
O cabo Francisco Paiva estava em uma residência com familiares quando, por volta das 21h30, ouviu gritos de desespero vindos da vizinhança. Ao sair para verificar o que estava acontecendo, a esposa do militar encontrou os pais da criança pedindo socorro. O bebê estava com as vias aéreas obstruídas e sem respirar.
Imediatamente acionado, o policial tomou a criança nos braços e realizou as manobras de desobstrução das vias aéreas. Após mais de um minuto de intervenção, o recém-nascido, que já apresentava sinais de inconsciência e coloração arroxeada, voltou a respirar, para alívio dos familiares.
Em seguida, com o apoio de uma composição do 20º Batalhão da Polícia Militar, acionada por um motociclista que presenciou a ocorrência, a criança e a mãe foram encaminhadas para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Após avaliação médica, o bebê recebeu atendimento e teve o quadro clínico considerado estável.
“Eu estava assistindo ao jogo do Brasil quando ouvi aqueles gritos. O instinto policial falou mais alto e eu corri para ajudar. Graças a Deus e ao treinamento que recebemos, o bebê voltou a respirar. Ver o desespero dos pais se transformar em alívio é uma sensação indescritível. Fico feliz por ter podido contribuir para salvar uma vida”, relatou o cabo Francisco Paiva, cuja atuação rápida foi fundamental para preservar a vida da criança até a chegada ao atendimento médico.
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