
Com o objetivo de compartilhar informações e despertar reflexões a respeito do 21 de janeiro – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa – o Cras 3 (Pedrinhas) realizou, nesta sexta-feira (20), uma ação educativa para usuários e líderes comunitários, em parceria com a Coordenação Municipal de Igualdade Racial.

A atividade contou com representantes de diferentes correntes religiosas, que falaram sobre a importância do respeito a todos os credos e a convivência pacífica e harmoniosa entre os praticantes. Também houve dinâmicas e momento cultural para o público.
De acordo com Laís Pinheiro, gerente do Cras 3, a ação tem a proposta de levar reflexões sobre a necessidade de se combater a violência, que é o desrespeito às religiões. “A gente tá cumprindo nossa função de levar informação para evitar que situações de vulnerabilidade ocorram. Um dos trabalhos do Cras é fazer a prevenção a vulnerabilidades, e quando a gente identifica no nosso território que há pessoas que sofrem esse tipo de violência, elas se tornam vulneráveis. E elas se tornando vulneráveis, elas não vão conseguir acessar os seus direitos”, disse.
O coordenador de Promoção da Igualdade Racial, Ricardo Alves, destacou a participação do poder público no combate ao racismo, que motiva o preconceito contra as religiões de matrizes africanas. “Buscamos atenuar isso, promovendo a reparação, para que a gente consiga diminuir as desigualdades sociais que transpassam pelo racismo estrutural em nossa sociedade. A luta contra o racismo abrange todos os setores, tanto que temos políticas transversais que envolvem saúde, segurança pública, assistência social, sociedade civil organizada, iniciativa privada, todos estão englobados nessa luta constante”, afirmou.
Laís Gonçalves, vice-presidente do Conselho Municipal de Igualdade Racial e articuladora social do quilombo urbano Beco da Dola, participou do evento representando as religiões de matrizes africanas. “Pra nós, povo de terreiro, é um dia muito significativo”, destacou, ao falar sobre a necessidade de se combater o preconceito para evitar a repetição de casos de violência contra terreiros e praticantes. “A gente precisa, sim, continuar com essa bandeira da igualdade racial. Somos todos iguais perante a lei, perante Deus e perante todos. Então, precisamos, sim, combater a intolerância religiosa, não só na nossa comunidade, mas em Vitória da Conquista e no Brasil”, completou.
Já Luciano Sousa, coordenador da Ação Social Paroquial, da Paróquia São Miguel, falou em nome da religião católica. “Cristo veio para todos, esse Cristo não veio somente para os católicos. Muito importante essa ação que o Cras faz, porque reúne todas as raças e todas as religiões, pra discutir esse tema e compreender que precisamos cada vez mais estar unidos”, enfatizou.
Ainda estiveram presentes a bispa Rita Fernandes, da Igreja Batista El Shaday, representando as religiões evangélicas; e Mateus Alves, da Central Única das Favelas (Cufa), também simbolizando os povos de matrizes africanas.
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