
Para trazer reflexões e conscientização sobre o Dia Internacional de Combate à Discriminação Racial, celebrado em 21 de março, o Cras 3, do bairro Pedrinhas, realizou uma programação educativa e cultural na tarde desta terça-feira.

A gerente do órgão, Laís Pinheiro, destacou que o combate ao racismo não é uma pauta da população negra, mas de toda a humanidade. “Quando a gente traz, sobretudo, adolescentes, crianças e idosos para discutir essa pauta, a gente tá cumprindo o nosso papel de prevenir as vulnerabilidades através da informação. O Brasil foi construído nas bases do racismo, e cabe a nós – da assistência social, da saúde, da educação, da cultura – realizar atividades coletivas, porque, coletivamente, a gente acredita que essas vulnerabilidades podem ser sanadas, através de rodas de conversa, através de debates e dos nossos serviços”, contou.
Uma palestra sobre “Racismo Recreativo” foi conduzida pelo coordenador municipal de Promoção da Igualdade Racial, Ricardo Alves. “Não tem nada engraçado quando você coloca a população negra em uma situação de ridicularização para divertir um público. Então nossa palestra hoje tem o objetivo de conscientizar e chamar atenção para isso que a gente chama de racismo recreativo: a nega maluca, personagens de programa de televisão, piadas que fazem em escolas, e como isso faz parte de uma estrutura racista que precisa ser combatida e não mais ser praticada”, explicou.
Outro tema debatido na programação foi “Racismo Ambiental”. Scheyla Estheves, técnica do Módulo de Educação Ambiental, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), detalhou o assunto. “O racismo ambiental engloba destruição de terreiros, tudo o que envolve religiões de matrizes africanas, a desvalorização do indivíduo por participar de religião de matrizes africanas. Na Reserva do Poço Escuro acontece, infelizmente, de a gente encontrar ou ouvir falar que destruíram alguma coisa lá dentro que era sagrada pra outra pessoa. Então não é porque não é sagrado para mim que não é sagrado para outra pessoa”, contou.
Aos 17 anos, Jamile Vitória Rocha é usuária do Cras 3, integrante do Nuca e representante da comunidade do Beco da Dola. Ela cantou na abertura do evento, juntamente com o músico Betão, e destacou a importância de participar de programações educativas como esta. “Muito feliz e muito grata em fazer parte dessas atividades aqui hoje, é uma data muito importante”, disse.
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