
Dados do Ministério da Saúde e de órgãos de vigilância sanitária indicam que a maior parte das intoxicações alimentares no Brasil ocorre em residências, e não em decorrência do consumo de alimentos fora de casa, como se costuma imaginar popularmente.
Com base nessa constatação, pesquisadores vinculados ao Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, realizaram um estudo para avaliar as práticas de higiene e manipulação que aumentam o risco de surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs) nos lares do país.
Os resultados, publicados na revista Food and Humanity, indicaram que um número expressivo de brasileiros mantém hábitos perigosos, como o consumo de ovos crus ou malcozidos e carne malpassada. Além disso, a pesquisa detectou que muitos consumidores ainda lavam carne na pia da cozinha – prática que favorece a disseminação de microrganismos pelo ambiente – ou não realizam a higienização correta de vegetais.
No vídeo abaixo, produzido pela Agência Fapesp, as pesquisadoras Daniele Maffei e Jéssica Finger, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e coautoras do estudo, explicam como identificar e prevenir os riscos mais comuns de contaminação alimentar no dia a dia:

Legislativo - MT Saiba o que faz um deputado estadual
Cidades Prefeitura abre inscrições para Campeonato Feminino de Futsal
Legislativo - MS Ordem do Dia: Aprovada isenção de taxas judiciárias a mulheres vítimas de violência
Cidades Prefeitura realiza 2ª segunda audiência pública para elaboração da Lei Orçamentária Anual de 2027
Cidades Prefeitura orienta contribuintes sobre as mudanças na NFS-e e a Reforma Tributária
Lauro de Freitas 30/9/2026- Restaurante Popular celebra aniversário de 18 anos com cardápio especial nesta quarta (30) Mín. 24° Máx. 26°