
Alagoas bateu, mais uma vez, o recorde de empresas abertas. Nos primeiros quatro meses deste ano, foram 18.643 aberturas empresariais registradas, recorde na história do estado para o período. As informações são divulgadas pela Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), entidade responsável pelos processos de abertura, alteração e baixa de negócios no estado.
O número anotado no quadrimestre supera em 12,06% o antigo recorde, registrado no ano passado, com 16.637 constituições. Além disso, o quantitativo expõe uma evolução também em relação a anos anteriores, sendo 46,97% superior às 12.685 aberturas de 2024 e 29,63% superior às 14.382 constituições de 2021, outros destaques para o período.
Segundo a Juceal o valor de 2026 pode ser subdividido em 14.626 microempreendedores individuais (MEIs), 2.904 microempresas (MEs), 791 empresas de pequeno porte (EPPs) e 322 negócios considerados sem porte.
Observando as naturezas jurídicas de registro da Junta Comercial, o quantitativo total pode ser subdividido em 15.460 empresários individuais, 3.125 sociedades limitadas, 31 sociedades anônimas fechadas, 12 cooperativas, 11 consórcios de sociedades, 2 sociedades anônimas abertas, 1 empresa pública e 1 sociedade de economia mista.
“O recorde comprova o trabalho da Junta Comercial e do Governo do Estado focado no ambiente de negócios. São dois anos seguidos de recordes, o que confirma que nunca foi tão fácil e eficiente abrir uma empresa em Alagoas. E temos trabalhado além disso. Temos trabalhado em oferecer um ambiente para que o empreendedor possa se desenvolver cada vez mais, sem grandes burocracias, e possa gerar emprego e renda para o estado”, reforça o presidente da Juceal, Thiago Braga Calheiros.
Ainda de acordo com a Junta Comercial, nos primeiros quatro meses deste ano, as seções de atividades com maiores números foram comércio (4.530 empresas); transporte, armazenagem e correio (3.475); alojamento e alimentação (1.806); atividades administrativas e serviços complementares (1.365); atividades profissionais, científicas e técnicas (1.298); indústrias de transformação (1.207); outras atividades de serviços (1.125); construção (971); educação (938); e saúde humana e serviços sociais (623).
Em relação às cidades alagoanas, os maiores quantitativos de aberturas foram vistos para Maceió (9.739 empresas), Arapiraca (1.729), Marechal Deodoro (550), Rio Largo (543), Penedo (389), Delmiro Gouveia (330), Palmeira dos Índios (254), São Miguel dos Campos (254), União dos Palmares (242), Coruripe (227), Pilar (206), Maragogi (191), Satuba (180), Santana do Ipanema (179), Campo Alegre (138), Teotônio Vilela (137), Atalaia (112), Porto Calvo (96), São José da Tapera (93) e São Sebastião (88).
Fora de Alagoas, as cidades que mais receberam novas filiais de Alagoas foram Recife (14 empresas), João Pessoa (9), Aracaju (9), São Paulo (8), Rio de Janeiro (6), Guarulhos (6), Cabo de Santo Agostinho (5), Brasília (4), Campina Grande (4) e Propriá (4).
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