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PRINCIPAIS OBSTÁCULOS AO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DO BRASIL E COMO SUPERÁ-LOS.

“A questão central, entretanto, não é apenas investir mais, mas reorganizar o sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação”.

22/05/2026 às 23h48
Por: Colunista Fonte: Fernando Alcoforado*
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Imagem Ilustrativa com recurso de IA
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Fernando Alcoforado*

Este artigo tem por objetivo apresentar os obstáculos ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil e como superá-los. O Brasil enfrenta diversos obstáculos estruturais, econômicos, institucionais e culturais para promover seu desenvolvimento científico e tecnológico. Apesar de possuir importantes universidades, centros de pesquisa e instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o país ainda apresenta baixa capacidade de transformar conhecimento científico em inovação produtiva e autonomia tecnológica. Ao mesmo tempo, há avanços recentes importantes, como os investimentos públicos recordes realizados pelo governo Lula via FNDCT (~R$ 10 bilhões/ano no triênio 2023–2025), com a integração crescente entre ciência, indústria e políticas públicas e foco em áreas estratégicas como Inteligência Artificial, semicondutores e digitalização. A questão central, entretanto, não é apenas investir mais, mas reorganizar o sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação.

Os principais obstáculos ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil são os seguintes: 1) Baixo investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D); 2) Dependência tecnológica externa; 3) Desindustrialização precoce; 4) Fragilidade da integração universidade–empresa; 5) Burocracia excessiva e ambiente institucional desfavorável; 6) Deficiências da educação básica; 7) Fuga de cérebros do Brasil para o exterior; 8) Grande desigualdade regional no desenvolvimento científico e tecnológico; 9) Baixa cultura de inovação empresarial; 10) Instabilidade econômica e política; 11) Baixa transformação da ciência em inovação; e, 12) Insuficiente diversidade tecnológica e produtiva. Serão apresentados nos parágrafos a seguir, porque estes são os principais obstáculos ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil.

1. Baixo investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

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O Brasil investe relativamente pouco em ciência, tecnologia e inovação quando comparado às economias mais avançadas e mesmo a países emergentes como China e Coreia do Sul.  Além de investir relativamente pouco em ciência, tecnologia e inovação, os investimentos públicos no Brasil são instáveis e sujeitos a cortes orçamentários frequentes que comprometem a continuidade das pesquisas, a formação de pesquisadores, a modernização de laboratórios e a inovação industrial. Grande parte do financiamento depende do Estado, enquanto a participação do setor privado é, também, limitada. O Brasil investe cerca de 1,2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), com a divisão sendo praticamente paritária: 50% de origem pública e 50% do setor privado. O investimento em P&D ainda é relativamente baixo frente a países líderes (≈1–1,3% do PIB, contra >2% na OCDE).

2. Dependência tecnológica externa.

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O Brasil importa grande parte das tecnologias avançadas utilizadas na indústria, na informática, na defesa, na química fina e na produção de semicondutores. Dados do Banco Central indicam que o Brasil envia cifras próximas a US$ 10 bilhões anuais para remunerar o uso de propriedades intelectuais globais. Essa dependência compromete a soberania nacional, a competitividade industrial e a capacidade do Brasil de inovação autônoma. Muitas empresas estrangeiras instaladas no país realizam apenas montagem ou adaptação tecnológica, mantendo seus centros estratégicos de P&D no exterior.

A dependência tecnológica atual do Brasil é significativa porque o país depende de tecnologias dos Estados Unidos em áreas críticas como sistemas de navegação, nuvem (AWS, Azure, Google Cloud) e inteligência artificial. O Brasil  atua muitas vezes como um "montador" (maquiladora), importando componentes tecnológicos e pagando royalties por patentes, o que contribui para o déficit no balanço de pagamentos. É incipiente a presença brasileira em patentes de tecnologias estratégicas, como a inteligência artificial que é utilizada em dispositivos (IA on-device) e existe a concentração de infraestrutura de nuvem controlada por empresas estrangeiras, levantando preocupações sobre a segurança de dados nacionais e a autonomia decisória nacional.

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3. Desindustrialização precoce.

A participação da indústria no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro recuou 23,3 pontos percentuais de 1985 a 2024. O peso do setor na economia do país foi de 48% para 24,7% no período. A queda na participação da indústria na formação do PIB do Brasil foi uma das consequências danosas provocadas pela adoção do modelo econômico neoliberal de abertura do mercado brasileiro a produtos importados do exterior  desde 1990. A perda de participação da indústria de transformação no PIB brasileiro reduziu a demanda por inovação tecnológica nacional. Sem uma base industrial forte no Brasil, diminui a absorção de pesquisadores, reduz-se o investimento empresarial em inovação e enfraquece-se a interação entre universidades e empresas. A inovação tecnológica tende a ser mais intensa em economias industrializadas e tecnologicamente complexas.

4. Fragilidade da integração universidade–empresa.

No Brasil, há grande separação entre a produção acadêmica e o setor produtivo. Isto se deve ao fato de as empresas estrangeiras disporem nos países sede da integração entre universidade e empresa e as empresas nacionais preferirem importar tecnologias prontas para seus sistemas produtivos.  Esta situação faz com que muitas pesquisas realizadas no Brasil fiquem restritas às universidades e não se convertam em patentes, novos produtos, processos industriais e empresas inovadoras.  Esta situação resulta do fato de as empresas estrangeiras/multinacionais controlarem cerca de (55%) do faturamento de subsetores-chave industriais.

O capital estrangeiro é majoritário ou dominante em indústrias de alta tecnologia e bens de capital, como o setor automobilístico, de autopeças, máquinas e equipamentos, farmacêutico e eletrônico, enquanto a indústria nacional é extremamente forte nos setores de bens de consumo não duráveis (como alimentos e bebidas), calçados, celulose, além de manter o controle majoritário sobre as grandes indústrias extrativas e de transformação de base (como a Vale na mineração e a Petrobras em energia). O estoque de capital e Investimento Direto Estrangeiro (IED) na economia brasileira atingiu a marca recorde histórica de US$ 1,14 trilhão, o que equivale a 46,6% do PIB, demonstrando o alto nível de dependência econômica do país em relação ao capital estrangeiro.

5. Burocracia excessiva e ambiente institucional desfavorável.

Pesquisadores e empresas enfrentam lentidão na liberação de recursos, dificuldades para importação de equipamentos científicos, há excesso de normas administrativas, demora na concessão de patentes e a burocracia reduz a eficiência do sistema nacional de inovação.

6. Deficiências da educação básica.

O desenvolvimento científico depende de uma base educacional sólida. O Brasil possui graves problemas em alfabetização científica, ensino de matemática, formação técnica e qualidade do ensino público. Isso limita a formação de recursos humanos altamente qualificados necessários à economia do conhecimento no Brasil. Para solucionar todos os problemas da educação no Brasil, inclusive os de evasão dos alunos, é preciso que haja aumento dos investimentos, sobretudo públicos, com o sistema de educação. No Brasil, o gasto em educação por aluno (cerca de 3 mil dólares por aluno) tem um valor ridículo comparado com outros países mais desenvolvidos que investem de 10 mil a 15 mil dólares por aluno. 

7. Fuga de cérebros do Brasil para o exterior.

A fuga de cérebros no Brasil diz respeito à emigração de profissionais altamente qualificados (como cientistas, pesquisadores, médicos e engenheiros, entre outros) em busca de melhores salários, valorização profissional e infraestrutura de ponta no exterior. O fenômeno é impulsionado por cortes históricos em orçamentos de pesquisa, escassez de concursos públicos e dificuldade de ascensão no mercado corporativo local. O setor de tecnologia é um dos mais afetados. Profissionais de Tecnologia da Informação e engenharia frequentemente migram atraídos por remunerações em dólar ou euro que superam em várias vezes a média salarial brasileira, além da possibilidade de trabalhar em polos de inovação globais.

A saída de mentes brilhantes gera uma perda do investimento público feito no Brasil na formação acadêmica desses especialistas. Além disso, atrasa o desenvolvimento tecnológico e impede o exercício da soberania nacional em setores estratégicos. Muitos pesquisadores brasileiros migram para países desenvolvidos em busca de melhores salários, infraestrutura científica, estabilidade institucional e oportunidades profissionais. A chamada “fuga de cérebros” provoca perda de capital intelectual estratégico e enfraquece o potencial inovador do Brasil.

8. Grande desigualdade regional no desenvolvimento científico e tecnológico.

A infraestrutura científica brasileira está concentrada principalmente nas regiões Sudeste e Sul, onde há concentração de universidades de excelência, o que contribui para que haja desigualdades regionais no acesso à pesquisa e assimetrias tecnológicas regionais. Estados mais pobres do Brasil possuem menor capacidade de produção científica e inovação.

A Região Sudeste do Brasil retém cerca de 87% dos aportes privados em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Mais de 60% das startups brasileiras e a grande maioria dos parques tecnológicos do país estão concentrados no Sul e Sudeste do Brasil. Cerca de 68% dos data centers operacionais estão alocados na região Sudeste do Brasil.

9. Baixa cultura de inovação empresarial.

A baixa cultura de inovação empresarial no Brasil é um desafio estrutural que afeta a competitividade e a longevidade dos negócios. Pesquisas indicam que a taxa de inovação no setor industrial brasileiro vem caindo, e a aversão ao risco, somada à burocracia e à falta de investimentos em longo prazo, são os principais entraves. O empresariado nacional historicamente prefere modelos de negócios tradicionais em vez de arriscar em novas tecnologias ou processos incertos. O acesso a crédito especializado e os elevados custos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) são barreiras constantes.

Há uma falta de integração histórica entre as universidades (pesquisa básica) e o setor produtivo (aplicação comercial). A pressão por resultados imediatos impede o foco em estratégias de longo prazo fundamentais para a inovação. Grande parte do empresariado brasileiro priorizou historicamente os ganhos financeiros de curto prazo, as atividades primário-exportadoras e a importação de tecnologia pronta. Consequentemente, muitas empresas brasileiras investem pouco em pesquisa própria e inovação tecnológica.

10. Instabilidade econômica e política.

Crises fiscais do governo federal, inflação, juros elevados e instabilidade política dificultam o planejamento de longo prazo, a realização de investimentos tecnológicos e a adoção de políticas industriais sustentáveis. O desenvolvimento científico exige continuidade institucional por décadas, algo historicamente irregular no Brasil. Sem resolver os problemas institucionais atuais de governabilidade e estabilidade política, nenhuma estratégia desenvolvimentista funcionará no Brasil. Os problemas institucionais atuais dizem respeito ao conflito entre os três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) e ao domínio do Congresso Nacional por partidos de direita e extrema direita, que contribuem enormemente para a instabilidade político-institucional no Brasil.  A existência de partidos de direita e extrema-direita no Congresso Nacional impede que haja uma concertação nacional rumo ao desenvolvimento do Brasil.

11. Baixa transformação da ciência em inovação.

A baixa transformação da ciência em inovação no Brasil ocorre porque a pesquisa acadêmica, apesar de ser robusta, enfrenta uma barreira na conexão com o mercado. Esse abismo é causado pela instabilidade de financiamento, burocracia excessiva, escassez de investimento privado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e isolamento entre universidades e empresas. Embora o Brasil produza quantidade relevante de artigos científicos, é ainda limitada sua conversão em patentes, startups tecnológicas, produtos de alto valor agregado e exportações tecnológicas. Isso revela fragilidade do sistema nacional de inovação.

12. Insuficiente diversidade tecnológica e produtiva.

A insuficiente diversidade tecnológica e produtiva no Brasil é um desafio estrutural caracterizado pela forte dependência do país da exportação de commodities e importação de bens de alto valor agregado. Tudo isto limita o crescimento, a competitividade global e a criação de empregos qualificados no país. Economias tecnologicamente avançadas possuem ecossistemas diversificados em inteligência artificial, semicondutores, biotecnologia, nanotecnologia, robótica, defesa e energia avançada. O Brasil ainda apresenta forte especialização em commodities agrícolas e minerais, o que limita sua complexidade econômica.

Conclusão.

Pelo exposto, conclui-se que os 12 obstáculos ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil são estruturais e interdependentes. Para superar esses 12 obstáculos, é preciso que:

1) O investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil seja maior do que 2% do PIB;

2) Existe um robusto plano de desenvolvimento tecnológico que possibilite superar a dependência tecnológica externa atual;

3) Sejam adotadas políticas industrial e de substituição de importações para criar uma base industrial forte no Brasil capaz de reverter o processo de desindustrialização que ocorre desde a década de 1980.

4) Haja o desenvolvimento de um plano de integração universidade-empresas nacionais para realizarem pesquisas nas universidades que se convertam em patentes, novos produtos, processos industriais e empresas inovadoras;

5) Sejam implementadas pelo governo federal políticas de desburocratização do ambiente institucional atual, visando agilizar a liberação de recursos, a importação de equipamentos científicos e a concessão de patentes para elevar a eficiência do sistema nacional de inovação.

6) Haja solução para os problemas da educação no Brasil, inclusive os de evasão dos alunos, aumentando os investimentos, sobretudo públicos, com o sistema de educação para níveis comparados com os dos países mais desenvolvidos, que investem de 10 mil a 15 mil dólares por aluno.

7) O governo federal deve elaborar um plano para evitar a fuga de cérebros no Brasil, com a emigração de profissionais altamente qualificados (como cientistas, pesquisadores, médicos e engenheiros, entre outros) para o exterior, criando condições para a oferta de melhores salários, valorização profissional e infraestrutura de ponta no Brasil.

8) O governo federal deve elaborar um plano que possibilite reduzir as desigualdades regionais no desenvolvimento científico e tecnológico com a realização de investimentos públicos na infraestrutura científica nas regiões Norte e Nordeste do Brasil e elevar a capacidade de produção científica e inovação dos estados mais pobres do país.

9) O governo federal deve elaborar um plano que possibilite aumentar a taxa de inovação no setor industrial brasileiro com a concessão de linhas de financiamento para a realização de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e de investimentos a longo prazo, visando superar a baixa cultura de inovação empresarial.

10) A instabilidade econômica e política do Brasil seja superada com o fim do conflito entre os três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) com a celebração de uma concertação nacional rumo ao desenvolvimento do Brasil e com o fim do domínio do Congresso Nacional por partidos de direita e extrema direita que contribuem enormemente para a instabilidade político-institucional no Brasil. 

11) A baixa transformação da ciência em inovação seja superada com um plano de governo voltado para viabilizar o fim da instabilidade de financiamento das atividades de inovação, o fim da burocracia excessiva, da escassez de investimento privado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e do isolamento entre universidades e empresas.

12) A insuficiente diversidade tecnológica e produtiva do Brasil seja superada com os esforços que sejam voltados para levar ao fim a forte dependência do país da exportação de commodities e importação de bens de alto valor agregado que limita seu crescimento, sua competitividade global e a criação de empregos qualificados no país.

Depreende-se que a superação dos 12 obstáculos ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil exige planejamento estatal de longo prazo, fortalecimento da educação em todos os níveis, política industrial e de desenvolvimento científico e tecnológico, ampliação dos investimentos em P&D, integração universidade-empresa, fortalecimento da indústria nacional e valorização dos pesquisadores. Países como China, Coreia do Sul e Índia demonstram que o desenvolvimento científico e tecnológico depende de políticas nacionais contínuas, investimentos maciços e articulação entre Estado, universidades e setor produtivo.

Para assistir o vídeo, acessar o website https://www.youtube.com/watch?v=gWMVtcv0oBQ&t=12s

Para ler o artigo em Português, Inglês e Francês, acessar os websites do Academia.edu < https://www.academia.edu/167433457/PRINCIPAIS_OBST%C3%81CULOS_AO_DESENVOLVIMENTO_CIENT%C3%8DFICO_E_TECNOL%C3%93GICO_DO_BRASIL_E_COMO_SUPER%C3%81_LOS>, <https://www.academia.edu/167433806/MAIN_OBSTACLES_TO_BRAZILS_SCIENTIFIC_AND_TECHNOLOGICAL_DEVELOPMENT_AND_HOW_TO_OVERCOME_THEM> e <https://www.academia.edu/167433822/PRINCIPAUX_OBSTACLES_AU_D%C3%89VELOPPEMENT_SCIENTIFIQUE_ET_TECHNOLOGIQUE_DU_BR%C3%89SIL_ET_COMMENT_LES_SURMONTER>, e do SlideShare <https://pt.slideshare.net/slideshow/principais-obstaculos-ao-desenvolvimento-cientifico-e-tecnologico-do-brasil-e-como-supera-los-pdf/287631624>, <https://pt.slideshare.net/slideshow/main-obstacles-to-brazil-s-scientific-and-technological-development-and-how-to-overcome-them-pdf/287631764> e <https://pt.slideshare.net/slideshow/main-obstacles-to-brazil-s-scientific-and-technological-development-and-how-to-overcome-them-pdf/287631764>.

  • Fernando Alcoforado, 86, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023), A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023), Como construir um mundo de paz, progresso e felicidade para toda a humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2024) e How to build a world of peace, progress and happiness for all humanity (Editora CRV, Curitiba, 2024).
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Fernando Alcoforado
Sobre Fernando Alcoforado, 82, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona. Professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997),De Collor a FHC — O Brasil.
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