
A Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc) deu início ao seminário estadual destinado à avaliação e revisão do Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). O evento, que começou nesta terça-feira (13) e seguirá até amanhã (14), busca construir e revisar o plano de forma participativa, incorporando as contribuições de agentes socioeducativos, instituições e organizações da sociedade civil de todos os estados brasileiros.
Sônia Terra, superintendente dos Direitos Humanos da Sasc, destacou que esse é um momento importante, pois a avaliação e revisão do plano decenal de atendimento socioeducativo ocorre nos 26 estados e no Distrito Federal. "Anteriormente, foram realizadas pesquisas, escutas e colhidas as opiniões dos adolescentes sobre a situação dos nossos centros educacionais. Hoje, neste seminário, reunimos toda essa pesquisa, ouvindo técnicos, profissionais, agentes socioeducativos e sociedade civil, para contribuir com o plano que está sendo construído em todo o país", comentou.

O processo, conduzido em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), envolve encontros regionais, estaduais e nacionais com caráter propositivo e deliberativo. O financiamento é do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).
Ricardo Oliveira, coordenador adjunto do processo de avaliação e revisão do plano decenal nacional dos direitos humanos das crianças e adolescentes, enfatizou a relevância do evento no Piauí e em todo o Brasil. "Estamos vivenciando a avaliação do plano nacional de atendimento socioeducativo, uma etapa importante para o estado e para o país. Essa é a primeira fase; na segunda, representantes do Piauí e de outros estados do Nordeste participarão de um encontro regional em Recife. Acreditamos que isso será um marco histórico para a vida das crianças e adolescentes atendidos por esses planos", afirmou.

A secretária da Sasc, Regina Sousa, chamou a atenção para a necessidade de abordar a saúde mental entre adolescentes e crianças. "Considero um grande desafio introduzir a questão da saúde mental dos nossos adolescentes e crianças. A saúde mental é tão importante quanto a física, especialmente para a criança e o adolescente", destacou.A implementação do SINASE tem como objetivo primordial o desenvolvimento de uma ação socioeducativa sustentada nos princípios dos direitos humanos, com direcionamentos conceituais, estratégicos e operacionais estruturados, principalmente, em bases éticas e pedagógicas
Mauricio Sousa, que já passou pelo sistema socioeducativo e hoje ajuda adolescentes por meio do esporte e outras atividades, também esteve presente no evento. "Eu já estive lá, já fui um deles e hoje tento passar o que tenho para esses jovens", relatou Maurício, que agora busca aproximar os adolescentes do sistema por meio de ações positivas e inspiradoras.

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