
Na quarta-feira, 26, é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A data foi instituída pela Lei Federal nº 10.439/2002 e tem o intuito de conscientizar a população sobre a necessidade do diagnóstico precoce e o tratamento da doença, além de chamar a atenção da sociedade paraa importância de adquirir hábitos saudáveis de vida para promover a saúde.
Dados da área técnica de hipertensão e diabetes da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) apontam que 340.063 tocantinenses possuem a doença. Diante do alto índice de hipertensos no Tocantins, foi inserido no Plano Anual de Saúde em 2023, atividades para a prevenção da doença, tratamento e acompanhamento das pessoas com hipertensão arterial.
A técnica da SES-TO, Wanira Brito Soares, explica que “a Secretaria de Estado da Saúde vem realizando ações junto aos profissionais de saúde dos municípios, para qualificar a atenção integral, focada na prevenção e no controle da hipertensão arterial sistólica. Além disso, damos suporte ao desenvolvimento de ações de prevenção e controle deste agravo, já que a hipertensão arterial quase sempre é detectada tardiamente e é uma das principais causas de mortalidade em todo o mundo”.
Em alusão à data, na sexta-feira, 28, será realizada uma ação para servidores da SES-TO. “Os servidores na sede da SES e dos Anexos I e Anexo VII receberão atendimentos direcionados, com avaliação da pressão arterial e terão um bate papo descontraído com orientações sobre tratamentos preventivos que utilizam recursos terapêuticos tradicionais voltados para a prevenção da hipertensão arterial e orientação alimentar”.
Hipertensão Arterial
A ‘pressão alta’ é caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial, acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio). A hipertensão arterial pode ser primária, quando geneticamente determinada ou secundária, quando decorrente de outros problemas de saúde, como doenças renais, da tireóide ou das suprarrenais.
Causas, sintomas e tratamento
As principais causas da hipertensão são a obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento. O sobrepeso e a obesidade podem acelerar em até 10 anos o aparecimento da doença.
A doença geralmente é silenciosa, porém sintomas como falta de ar, tonturas, dor de cabeça frequente e alteração na visão podem ser os sinais de alerta.
A grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, com mudança de hábitos alimentares, redução no consumo de sal, atividade física regular, não fumar, moderar o consumo de álcool, entre outros.
Prevenção
– manter o peso adequado;
– não abusar do sal;
– praticar atividade física regular;
– abandonar o fumo;
– moderar o consumo de álcool;
– evitar alimentos gordurosos;
– controlar o diabetes.
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