
A intervencionista Silvana Amorim trabalha há nove anos na Base de Russas
O profissional da Enfermagem, categoria cujo dia é celebrado nesta sexta-feira (12), desempenha um papel essencial no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) no Ceará, assim como em outras unidades da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). No local da ocorrência, ele é responsável por avaliar os sinais vitais do paciente, administrar medicamentos e realizar procedimentos de urgência. Além disso, também atua no atendimento telefônico, pelo qual fornece orientações para quem entra em contato solicitando assistência.
Silvana Amorim trabalha há nove anos na Base de Russas. “Ser enfermeira da intervenção do Samu 192 Ceará é uma paixão. Tenho o cuidar, o servir e o salvar como missões de trabalho. Praticamos tudo isso em cada atendimento realizado”, comenta emocionada.
A presença desse profissional no Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é importante para garantir uma assistência rápida e eficiente nas situações de emergência. Essa atuação pode fazer a diferença na estabilização do quadro clínico da pessoa atendida e na prevenção de complicações.
No dia 5 de maio, Silvana esteve presente na ocorrência de Incidente de Múltiplas Vítimas (IMV), em Itaitinga, na BR-116. Ela voltava de Fortaleza para Russas, após ter feito a transferência de um paciente, quando a equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA), da qual faz parte, foi solicitada.

Jacqueline dos Santos decidiu seguir a profissão aos 18 anos, quando terminou o Ensino Médio
“Em nove anos, essa foi a minha primeira vez em um IMV. Quando chegamos ao local, deparamo-nos com uma cena desesperadora. O mais difícil é manter o equilíbrio emocional. A sincronia da equipe e a atenção aos cuidados foram fundamentais para o sucesso no atendimento. Salvar vidas sempre é muito gratificante”, lembra.
Quem também relata um pouco do seu cotidiano é a técnica de Enfermagem da Base de Juazeiro do Norte, Jacqueline dos Santos, que está no Samu há seis anos. “É doação, é cuidar, na maioria das vezes, de um desconhecido, mas sabendo que ele é importante para alguém”, destaca.
Jacqueline reforça que ser intervencionista e trabalhar dentro de uma ambulância de Suporte Básico (USB) do Samu Ceará é assumir a missão de levar esperança e conforto em momentos difíceis. “Eu amo minha profissão, adoro meu trabalho. Viva o SUS. Viva a Enfermagem!”, celebra.
A técnica decidiu seguir a profissão aos 18 anos, quando terminou o Ensino Médio. Ela sempre se identificou com a área, pois gosta de ajudar o próximo, e viu que a Enfermagem seria seu caminho profissional.
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