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Empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária celebram presença na Vila do Forró

22 empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária participam do evento, que funciona até o dia 26 de julho

30/05/2026 às 21h20
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe
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Empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária celebram presença na Vila do Forró / Fotos: Daniele Melo
Empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária celebram presença na Vila do Forró / Fotos: Daniele Melo

Em Sergipe, a Vila do Forró não é só um local que reúne o melhor da cultura e da culinária típica nordestina, é também um espaço de geração de renda e de oportunidades para 22 empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária, que com o apoio do Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), contaram com um espaço reservado no evento para comercializar seus produtos artesanais e delícias da culinária local.

Além dos espaços de comercialização para empreendedores, a Vila do Forró presta uma grande homenagem ao artesão sergipano Véio, reforçando a importância de preservar e promover os talentos locais que transformam a cultura sergipana em patrimônio reconhecido dentro e fora do país.

Destacando o impacto econômico e cultural do evento, o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, ressaltou a dimensão dos investimentos estaduais. “Está aberta oficialmente a temporada de forró em Sergipe, e a temporada de oportunidade, de geração de emprego e de renda, toda uma cadeia produtiva, 118 setores da nossa economia sendo beneficiados pelo investimento do Governo do Estado de Sergipe na realização do Arraiá do Povo e da Vila do Forró. E aqui não pode faltar é o talento sergipano, o artesanato sergipano ocupando o seu lugar de destaque com o artista Véio sendo homenageado este ano, com quatro esculturas, com quatro metros de altura, representando toda a nossa ancestralidade, toda a nossa história, toda a nossa cultura materializadas em peças especiais. E toda a economia criativa com mais oportunidades aqui de emprego e de renda, seja na comercialização de comidas típicas, no nosso artesanato, toda a equipe de montagem e estruturação desse evento, artistas locais e artistas nacionais, grupos de teatro, quadrilhas. Enfim, oportunidades para todo sergipano garantir sua renda e aproveitar muito dessa alegria que só os festejos juninos em Sergipe trazem”, celebrou o gestor.

Expectativa de muitas vendas

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No espaço da Economia Solidária, o clima é de entusiasmo pelas vendas e de união familiar. Participando da Vila do Forró pela primeira vez, a empreendedora Rafaela Nascimento preparou um cardápio recheado. “A expectativa é boa! Fiz muitas comidas boas para vender tudo. Trouxe bolo de tapioca, canjica, que não pode faltar, milho, coxinha, pizza, enroladinhos, e estou esperando os clientes para vender muito. É a minha primeira vez, vim aqui com minha tia, expectativa boa, vendendo e dançando forró”, comentou animada.

A empolgação é compartilhada pela tia de Rafaela, Iranilde Guimarães, que já conhece o potencial comercial dos festejos. “Estou esperando vender tudo! Venham, pessoal, porque tem mungunzá, empadão de frango, torta de chocolate, escondidinho de costela com batata doce, ambrosia, um monte de delícias, podem vir. Já participei de outras vilas e a minha experiência é muito boa aqui. Essa iniciativa é uma oportunidade para a gente, se eu pudesse participar de todas, eu participava”, enfatizou.

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Vitrine para o talento local

No espaço dedicado ao artesanato, a beleza estrutural da Vila também é motivo de elogios e atrai os olhares do público. A artesã rendeira Adriane Oliveira, do município de Divina Pastora, elogia a cenografia e projeta um rápido esgotamento dos produtos.

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“A expectativa é que a gente já precise renovar o estoque já no primeiro final de semana. Que essas peças aqui, no domingo já não tenha mais nada e seja necessário trazer novas peças. Está tudo muito bonito. Este ano, a montagem está totalmente diferente, algo assim que a gente realmente viaja no passado, naquele interior, aquela nostalgia de sentar na porta, conversar com o vizinho. Está tudo muito bonito mesmo. As artes, a sanfona, os cactos, a homenagem a Véio lá na frente. Vou tirar muitas fotos, já planejei  tudo”, projetou a artesã.  

Ela reforça ainda que o êxito do espaço gerou uma grande procura pela categoria neste ano. “Esse espaço é tão importante, faz tanto sucesso, que este ano foi o que teve mais inscrições, foi bem concorrido. E estamos aqui, artesãos com trabalhos maravilhosos, culinária perfeita, eu já estive lá no espaço da Economia Solidária, e a gente está na expectativa de sucesso total. Mais sucesso que os anos anteriores”, completou Adriane.

O incentivo da gestão estadual é um diferencial estratégico para quem produz. A artesã Regiane dos Santos, especialista em crochê, destacou a importância de ter acesso a uma vitrine sem ter custos. “A minha expectativa é de boas vendas, divulgar meu trabalho, porque é uma oportunidade única, que o governo nos dá, estarmos aqui no estande gratuitamente, a gente não paga nada. E, assim, é um meio de divulgar meu trabalho para todo o mundo, porque aqui vem turistas de todo o Brasil e de vários países. É ótimo. Não quero perder nenhuma vila”, destacou. 

Aprovação do público e resgate afetivo

Do outro lado do balcão, a aprovação do público confirma a efetividade da ação. Para a visitante Katia Cristina de Lima Oliveira, que mora na Barra dos Coqueiros, a organização do espaço fomenta o consumo local. “Acho uma iniciativa excelente, porque fomenta o comércio local, para a gente que é consumidor, a gente sabe que é um local organizado, limpinho, e você vê que os preços são acessíveis. Então, eu gosto. Quando eu venho, é uma das primeiras coisas que eu faço, é vir logo aqui”, avaliou. 

Além das compras, a imersão cultural proporcionada pela cenografia do local tocou o coração da visitante, que encontrou no espaço uma viagem no tempo. “Esse espaço da Vila do Forró é excelente, me lembrou do tempo do meu avô, que eu ia para as feiras, que eu ia para o interior, as casinhas, trouxe algo de nostalgia, gostei muito, porque você lembra da sua infância. Eu fui olhar também as esculturas de Véio e achei ótimo, porque ele é sergipano, prestigiando nossa cultura. Fui olhar a casa de taipa e me emocionei demais. Já falei até com minha mãe por telefone, tirei foto, filmei. Tudo nota 10, um retorno às nossas origens”, contou emocionada. 

Empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária celebram presença na Vila do Forró // Fotos: Daniele Melo
Empreendedoras do Artesanato Sergipano e da Economia Solidária celebram presença na Vila do Forró // Fotos: Daniele Melo
Rafaela Nascimento
Rafaela Nascimento
Vendas na Economia Solidaria
Vendas na Economia Solidaria
Katia Cristina de Lima Oliveira - visitante
Katia Cristina de Lima Oliveira - visitante
Regiane dos Santos
Regiane dos Santos
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