
Este é o resumo do artigo de 17 páginas que tem por objetivo apresentar como enfrentar as ameaças contra os seres humanos provocadas pelas forças da natureza vindas do espaço exterior. As ameaças contra os seres humanos provocadas pelas forças da natureza existentes no espaço exterior são as seguintes: 1) colisão sobre o planeta Terra de asteroides e cometas; 2) colisão sobre o planeta Terra de planetas do sistema solar; 3) colisão sobre o planeta Terra de planetas órfãos que vagam pelo espaço exterior; 4) emissão de radiação solar e de massa coronal do Sol e de raios cósmicos do espaço exterior, especialmente os raios gama emitidos pela explosão de estrelas supernovas; 5) consequências catastróficas sobre o meio ambiente da Terra resultantes do afastamento contínuo da Lua em relação à Terra; 6) morte do Sol; 7) colisão das galáxias Andrômeda e Via Láctea onde se localiza a Terra; e, 8) fim do Universo. Todos esses eventos catastróficos, que poderão ocorrer a curto, médio e longo prazo, podem contribuir para que a humanidade seja levada à sua extinção como espécie se nada for feito para evitá-los.
1. A colisão sobre o planeta Terra de asteroides e cometas.
Asteroides são corpos rochosos ou metálicos que orbitam o Sol. Os cometas, por sua vez, são corpos celestes compostos por poeira, gelo e rocha, que orbitam o Sol em trajetórias elípticas e, quando se aproximam do Sol, formam uma cauda luminosa. A colisão sobre o planeta Terra de asteroides e cometas que ameaçam colidir com a Terra requer a adoção de estratégias para evitar suas colisões com a Terra. É bastante importante: 1) existir constante monitoramento do espaço exterior para identificar não apenas asteroides, mas também, cometas que podem colidir com a Terra; 2) desenvolver foguetes poderosos capazes de desviar asteroides e cometas de suas rotas em direção à Terra; e, 3) destruir asteroides e cometas ameaçadores com o uso de bombas nucleares se eles estiverem a grande distância do planeta Terra.
2. A colisão sobre o planeta Terra de planetas do sistema solar.
Os planetas do Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) são corpos celestes que orbitam o Sol. Há o risco de desestabilização do sistema solar com a aproximação entre os planetas Mercúrio e Júpiter em suas órbitas em torno do Sol. Uma das consequências seria a colisão entre Mercúrio e o Sol, ou Mercúrio e Vênus. Mas, poderia haver a colisão de Vênus ou Marte com a Terra. A desestabilização dos planetas do sistema solar poderia acontecer, também, quando o Sol se expandir como uma gigante vermelha no final de sua vida. A possibilidade de colisão sobre o planeta Terra de planetas do sistema solar requer a adoção de estratégias para: 1) promover um constante monitoramento do espaço exterior para identificar a ameaça de desestabilização do sistema solar; 2) identificar possíveis locais fora do sistema solar com possibilidade de serem habitados pelos seres humanos; e, 3) planejar a fuga de seres humanos para, por exemplo, o exoplaneta "Proxima b" que orbita uma estrela integrante do sistema Alpha Centauri, o mais próximo do sistema solar, situado a 4,2 anos luz de distância, que poderia reunir as condições para a implantação de colônias espaciais que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-las.
3. A colisão sobre o planeta Terra de planetas órfãos.
Os planetas órfãos, solitários, são, também, conhecidos como planetas "errantes" ou "nômades" e não orbitam nenhuma estrela. Estima-se que a galáxia Via Láctea, onde se localiza o sistema solar do qual a Terra faz parte, abriga cerca de um quatrilhão de planetas órfãos. A possibilidade de colisão sobre o planeta Terra de planetas órfãos que vagam no espaço exterior requer: 1) promover constante monitoramento do espaço para identificar os planetas órfãos que possam colidir com a Terra e determinar a época de sua colisão; e, 2) planejar a fuga dos seres humanos para outros locais situados no sistema solar como Marte, Titan (lua de Saturno) e Callisto (lua de Júpiter) que se apresentam como os de maior possibilidade de serem habitados por seres humanos com a implantação de colônias espaciais que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-las.
4. A emissão de radiação solar e de massa coronal do Sol e de raios cósmicos do espaço exterior, especialmente os raios gama emitidos pela explosão de estrelas supernovas.
A radiação solar e as ejeções de massa coronal são fenômenos solares que podem causar tempestades geomagnéticas na Terra. As radiações cósmicas, por sua vez, são radiações de alta energia provenientes do espaço exterior, que são compostas por partículas como prótons, elétrons e núcleos atômicos. A explosão de estrelas supernovas é, também, uma fonte de raios cósmicos, que são partículas de alta energia que viajam pelo espaço, incluindo raios gama que, se atingissem a Terra, causariam o fim da vida no planeta. Os raios cósmicos também podem ser perigosos para os seres humanos nas viagens espaciais. A emissão de radiação solar e as ejeções de massa coronal do Sol requerem a adoção de estratégias que permitam: 1) utilizar o satélite Soho, que atua na posição intermediária entre a Terra e o Sol para detectar explosões na superfície solar e enviar com antecedência mensagens sobre a chegada da tempestade solar à Terra; e, 2) proteger as redes distribuidoras de energia elétrica e os satélites artificiais em operação visando evitar danos, corrigindo cursos de satélites ou desligando seus equipamentos. A emissão de raios cósmicos vindos do espaço exterior mais ameaçadores são os raios gama provenientes da explosão de estrelas supernovas que, se direcionados para a Terra, podem levar à extinção da vida em nosso planeta, fato este que requer a adoção de estratégias visando: 1) monitorar a explosão de estrelas supernovas permanentemente para avaliar se a Terra poderá ser atingida por raios gama; 2) colonizar outros mundos no sistema solar, como Marte entre outros, antes da explosão de alguma estrela supernova cujos raios gama possam alcançar o planeta Terra; e, 3) planejar, antes e durante a explosão de alguma estrela supernova, a fuga dos seres humanos para locais que se apresentam como os de maior possibilidade de serem habitados por seres humanos no sistema solar como Marte, Titan (lua de Saturno) e Callisto (lua de Júpiter) com a implantação de colônias espaciais que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-las. É preciso, também, proteger os seres humanos da radiação cósmica em viagens espaciais de longa duração no espaço exterior adotando estratégias visando: 1) promover avanços científicos e tecnológicos no desenvolvimento de espaçonaves capazes de realizarem longas e seguras viagens espaciais; e, 2) aumentar a capacidade biológica dos seres humanos para realizarem viagens espaciais e viverem fora da Terra.
5. As consequências catastróficas sobre o meio ambiente da Terra resultantes do afastamento contínuo da Lua em relação à Terra
A Terra e a Lua encontram-se unidas por uma forte ligação gravitacional e afetam-se mutuamente. Como a Terra gira em seu eixo mais rápido do que a Lua gira em torno da Terra, a maior força de gravidade do relevo de água na Terra tenta acelerar a rotação da Lua, enquanto a Lua atrai a Terra e retarda a rotação do planeta. A Lua se afasta 3,8 centímetros por ano da Terra. Esse processo deve continuar até que a Lua, que hoje está à distância da Terra de 384.400 km, alcance 560 mil km. Muito antes disto acontecer, os dias na Terra ficarão progressivamente mais longos. Quando a Lua se situar a 560 mil quilômetros da Terra, durante a noite, as temperaturas matariam todo mundo de frio. Ao longo do dia, ninguém suportaria o calor. No litoral, haveria ventos violentíssimos de 200 km/h. Em termos de vida não sobraria quase nada, a não ser bactérias e vermes super-resistentes. Quando isso ocorrer, a rotação da Terra vai se estabilizar, os dias vão ter 1.152 horas e a vida no planeta será inviável. As consequências sobre o meio ambiente da Terra resultantes do afastamento contínuo da Lua em relação à Terra serão, portanto, catastróficas. O contínuo afastamento da Lua em relação à Terra exigirá a adoção de estratégias visando: 1) monitorar o afastamento da Lua em relação à Terra permanentemente para avaliar as consequentes mudanças no meio ambiente da Terra; 2) adotar medidas capazes de mitigar as mudanças no meio ambiente da Terra; e, 3) planejar, com bastante antecedência, a fuga dos seres humanos para locais que se apresentam como os de maior possibilidade de serem habitados por seres humanos no sistema solar como Marte, Titan (lua de Saturno) e Callisto (lua de Júpiter) com a implantação de colônias espaciais que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-las.
6. A morte do Sol.
O Sol, estrela central do Sistema Solar, é uma esfera de gás incandescente com uma grande massa que gera luz e calor através de reações termonucleares. O Sol é composto principalmente por hidrogênio e hélio, em estado gasoso. No decorrer de sua evolução, o Sol deu origem aos planetas rochosos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e aos planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). A morte do Sol ocorrerá quando se encontrar numa fase avançada da sua vida daqui a 5 bilhões de anos. Conforme seu combustível (hidrogênio) seja consumido, sua temperatura vai aumentando e o Sol sofre expansão, isto é, aumenta de volume. Enquanto cresce, o Sol perde massa e morre levando ao fim o sistema solar. Nessa fase, o Sol é chamado de gigante vermelha. Cálculos dos astrônomos indicam que, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha, o diâmetro do Sol na sua linha do equador vai crescer ao ponto de ultrapassar o planeta Marte, consumindo todos os planetas rochosos: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. E esse será, de fato, o fim do planeta Terra. Após esse estágio, a força gravitacional passa a prevalecer e o Sol começa a encolher. Quando isso acontece, o sistema solar vira um caos e o Sol perde tremenda quantidade de massa. A evolução do Sol até a sua morte requer a adoção de estratégias visando: 1) monitorar o Sol permanentemente para avaliar o aumento de seu volume e seus efeitos sobre o meio ambiente da Terra ; 2) adotar medidas capazes de mitigar as mudanças no meio ambiente da Terra com o aumento do volume do Sol; e, 3) planejar a fuga dos seres humanos da Terra para locais com possibilidade de serem habitados em outros sistemas estelares antes da morte do Sol, como, por exemplo, o exoplaneta "Proxima b" que orbita a estrela mais próxima do Sol integrante do sistema Alpha Centauri que dista 4.2 anos-luz da Terra que corresponde a 39.9 trilhões de quilômetros de distância, que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-la.
7. A colisão das galáxias Andrômeda e Via Láctea.
Uma galáxia é um vasto sistema de estrelas, remanescentes estelares, gás, poeira e matéria escura, que é uma matéria que não interage com a luz ou outras formas de matéria eletromagnética, mas que influencia a gravidade e a dinâmica do Universo, unidos pela força de gravidade. As galáxias são as principais unidades estruturais do Universo, agrupando estrelas e outros objetos celestes em sistemas organizados. Cientistas da NASA revelaram que a colisão das galáxias Via Láctea e Andrômeda acontecerá daqui a aproximadamente quatro bilhões de anos. A Via Láctea é uma das galáxias existentes no Universo onde está situado o sistema solar, que reúne um conjunto de planetas como a Terra que gira em torno do Sol. Ambas as galáxias Via Láctea e Andrômeda estão se atraindo mutuamente graças à força da gravidade que age entre os corpos. A colisão das galáxias Andrômeda e Via Láctea requer a adoção de estratégias visando: 1) monitorar a colisão das galáxias Via Láctea e Andrômeda permanentemente para avaliar seu impacto sobre o sistema solar e sobre a Terra; e, 2) planejar, com bastante antecedência, a fuga dos seres humanos para locais com possibilidade de serem habitados em outras galáxias mais próximas antes da colisão das galáxias Andrômeda e Via Láctea. As opções seriam a Galáxia Anã do Cão Maior situada a 25.000 anos-luz da Terra, que corresponde a 237.500 trilhões de quilômetros de distância da Terra e a Grande Nuvem de Magalhães que se situa a 163.000 anos-luz da Terra, que corresponde a 1.548.500 trilhões de quilômetros de distância da Terra, que exigiriam grande avanço científico e tecnológico para viabilizá-las.
8. O fim do Universo.
O Universo diz respeito a tudo o que existe, isto é, espaço, tempo, matéria e energia, incluindo todas as estruturas que formam desde partículas subatômicas até galáxias. A teoria do Big Bang que é, até o momento, considerada como a origem do Universo pela comunidade científica, está sendo colocada em xeque com as imagens do Universo primordial obtidas através do supertelescópio James Webb que, com suas grandes descobertas ao revelar que galáxias mais distantes e antigas possuem estruturas que parecem ser maduras demais para terem se formado tão depressa após o Big Bang, questionando o Modelo Padrão da cosmologia que admite serem as galáxias mais distantes e antigas menos massivas. Os físicos formularam algumas hipóteses sobre o futuro do Universo baseadas no que se sabe sobre os mecanismos por trás da evolução do cosmos, tais como o Big Rip (Grande Ruptura do Universo), Big Crunch (Grande Colapso do Universo), Big Bouncing (Grande Salto do Universo), Big Frozen (Grande Congelamento do Universo) e o Decaimento do falso vácuo. Pode-se constatar que, em qualquer das hipóteses sobre o futuro do Universo, o futuro da humanidade estará comprometido se ainda existir seres humanos habitando algum planeta de qualquer galáxia. Se ainda existirem seres humanos habitando nosso Universo, só haveria a possibilidade de os seres humanos sobreviverem se eles se dirigissem para outros universos paralelos. A ideia de que vivemos em um multiverso composto por um número infinito de universos paralelos tem sido, por muitos anos, considerada uma possibilidade científica.
9. Conclusões.
Pelo exposto, a única possibilidade de a humanidade evitar sua extinção de todas as ameaças vindas do espaço exterior consiste em os seres humanos colonizarem outros mundos no Universo e em universos paralelos. A única ameaça que não demandaria a fuga de seres humanos para outros mundos no sistema solar ou fora dele é a da colisão sobre o planeta Terra de asteroides e cometas porque seriam utilizados foguetes interceptadores para desviá-los da Terra ou bombas nucleares para destruí-los quando estiverem a grande distância da Terra. As demais ameaças exigirão a fuga dos seres humanos para outros mundos situados dentro ou fora do sistema solar e outras galáxias, bem como para universos paralelos. As estratégias necessárias para evitar as ameaças de extinção da humanidade com os humanos colonizando outros mundos no Universo estão descritas a seguir:
1- Produção de foguetes que alcancem velocidades próximas à da luz (300.000 km/s) para viajar pelos confins do Universo
2- Desenvolvimento de tecnologias capazes de proteger os seres humanos em viagens espaciais
3- Identificação de outros mundos similares à Terra capazes de serem habitados pelos seres humanos
4- Capacitação do ser humano para sobreviver no espaço e em locais habitáveis fora da Terra
5- Formulação de um novo modelo cosmológico a partir das observações do telescópio James Webb que está colocando em xeque o Big Bang e, consequentemente, a validade do Modelo Padrão da cosmologia.
6- Realização de pesquisas para elucidar sobre o destino do Universo e sobre a existência de universos paralelos.
Para lidar com as ameaças contra os seres humanos provocadas pelas forças da natureza existentes no espaço exterior representadas pela colisão sobre o planeta Terra de asteroides e cometas, pela colisão sobre o planeta Terra de planetas do sistema solar, pela colisão sobre o planeta Terra de planetas órfãos que vagam pelo espaço exterior, pela emissão de radiação solar e de massa coronal do Sol e de raios cósmicos do espaço exterior, especialmente os raios gama emitidos pela explosão de estrelas supernovas, pelas consequências catastróficas sobre o meio ambiente da Terra resultantes do afastamento contínuo da Lua em relação à Terra, pela morte do Sol, pela colisão das galáxias Andrômeda e Via Láctea onde se localiza a Terra e pelo fim do Universo, é preciso que seja montada uma estrutura mundial, uma Organização Mundial de Defesa Contra Catástrofes Naturais de abrangência global vinculada à ONU (Organização das Nações Unidas) que tenha capacidade de coordenar tecnicamente as ações dos países em todo o mundo no enfrentamento dessas ameaças. A constituição deste órgão é absolutamente necessária porque é preciso que haja um esforço global articulado para lidar, não apenas com as ameaças das forças da natureza vindas do espaço exterior, mas também para fazer frente ás ameaças das forças da natureza existentes no planeta Terra. Para realizar suas funções, é preciso que este órgão conte com recursos financeiros provenientes de um fundo mundial contra catástrofes naturais de abrangência global a ser mantido por todos os países do planeta e administrado pela ONU. É de se lamentar o fato de nenhum governante do mundo tratar as questões envolvidas relativas a todas as ameaças acima descritas e não tenha exigido que a ONU implante uma estrutura voltada para enfrentar todas as ameaças apresentadas. É de se lamentar, também, que as instituições científicas não usem os meios de comunicação mundiais para divulgar as ameaças que pairam contra os seres humanos e não proponham soluções para lidar com cada uma delas.
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