandes proporções que poderia provocar falências empresariais, retração do crédito, queda dos investimentos, queda do consumo, forte redução da construção civil, desemprego em massa, crise imobiliária, perda de patrimônio das famílias, queda dos fundos de aposentadoria e aumento das insolvências bancárias. Seria uma crise semelhante à de observado na Grande Depressão ocorrida em 1929–1933 e na Grande Recessão ocorrida 2008–2009, porém potencialmente ampliada pela dimensão atual dos mercados financeiros. A crise também poderia criar um dilema para o Fed - Federal Reserve (Banco Central norte-americano) porque, para impedir a depressão econômica, o Fed teria que reduzir os juros e ampliar a liquidez. Entretanto, caso estivesse ocorrendo simultaneamente uma perda de confiança no dólar ou inflação elevada, a política monetária adotada seria ineficaz.

2. Consequências sociais e políticas internas do colapso da economia nos Estados Unidos

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Com o colapso da economia dos Estados Unidos, os impactos sociais provavelmente seriam extremamente desiguais nas diversas camadas da sociedade norte-americana. As famílias de baixa renda sofreriam primeiro com desemprego, despejos e execuções hipotecárias, perda de acesso a serviços de saúde, insegurança alimentar, endividamento e deterioração das condições habitacionais. A classe média poderia sofrer perdas importantes de patrimônio através da queda das ações nas Bolsas de Valores, dos fundos de aposentadoria e dos imóveis. Uma recessão prolongada também poderia produzir aumento da pobreza e da desigualdade social. Estudos mostram que políticas fiscais do governo, especialmente austeridade durante recessões profundas, tendem a agravar o desemprego, a pobreza, a desigualdade social e conflitos sociais.

A história econômica demonstra que crises financeiras prolongadas frequentemente aumentam a polarização política, a fragmentação partidária, a radicalização política e a dificuldade de construção de consensos. Existem evidências históricas de que crises financeiras tendem a aumentar a polarização e a fragmentação política, dificultando reformas econômicas posteriores. Nos Estados Unidos, poderia haver crescimento simultâneo de movimentos populistas tanto à esquerda quanto à direita, manifestações contra Wall Street, bancos, grandes empresas e governo federal. Poderia também ocorrer intensificação das disputas entre governo federal e estados e aumento da contestação das instituições políticas. Uma depressão da economia norte-americana provocaria provavelmente uma crise política de grandes proporções nos Estados Unidos com o avanço do extremismo de direita neofascista e com o avanço das forças políticas da esquerda democrática partidárias da social democracia e da revolução social. O  colapso   da economia nos Estados Unidos gerará profundas transformações estruturais, afetando a estabilidade global e a coesão interna do país.

3. O papel internacional do dólar seria colocado em questão com o colapso da economia nos Estados Unidos

O dólar seria colocado em questão mundialmente com o colapso da economia dos Estados Unidos. Esta poderia ser a transformação mais importante para a economia mundial. O colapso da economia dos Estados Unidos comprometeria diretamente o papel do dólar como a principal moeda de reserva global que se baseia na confiança na estabilidade econômica dos Estados Unidos, no seu poder militar e no tamanho do mercado financeiro norte-americano. Apesar da tendência de diversificação das reservas internacionais, o dólar continua dominante atualmente. No quarto trimestre de 2025, representava aproximadamente 56,77% das reservas cambiais internacionais identificadas pelo FMI.  Além disso, a importância internacional do dólar é muito superior ao peso econômico relativo dos Estados Unidos. O Federal Reserve calcula um índice de utilização internacional das moedas no qual o dólar representava cerca de 64,9%, contra aproximadamente 23,9% do euro e 3,1% do renminbi (nome oficial da moeda da China, enquanto o yuan é a unidade de medida usada para contar o dinheiro). Um  colapso   econômico norte-americano poderia acelerar a diversificação para euro, renminbi, ouro e outras moedas regionais. Entretanto, é improvável que uma única moeda substituísse rapidamente o dólar. O cenário mais plausível seria a formação gradual de um sistema monetário internacional multipolar.

4. O colapso da economia nos Estados Unidos provocaria uma crise financeira mundial, recessão ou depressão mundial com impactos internos e externos

Uma crise dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos seria particularmente perigosa porque esses títulos funcionam como uma espécie de ativo de referência do sistema financeiro mundial. Bancos, fundos de investimento, fundos de pensão, empresas e bancos centrais mantêm grandes volumes de ativos denominados em dólares. Uma queda abrupta dos Treasuries (dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos) poderia provocar um choque atingindo simultaneamente Nova York, Londres, Frankfurt, Tóquio, Hong Kong e outros grandes centros financeiros mundiais. Seria potencialmente uma crise maior do que a de 2008 porque o problema estaria no próprio centro do sistema monetário internacional.

Como os Estados Unidos continuam sendo um dos maiores mercados consumidores do planeta, uma recessão profunda em sua economia reduziria as importações norte-americanas de automóveis, eletrônicos, máquinas, petróleo, commodities, bens industriais e serviços. Países altamente dependentes do mercado norte-americano seriam particularmente atingidos. As cadeias globais de produção também sofreriam com a queda da demanda, dificuldade de financiamento, volatilidade cambial e redução do investimento internacional. Estudos do Federal Reserve mostram que choques monetários norte-americanos já conseguem produzir efeitos significativos sobre o PIB de economias estrangeiras, especialmente dos países emergentes vulneráveis. Uma crise sistêmica teria efeitos muito maiores.

A China seria, também, prejudicada economicamente e beneficiada geopoliticamente. No curto prazo, a China perderia parte importante da demanda externa, sofreria perdas sobre ativos em dólares e enfrentaria recessão mundial. Entretanto, no médio e longo prazo a China poderia aumentar seu peso relativo na economia mundial porque tentaria ampliar o comércio denominado em renminbi (nome oficial da moeda da China), os acordos de swap cambial (contrato financeiro para a troca de fluxos de pagamento entre diferentes moedas ou indexadores ao longo de um período), as instituições financeiras asiáticas, os investimentos da Belt and Road Initiative (Nova Rota da Seda), os sistemas de pagamentos alternativos e a utilização internacional de sua moeda.  Entretanto, a substituição completa do dólar pelo renminbi continuaria limitada por controles de capitais e pela menor profundidade dos mercados financeiros chineses.

A União Europeia também sofreria inicialmente uma forte recessão devido à interdependência financeira e comercial com os Estados Unidos. Mas o euro poderia ganhar importância internacional. A Europa poderia tentar ampliar seu papel como centro financeiro e monetário global. Uma condição essencial seria aprofundar a união bancária, integração dos mercados de capitais e a missão de ativos europeus seguros em grande escala. Os países emergentes como o Brasil provavelmente seriam os mais vulneráveis. A reação inicial poderia ser uma fuga mundial para liquidez, provocando desvalorização cambial, fuga de capitais, queda das bolsas e restrição do crédito externo. Países com grandes dívidas denominadas em dólares poderiam enfrentar crises severas. Os efeitos dos choques norte-americanos são especialmente fortes nos países que apresentam vulnerabilidades externas, como dívida elevada e reservas internacionais reduzidas.

O Brasil sofreria grandes impactos com o  colapso   da economia dos Estados Unidos. Inicialmente, ocorreriam provavelmente queda nas ações nas Bolsas de Valores, fuga de capitais externos, desvalorização da moeda brasileira (o real) e redução das exportaçõesTambém, poderia ocorrer quedas nos preços de commodities com a economia mundial entrando em recessão. No entanto, o Brasil possui algumas defesas importantes como suas reservas internacionais significativas (US 352 bilhões), o sistema bancário relativamente bem regulado, sua dívida pública predominantemente denominada em moeda nacional e uma economia relativamente diversificada. No médio prazo, um enfraquecimento estrutural da hegemonia financeira norte-americana poderia abrir espaço para o Brasil ampliar relações comerciais e financeiras com a China, União Europeia, Índia, países do BRICS, América Latina, África e Oriente Médio. O Brasil poderia acelerar o uso de moedas nacionais no comércio internacional.

5. O colapso da economia nos Estados Unidos provocaria uma transformação geopolítica mundial

O colapso da economia nos Estados Unidos poderia representar mais do que uma recessão ou depressão econômica. Poderia acelerar a transição de uma ordem internacional dominada pelos Estados Unidos para uma estrutura multipolar. O poder internacional norte-americano é sustentado atualmente por vários elementos: PIB + tecnologia + dólar + mercados financeiros + poder militar + alianças internacionais. O colapso da economia nos Estados Unidos com uma crise econômica prolongada enfraqueceria vários desses pilares simultaneamente. Com o colapso de sua economia, o governo dos Estados Unidos teria mais dificuldade para financiar suas bases militares externas, prover ajuda econômica externa, desenvolver programas de defesa e manter presença militar internacional. China, Rússia, União Europeia, Índia e outras potências regionais poderiam aumentar ainda mais sua influência no mundo.

O fato é que o colapso da economia nos Estados Unidos levaria ao fim da hegemonia norte-americana no sistema econômico internacional apesar de continuar dispondo de vantagens estruturais extraordinárias como uma economia gigantesca, universidades líderes no plano mundial, enorme capacidade científica e tecnológica, mercados financeiros abrangentes, produção agrícola e energética elevada, empresas tecnológicas globais e grande capacidade militar. Portanto, mesmo uma crise muito profunda provavelmente produziria uma reestruturação do capitalismo norte-americano e do sistema internacional, e não necessariamente o fim dos Estados Unidos como grande potência. O resultado mais importante será o fim progressivo de uma ordem internacional centrada exclusivamente nos Estados Unidos e a emergência de uma arquitetura econômica e monetária mais multipolar.

Para assistir o vídeo, acessar o website: https://www.youtube.com/watch?v=HdYgI3Sl3G8

Para ler o artigo completo de 9 páginas em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu  <https://www.academia.edu/173630574/O_COLAPSO_DA_ECONOMIA_DOS_ESTADOS_UNIDOS_E_AS_CONSEQU%C3%8ANCIAS_SOBRE_A_ECONOMIA_E_A_GEOPOL%C3%8DTICA_MUNDIAL>, <https://www.academia.edu/173630618/THE_COLLAPSE_OF_THE_UNITED_STATES_ECONOMY_AND_THE_CONSEQUENCES_FOR_THE_GLOBAL_ECONOMY_AND_GEOPOLITICS> e <https://www.academia.edu/173630689/LEFFONDREMENT_DE_L%C3%89CONOMIE_AM%C3%89RICAINE_ET_LES_CONS%C3%89QUENCES_SUR_L%C3%89CONOMIE_MONDIALE_ET_LA_G%C3%89OPOLITIQUE_MONDIALE> e do Linkedin <https://www.linkedin.com/pulse/o-colapso-da-economia-dos-estados-unidos-e-sobre-fernando-alcoforado-3oghf/?trackingId=oolUBfqSUryICiv%2BIE5Vlg%3D%3D>. <https://www.linkedin.com/pulse/collapse-united-states-economy-consequences-global-alcoforado-chvjf/?trackingId=a2pBR9Icy9jtOlx6Ndn7sw%3D%3De <https://www.linkedin.com/pulse/leffondrement-de-l%C3%A9conomie-am%C3%A9ricaine-et-les-sur-la-alcoforado-gu2nf/?trackingId=LxwG2F%2B3pS0cb00Lr8xVFQ%3D%3D>.

  • Fernando Alcoforado, 86, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Encestar Condiciones os Theo Economic ande Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024), How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024) e Agricultural Revolutions that changed the world in “Research trends in agricultural extension” (AkiNik Publications, 2026).  
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Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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