
A indústria do audiovisual – composta pelos segmentos de televisão, cinema, publicidade e conteúdos digitais – está em sua maior crescente desde os impactos da pandemia de covid-19. Segundo dados da Deloitte, divulgados em abril pelo portal Meio&Mensagem, a estimativa é que o mercado global de filmes e entretenimento cresça a uma taxa média de 7,2% ao ano, alcançando uma receita de US$ 170 bilhões em 2030.
Em termos de empregos gerados no país, os números são igualmente superlativos: 657 mil empregos diretos, indiretos e induzidos, ou mais de 126 mil contando apenas a geração de emprego direta.
Produtora audiovisual há mais de uma década, com passagem pelas TVs Record e Globo, Taís Oliveira comenta as projeções positivas do mercado brasileiro. “As mídias sociais estão ampliando o campo de atuação do audiovisual”, diz. “Além de TV, publicidade e cinema, o profissional de audiovisual agora tem outras mídias para abastecer e gerar mais riqueza para o setor”, acrescenta Taís.
Outro ponto positivo é a abertura das plataformas globais de streaming para as produções do Brasil. No ano passado, “Esposa de Aluguel”, comédia romântica com Caio Castro e Thati Lopes, ficou no topo da lista de filmes de não-língua inglesa por duas semanas consecutivas, com 27,3 milhões de horas assistidas globalmente. Na sequência, veio o romance “Depois do Universo”, uma produção original da Netflix Brasil que emplacou o 4º lugar no ranking dos filmes mais assistidos de língua não-inglesa.
Em 2023, a indústria audiovisual ganha um novo incentivo, com um investimento da Ancine de R$ 1 bilhão para produções brasileiras. Entre os projetos que receberão apoio da agência estão mais coproduções estrangeiras. “Estamos trabalhando na seleção de propostas para produção de longas-metragens que envolvam acordos de coprodução com diversos países, estimulando parcerias internacionais e contribuindo para a difusão do filme brasileiro no exterior”, declarou a Ancine em comunicado.
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