
A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas e Divisão de Promoção à Saúde, em parceria com a equipe do Instituto Nacional do Câncer (Inca) realizou nesta segunda-feira, 22, um curso sobre o Sistema de Informação do Câncer (Siscan), em Rio Branco.

Participaram técnicos operacionais do Siscan e coordenadores da Atenção Básica de todo o estado. A formação foi realizada de forma online, com a equipe do Inca, e presencialmente, com a equipe da Sesacre. Desse modo, foi possível promover monitorias para auxiliar os participantes no processo de aprendizagem e execução das atividades propostas.
“Hoje, para que possamos fazer o controle, principalmente dos cânceres de colo do útero e de mama, os municípios precisam atuar dentro do sistema. Então, é importante tê-los atualizados”, disse a coordenadora da Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas, Liliane Maria Maia.

A coordenadora estadual do Câncer da Sesacre, Aldaysa Sampaio, explicou a importância do sistema para a criação de políticas públicas e a destinação de recursos. “O nosso objetivo macro é diminuir o índice de câncer no estado. Então, o sistema vem paralelo a tudo isso, pois é a partir dos dados inseridos nele que temos retratado o quantitativo da doença em nossa região”, explicou.

De acordo com a responsável pelo Programa Saúde da Mulher da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa), Ângela Oliveira, a atualização era muito aguardada. “Em cima do perfil e da ação demográfica do município, que obtemos através do sistema, podemos traçar estratégias para reduzir os índices de morbidade e mortalidade das pessoas vítimas de câncer”, falou.
O Siscan é um sistema informatizado desenvolvido pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) e é parte integrante dos sistemas de informação do SUS. Ele visa integrar e facilitar o acesso às informações sobre prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento do câncer no Brasil. Sua implementação contribui para o fortalecimento das ações de controle do câncer e aprimoramento da qualidade do atendimento aos pacientes, impactando positivamente na redução da morbimortalidade por câncer no país.






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