
O jornalista Fábio Costa Pinto, conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), rompe o silêncio sobre a perseguição sistêmica e a “maldade incalculável” que vem enfrentando. Alvo de uma campanha orquestrada de calúnias criminosas, o jornalista denuncia que o objetivo central dos ataques é o seu assassinato de reputação, visando desacreditá-lo perante a sociedade e os movimentos que defende.
O impacto dessa perseguição contínua resultou em um grave comprometimento de sua saúde. Atualmente, Fábio Costa Pinto encontra-se sob rigoroso acompanhamento neurológico e psicológico, dependendo de suporte clínico e medicação para suportar o estresse traumático causado pelas injustiças. “É uma tentativa de aniquilação. Querem que eu perca a voz e a sanidade, mas minha resistência é alimentada pelo amor aos meus dois filhos, ao meu trabalho independente, ao dever de informar e pelo meu papel institucional na ABI”, afirma o jornalista.
Ativista dos Direitos Humanos e defensor dos menos favorecidos, Fábio ressalta que a perseguição é uma retaliação direta ao seu trabalho investigativo. A denúncia alerta para a face mais cruel do silenciamento profissional: o adoecimento provocado pela omissão das autoridades e pela agressão constante à imagem pública do jornalista.
Leia na íntegra: CARTA ABERTA: O GRITO DE UM PAI E JORNALISTA CONTRA A BARBÁRIE.
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