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Rede de saúde orienta sobre atendimento a vítimas de violência sexual

Durante a campanha Agosto Lilás, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforça as orientações sobre o fluxo de atendimento às vítimas de violên...

29/08/2026 às 20h25
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Porto Velho - RO
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Maternidade Municipal Mãe Esperança é a unidade de referência para meninas e mulheres a partir de 12 anos
Maternidade Municipal Mãe Esperança é a unidade de referência para meninas e mulheres a partir de 12 anos

Durante a campanha Agosto Lilás, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforça as orientações sobre o fluxo de atendimento às vítimas de violência sexual na rede pública de saúde.

A Maternidade Municipal Mãe Esperança é a unidade de referência para meninas e mulheres a partir de 12 anos, com atendimento 24 horas, equipe multidisciplinar, exames, profilaxia pós-exposição (PEP) contra ISTs/HIV, anticoncepção de emergência e suporte psicológico e social.

Para crianças de 0 a 11 anos, o atendimento de urgência é realizado no Hospital Infantil Cosme e Damião. Já meninos e homens a partir de 12 anos podem buscar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e prontos-socorros da rede pública.

Notificação ajuda a orientar políticas públicas

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Durante o atendimento, os profissionais de saúde realizam a notificação compulsória dos casos. O registro é sigiloso e tem finalidade epidemiológica, contribuindo para identificar grupos vulneráveis e orientar políticas públicas de prevenção e proteção.

A coordenadora da Divisão de Vigilância das Violências da Semusa, Itaci Ferreira, explica que a notificação é diferente de uma denúncia policial. “A notificação compulsória é uma ferramenta da saúde pública que permite dimensionar a violência, identificar os grupos mais vulneráveis e planejar ações de proteção mais assertivas”, afirmou.

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Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), os registros de violência sexual passaram de 120 casos em 2021 para 196 em 2025. Meninas de 10 a 14 anos aparecem como o grupo de maior vulnerabilidade entre os registros.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforça a importância de conhecer o fluxo de atendimento. “Conhecer esse fluxo é fundamental para garantir que a vítima receba cuidado rápido, seguro e humanizado. Nossa rede está preparada para oferecer assistência e acolhimento”, destacou.

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O prefeito Léo Moraes ressaltou que o atendimento humanizado e a proteção das vítimas são prioridades da gestão. “Precisamos garantir que nenhuma vítima fique sem atendimento ou orientação. Fortalecer a rede de saúde, ampliar a informação e oferecer acolhimento é fundamental para proteger mulheres, meninas e todas as pessoas que enfrentam uma situação de violência”, afirmou.

Canais de ajuda e denúncia

Central Nacional de Atendimento à Mulher:180 | WhatsApp: (61) 9610-0180

Assistente Virtual VitórIA:(69) 99999-9479

Polícia Militar:190

Polícia Civil:197 | WhatsApp: (69) 98439-0102

Central MPU:(69) 98485-9602

Promotoria de Violência Doméstica:(69) 99964-7292

Promotoria de Feminicídio:(69) 99945-8442

Sala Lilás:(69) 98408-9931

Ouvidoria MPE-RO:(69) 99977-0180

Defensoria Pública (NUDEM):(69) 99204-4715

Creas Mulher:(69) 98473-4725 | Plantão Social: (69) 98473-5966

Juizado de Violência Doméstica:(69) 3309-7107

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Texto: Taiana Mendonça

Fotos:Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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