
Nossa Senhora do Rosário do Paraguassú, depois do Porto da Cachoeira, a Câmara local, com o povão na Praça da Aclamação, aclama o Imperador filho de Dom João VI, e pai do futuro Imperador Dom Pedro II, das famílias Orleans e Bragança.
Pedro I é aclamado, pois, estavam em Portugal e no Brasil colônia arquitetando um golpe. Não esqueçam que em 1808, antes de 1822 e 1823, Napoleão Bonaparte invade a Espanha e Portugal.
Fervilhava entre as Cortes na Europa Ocidental boatos, traições de todo tipo, que a Grã-Bretanha (Inglaterra dona do planeta), a França que disputava nacos das Américas com a Holanda, principalmente, borbulhavam teorias as mais diversas para evitar ao mesmo tempo, a guerra Inglaterra versus França.
Naquele momento, ao tempo em que avançavam sobre a Ásia e África. Napoleão não pensou duas vezes: invadiu Portugal e Espanha “donos” das Américas do Canadá ao sul da Argentina na Patagônia. Dom João VI, tributo de Dom João III, QUE MANDOU THOMÉ DE SOUZA FAZER A “CIDADE SÃO SALVADOR”, aportando em 1808 exatamente em Salvador.
Daí, foi a Corte para o Rio de Janeiro. Não é novidade que no Rio de Janeiro já haviam franceses e espiões da França. Esse alvoroço continuou século XIX na Europa colonialista e nas Américas trucidando os índios e o avanço o tráfico de gente “escrava”, in casu para o Brasil, menina dos olhos de Gianfrancesco MEDICIS de Florença.
Também da família Sforza de Milão. Pegava fogo nesta Colônia Brasil o que fazer. EIS a questão. Todo o 25 de junho de 1822, 14 anos apenas dá fuga do pai de Pedro I de Portugal para a Bahia, Brasil, gerou a aclamação pelas Câmaras, principalmente a de CACHOEIRA, no Recôncavo da Bahia.
É minha opinião que líderes em CACHOEIRA do 25 de julho de 1822 sabiam — e com pouca comunicação da época-dito pela Inglaterra. Interessava a Inglaterra hipocritamente a aclamação de Dom Pedro I imperador do Brasil “perpétuo”, não esqueçam.
O 25 de junho de 1822 é muito importante porque foi lá em Cachoeira, Recôncavo da Bahia, que aconteceu está aclamação política/ patriota na época… dai partiram as epopéias do 2 de julho de 1823. Óbvio.
Então, a chamada Independência do 7 de setembro de 1822 foi, a meu ver, para beneficiar a Inglaterra. DIALETICAMENTE deu-se algo fantástico: 2 de julho de 1823 (não 1822!) expulsando pelos caboclos e caboclas da Bahia o General Madeira, português. Ora, o Império colônia portuguesa, os ingleses querendo “perpétuo” o Imperador português, e dá-se o 2 de julho de 1823.
ADEMAIS, o General Labatut francês! O que aconteceu foi uma profunda REVOLUÇÃO no 2 de julho de 1823, curiosamente notável. E começou no 25 de junho de 1822 pela aclamação do Imperador. Os líderes de CACHOEIRA estavam á frente do tempo. VIVA o 25 de junho de 1822 e conseguinte notável 2 de julho de 1823.
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