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COMO ELIMINAR OS MALES CONTRA A HUMANIDADE PROVOCADOS PELO CAPITALISMO AO LONGO DA HISTÓRIA.

O capitalismo substituiu o feudalismo, sistema social, político e econômico que prevaleceu na Europa Ocidental na Idade Média.

30/06/2025 às 01h14
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem Ilustrativa / vermelho.org.br - reprodução
Imagem Ilustrativa / vermelho.org.br - reprodução

Este é o resumo do artigo de 23 páginas que tem por objetivo apresentar os males contra a humanidade provocados pelo capitalismo ao longo da história e como eliminá-las. O capitalismo é um modo de produção, que surgiu entre os séculos XII e XV, baseado na incessante acumulação do capital privado e na maximização do lucro. O capitalismo substituiu o feudalismo, sistema social, político e econômico que prevaleceu na Europa Ocidental na Idade Média que durou aproximadamente mil anos, desde o século V até o século XV. Desde suas origens, o capitalismo tem sido causador de muitos males contra a humanidade porque: 1) contribui para a devastação da natureza que faz com que as pandemias proliferem e afetem a saúde da população mundial; 2) contribui para o aquecimento global e a mudança climática catastrófica global desde a Revolução Industrial na Inglaterra que afetam a saúde e as condições de vida da população mundial; 3) contribui para a proliferação de guerras e, inclusive, com a possibilidade de eclosão da 3ª Guerra Mundial que pode levar à extinção da humanidade e da vida na Terra; 4) contribui para tornar caótica a economia mundial e agravar os problemas econômicos e sociais que comprometem o bem estar social da humanidade; e, 5) contribui para promover o avanço do neofascismo no mundo. É por tudo isto que o capitalismo produz muito mais males do que benefícios para a humanidade que faz com que se torne um imperativo a construção de uma nova ordem política, econômica e social em cada país e no mundo diametralmente oposta ao capitalismo para eliminar todos os males que afetam a humanidade.

1. O capitalismo como causador da devastação da natureza que faz com que as pandemias proliferem e afetem a saúde da população mundial.

Um dos males provocados pelo capitalismo são as pandemias, que resultam da devastação da natureza provocada pelos sistemas de produção na busca incessante do lucro, que afetam a saúde da população mundial. O homem invade florestas tropicais e outros ambientes selvagens, que abrigam várias espécies de plantas e animais e dentro dessas criaturas há inúmeros vírus desconhecidos. Ao cortar as árvores, matar os animais ou os enjaulá-los e ao enviá-los para os mercados, a atividade capitalista destrói ecossistemas e dissemina os vírus de seus hospedeiros naturais. Quando isso acontece, os vírus precisam de um novo hospedeiro que muitas vezes é o próprio homem. Se a destruição da natureza não tiver um fim, é provável que doenças ainda mais mortais e destrutivas atinjam a humanidade no futuro, de forma mais rápida e frequente. Este alerta vem dos principais especialistas em biodiversidade do mundo. A cada ano do século XX, ao menos dois vírus foram transmitidos de animais que eram seus hospedeiros originais para populações humanas. Entre eles estão o HIV, o H1N1, o ebola e, é claro, o novo Coronavírus. A prevenção do desmatamento, da caça e do tráfico de animais impedindo o contato de humanos com animais silvestres diminui consideravelmente a chance de epidemias. 

Como acabar com as pandemias e impedir a devastação da natureza? Para acabar com as pandemias, urge realizar investimentos de US$ 22 bilhões a US$ 31 bilhões por ano por uma década, para monitorar e policiar o comércio de animais selvagens e impedir o desmatamento tropical e em vigilância sanitária e biossegurança na criação de animais de consumo, que são potenciais intermediários de vírus que atingem humanos, principalmente em áreas próximas a florestas para ajudar a prevenir futuras pandemias. É preciso manter a população mundial bem informada quanto aos riscos de novas pandemias com dados confiáveis, concebidos pela experiência e pela ciência, que certamente seria de grande valia para gerar orientações imprescindíveis ao seu comportamento social visando sua colaboração no esforço de prevenção de novas pandemias. Para impedir a devastação da natureza que faz com que as pandemias proliferem, é um imperativo substituir o atual modelo econômico capitalista dominante em todo o mundo pelo Estado de Bem-Estar Social com a social democracia nos moldes escandinavos que consiste em um modo de organização econômica, política e social na qual o Estado atua como organizador da economia e agente de promoção social e de preservação do meio ambiente.

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2. O capitalismo como causador do aquecimento global e da mudança climática catastrófica global desde a Revolução Industrial na Inglaterra que afetam a saúde e as condições de vida da população mundial.

Dois dos grandes males provocados pelo capitalismo são o aquecimento global e a mudança climática global que afetam a saúde e as condições de vida da população mundial.  O aquecimento global já está impactando enormemente sobre a saúde da população mundial. A mudança climática resultante do aquecimento global afeta diretamente a saúde humana por meio de eventos climáticos extremos, da propagação de doenças transmitidas por vetores e outras doenças infecciosas e do agravamento da poluição do ar. Indiretamente, a mudança do clima afeta a saúde humana causando desnutrição, piorando as condições de trabalho e gerando estresse mental. O aumento na frequência das ondas de calor acarretará em uma duplicação ou até mesmo em uma triplicação até 2050 dos casos de infarto e doenças respiratórias.  Haverá aumento também da quantidade de pessoas afetadas pela asma, das infecções transmitidas por mosquitos, dos casos de envenenamento por alimentos e as infecções virais, como a gripe aviária e a pneumonia atípica (SARS). As mortes relacionadas aos efeitos do calor extremo podem quase quintuplicar nas próximas décadas, segundo um relatório feito por mais de 100 especialistas de 52 instituições de pesquisas e agências da ONU de todo o mundo, que monitoram os impactos das mudanças climáticas na saúde.  

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Como evitar o aquecimento global e a mudança climática catastrófica global? No momento atual, a ONU atua de forma bastante limitada e ineficaz no enfrentamento das questões relacionadas com o meio ambiente, lidando fundamentalmente com as questões das mudanças climáticas. Sua atuação é limitada porque atua apenas no combate à mudança climática, não propondo, por exemplo, a substituição do insustentável atual modelo de sociedade capitalista por um novo modelo sustentável de sociedade diametralmente oposto porque tem sido extremamente destrutivo das condições de vida no planeta. Sua atuação é ineficaz porque não tem alcançado os resultados perseguidos no combate ao aquecimento global e à mudança climática global. Para mudar essa situação, é necessário: 1) reestruturar a ONU para, como governo mundial, adquirir a autoridade necessária para coordenar as ações dos países visando evitar o aumento do aquecimento global e a mudança climática catastrófica que se anuncia para o futuro do planeta Terra; e, 2) substituir o modelo capitalista dominante em todo o mundo por outro diametralmente oposto, que leve em conta o homem integrado ao meio ambiente, com a natureza, ou seja, a social democracia nos moldes escandinavos, que apoia intervenções econômicas e sociais do Estado para promover o Bem-Estar Social da população incluindo intervenções no meio ambiente para promover o desenvolvimento sustentável.

3. O capitalismo como causador de guerras que proliferam no mundo e, inclusive, com a possibilidade de eclosão da 3ª Guerra Mundial que pode levar à extinção da humanidade e da vida na Terra.

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A história da humanidade é, em larga medida, uma história de guerras, mas foi durante o capitalismo que as guerras alcançaram um crescimento exponencial no mundo. A violência dos conflitos em nossa época não tem paralelo na história da humanidade. As guerras do século XX foram “guerras totais” contra combatentes e populações civis sem discriminação. O século XX foi sem dúvida o mais assassino de que temos registro, tanto na escala, frequência e extensão da guerra como também pelo grande número de catástrofes humanas que produziu, desde as maiores fomes da história até o genocídio sistemático. Todas as "megamortes" ocorridas desde 1914 até 1945, durante a 1ª e 2ª Guerra Mundial, chegaram a um total de 187 milhões de mortos. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, até o final do século XX, o mundo conheceu 160 guerras, quando morreram cerca de 7 milhões de soldados e 30 milhões de civis. As guerras continuam fazendo parte de nosso cotidiano como demonstram o conflito entre Rússia e Ucrânia, a guerra entre Israel e os palestinos do Hamas e a guerra entre Israel e Irã.

Como construir um novo cenário de paz e cooperação entre as nações e povos do mundo inteiro? A reforma do sistema internacional atual se impõe porque a ONU atua de forma limitada e ineficaz no enfrentamento das questões relacionadas com a guerra e a paz mundial, fato este que exige a constituição de uma nova estrutura que seja capaz de mediar e evitar os conflitos internacionais e, sobretudo, impedir a eclosão da 3ª Guerra Mundial. A existência de um governo mundial democrático é absolutamente necessário para coordenar a ação de todos os países do mundo visando assegurar a paz mundial em nosso planeta e evitar a extinção da humanidade com base em um Contrato Social Planetário que seria a Carta Magna dos povos do planeta Terra. Para a elaboração do Contrato Social Planetário deveria haver a convocação pela Assembléia Geral da ONU de uma Assembleia Mundial Constituinte com a participação de representantes de todos os países do mundo eleitos para este fim. Para assegurar a prática democrática e a governabilidade no planeta Terra, o poder mundial deveria ser exercido pelo Parlamento mundial com representantes de todos os povos do mundo a ser criado que, além de constituir o Governo democrático mundial e a Corte Suprema mundial, deveria elaborar e aprovar as leis internacionais baseadas no Contrato Social Planetário.

4. O capitalismo como responsável por  tornar caótica a economia mundial e agravar os problemas econômicos e sociais que comprometem o bem estar social da humanidade.

O capitalismo tem sido causador de graves problemas econômicos e sociais porque, além de ser um sistema que opera caoticamente, é responsável pelo agravamento das desigualdades sociais em todo o mundo comprometendo o bem estar social da humanidade. O capitalismo é um sistema que opera caoticamente porque foi responsável pela ocorrência de duas grandes depressões econômicas do sistema capitalista mundial em 1873 e 1929 e da grande recessão de 2008 que não evoluiu para uma nova depressão econômica porque houve intervenção dos governos para evitá-la. O capitalismo liberal adotado até 1929 e o capitalismo neoliberal que prevalece desde 1990 na economia mundial fracassaram do ponto de vista do progresso social porque contribuíram para o avanço da desigualdade social que chegou a níveis alarmantes em todo o mundo no século XXI.

Como acabar com o caos na economia mundial e assegurar o bem estar da população mundial? A eliminação do caos na economia mundial só será alcançada com a adoção de políticas econômicas Keynesianas, que sejam implementadas nacional e globalmente, que prevê a intervenção dos governos de cada país na economia nacional para alcançar a estabilidade econômica e assegurar o pleno emprego e a existência de um governo mundial para assegurar a coordenação entre as políticas econômicas adotadas em cada país e globalmente visando obter a estabilidade da economia nacional e mundial. A redução das desigualdades sociais só serão alcançadas com a existência do Estado de Bem-Estar Social nos moldes da social democracia dos países escandinavos para promover intervenções para promover uma distribuição de renda mais igualitária. O modelo nórdico ou escandinavo de social-democracia não é nem totalmente capitalista nem totalmente socialista, sendo  a tentativa de fundir os elementos mais desejáveis de ambos em um sistema "híbrido".

5. O capitalismo como causador de instabilidades políticas ao atentar contra a democracia e promover o avanço do neofascismo no mundo

O capitalismo tem se caracterizado por promover instabilidades políticas quando os detentores do poder político e econômico adotam medidas de exceção, sobretudo nos períodos de crise profunda, atentando contra a democracia, além de ter produzido o fenômeno do fascismo adotado na década de 1920 na Itália e do nazismo na década de 1930 na AlemanhaNa era contemporânea, o capitalismo, que enfrenta uma crise profunda, está atentando, também, contra a democracia em todos os países do mundo ao produzir o fenômeno do neofascismo, que é uma manifestação do chamado "extremismo de direita", sendo esse um termo coletivo para ideologias e atividades políticas fascistas, neonazistas ou ultranacionalistas. O neofascismo geralmente inclui o ultranacionalismo, a supremacia racial, o populismo, o autoritarismo, o nativismo, a xenofobia e o sentimento anti-imigração, bem como oposição à democracia liberal, ao parlamentarismo, ao liberalismo, ao marxismo, ao comunismo e ao socialismo. 

Como impedir o avanço do neofascismo no mundo? Só com a adoção de um novo sistema político, econômico e social radicalmente democrático em cada país, o socialismo democrático, é que será possível fazer prevalecer a democracia em todos os quadrantes da Terra. Mas, antes de implantar o socialismo democrático, é preciso que haja uma etapa de transição com a adoção da social democracia nos moldes escandinavos, que é uma ideologia política que apoia intervenções econômicas e sociais do Estado para promover justiça social em um sistema capitalista e uma política de Bem-Estar Social no interesse geral da população com intervenções para promover uma distribuição de renda mais igualitária e um compromisso para com a democracia representativa e participativa em que, neste último caso, o povo participaria das decisões de governo através de plebiscito e referendo.

6. O imperativo da construção de uma nova ordem política, econômica e social em cada país e no mundo diametralmente oposta ao capitalismo para eliminar todos os males que afetam a humanidade.

É chegado o momento de a humanidade construir uma nova sociedade para substituir o capitalismo moribundo no mundo que contribua para sua completa emancipação do sofrimento de 900 anos a ela imposto pelos detentores do capital. A construção de uma nova sociedade se torna uma necessidade imperiosa, não apenas para eliminar os insolúveis e gigantescos problemas políticos, econômicos, sociais e ambientais provocados pelo capitalismo, mas também, diante da perspectiva do sistema capitalista chegar ao fim em meados do século XXI quando a taxa de lucro global e a taxa de crescimento do Produto Bruto Mundial alcançarão o valor zero. Esta situação impõe a necessidade de que seja implantada em cada país uma nova sociedade diametralmente oposta ao capitalismo, isto é, o socialismo, que vem sendo defendido e perseguido desde o século XVIII, porém diferente daquele construído na União Soviética e em outros países, ou seja, o socialismo democrático, bem como um governo democrático mundial para coordenar as ações dos governos nacionais na busca dos interesses comuns.  

O socialismo do futuro deveria ser radicalmente democrático tendo como objetivo criar um ambiente de liberdade, igualdade e fraternidade entre os seres humanos para a conquista de sua felicidade resgatando os ideais do Iluminismo. Para edificar a sociedade socialista em substituição ao capitalismo, é preciso que haja uma transição que pode ser a reforma do capitalismo com a construção do Estado de Bem Estar Social como o construído nos países escandinavos que, sendo um híbrido entre o que existe de mais positivo nos sistemas capitalista e socialista, prepararia o terreno para a edificação do socialismo democrático no futuro.

7. Conclusões.

Conclui-se, portanto, que. para eliminar os males provocados pelo capitalismo, é preciso construir o Estado de Bem estar Social nos moldes escandinavos, como transição para o socialismo democrático do futuro, em cada país, visando: 1) combater a devastação do meio ambiente para evitar pandemias; 2) evitar o aquecimento global e a mudança climática global; 3) evitar o caos na economia de cada país promovendo o desenvolvimento econômico e social e a estabilidade da economia nacional com a adoção de políticas econômicas Keynesianas e reduzir as desigualdades sociais promovendo uma política de distribuição de renda mais igualitária; e, 4) evitar o avanço do neofascismo com seu compromisso para com a democracia representativa e participativa.

Além da construção do Estado de Bem-Estar Social nos moldes escandinavos, é preciso constituir, na esfera mundial, um Governo democrático mundial para: 1) coordenar a ação de todos os países no combate ao aquecimento global e à mudança climática global; 2) mediar os conflitos internacionais para acabar com as guerras e viabilizar a paz mundiale, 3) coordenar a ação de todos os países visando acabar com o caos na economia mundial com a adoção de políticas econômicas Keynesianas para obter a estabilidade das economias nacional e mundial.

Para assegurar a prática democrática e a governabilidade no planeta Terra, o poder mundial deveria ser exercido pelo Parlamento mundial com representantes eleitos por todos os países do mundo a ser criado que, além de constituir o Governo mundial e a Corte Suprema mundial, deveria elaborar e aprovar as leis internacionais baseadas no Contrato Social Planetário, Carta Magna dos povos do planeta Terra. Não existirá a paz mundial nem o mercado mundial funcionará adequadamente sem o Estado de Direito Internacional que só pode ser aplicado e respeitado com a presença de um Governo mundial que seja aceito por todos os países. Um Governo mundial só será sustentável se for verdadeiramente democrático.         

Para assistir o vídeo, acessar o website https://www.youtube.com/watch?v=BfP9CrlFdV4

Para ler o artigo de 23 páginas em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu <https://www.academia.edu/130119950/COMO_ELIMINAR_OS_MALES_CONTRA_A_HUMANIDADE_PROVOCADOS_PELO_CAPITALISMO_AO_LONGO_DA_HIST%C3%93RIA>, <https://www.academia.edu/130120628/HOW_TO_ELIMINATE_THE_EVILS_AGAINST_HUMANITY_CAUSED_BY_CAPITALISM_THROUGHOUT_HISTORY> e <https://www.academia.edu/130120798/COMMENT_%C3%89LIMINER_LES_MALFAITS_CONTRE_LHUMANIT%C3%89_CAUS%C3%89S_PAR_LE_CAPITALISME_%C3%80_TRAVERS_LHISTOIRE>, do SlideShare <https://pt.slideshare.net/slideshow/como-eliminar-os-males-contra-a-humanidade-provocados-pelo-capitalismo-ao-longo-da-historia-pdf/280924951>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/how-to-eliminate-the-evils-against-humanity-caused-by-capitalism-throughout-history-pdf/280924996> e <https://pt.slideshare.net/slideshow/comment-eliminer-les-malfaits-contre-l-humanite-causes-par-le-capitalisme-a-travers-l-histoire-pdf/280925038> e do Linkedin <https://www.linkedin.com/pulse/como-eliminar-os-males-contra-humanidade-provocados-pelo-alcoforado-foshf/?trackingId=l864o1i4c3Ofo7eyRE2%2BZg%3D%3D>, <https://www.linkedin.com/pulse/how-eliminate-evils-against-humanity-caused-history-alcoforado-pqlxf/?trackingId=Sm27tqMmNZOT3Mh49f5svQ%3D%3D> e <https://www.linkedin.com/pulse/comment-%C3%A9liminer-les-malfaits-contre-lhumanit%C3%A9-caus%C3%A9s-alcoforado-as51f/?trackingId=Epbrc827xwB2XR3Q579N7w%3D%3D>.

  • Fernando Alcoforado, 85, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, Professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e Consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia e Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024) e How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024).  
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Fernando Alcoforado
Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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