
A exposição “A cor e o lirismo de Alberto Massuda – 100 anos”, promovida pelo Museu Oscar Niemeyer e que ficará em cartaz até o dia 26 na Sala 7 do MON, é tema de um evento que acontecerá no dia 16, às 19h. Na ocasião, haverá uma mesa-redonda sobre o artista e o lançamento do catálogo. A entrada é gratuita.
Vão participar Cadri Massuda (filho do artista); Pedro Goria (colecionador); José Carlos Cifuentes (professor e pesquisador); Jader Alves (diretor cultural do MON); e Fernando Bini (curador da exposição), que será o mediador da conversa.
A mesa-redonda será no novo miniauditório do MON, com capacidade para 50 pessoas, num local reservado e equipado, com ampla infraestrutura disponível, no subsolo do Museu.
SALA 7- A exposição reúne mais de 90 pinturas que retratam diversas fases da trajetória do artista (1925–2000), que nasceu no Egito e escolheu o Paraná para viver. A mostra inicia com a sua produção no Cairo, percorre os primeiros anos no Brasil, apresenta a sua integração ao movimento artístico curitibano e chega aos últimos anos de sua produtiva trajetória, sempre com traços fortes e marcantes, característicos do conjunto de sua obra.
Massuda iniciou nas artes muito jovem. Depois de estudar na Escola de Belas Artes e na Faculdade de Pedagogia Artística da Universidade do Cairo, participou do Groupe de l’Art Contemporain, em sua cidade natal. Também fez parte de vários movimentos artísticos e exposições, entre elas, no Museu de Arte Moderna do Cairo (1948), na Bienal de Veneza, na Itália (1952), e na Bienal de Alexandria (1955), obtendo, nesta última, a Medalha de Bronze.
Mudou-se para o Brasil, instalando-se em Curitiba em 1958, quando participou ativamente do Movimento de Renovação das Artes Visuais. Em 1964, integrou o Grupo Um, ou GUM, formado junto a Érico da Silva, René Bittencourt, Álvaro Borges e Waldemar Roza.
Massuda foi ainda professor de desenho e pintura na Casa Alfredo Andersen, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos e no Centro de Criatividade de Curitiba.
SOBRE O MON- O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.
Serviço:
Mesa-redonda e lançamento de catálogo - Alberto Massuda
Abertura: 16 de abril, 19h
Local: Miniauditório do MON (subsolo) - Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico - Curitiba
Entrada gratuita
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