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Polícia Civil de Alagoas deflagra Operação “Funcionário do Mês II” contra fraude bancária

Gerente é investigada por causar prejuízo superior a R$ 500 mil a cliente; bens foram bloqueados para ressarcimento da vítima

24/03/2026 às 16h19
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
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Ação da Polícia Civil ocorreu em Maceió e foi realizada pela equipe da Delegacia de Estelionatos - Ascom PCAL
Ação da Polícia Civil ocorreu em Maceió e foi realizada pela equipe da Delegacia de Estelionatos - Ascom PCAL
Ascom PCAL

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou, nesta terça-feira (24), mais uma fase da Operação “Funcionário do Mês II”, com o objetivo de combater crimes praticados por funcionários que, ao se valerem de posições de confiança, causam prejuízos a empresas e clientes. 

 

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A ação ocorreu em Maceió e foi realizada pela equipe da Delegacia de Estelionatos, coordenada pelos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos, com apoio da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), onde foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na residência de uma gerente de um grande banco. 

 

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A investigada é suspeita de causar um prejuízo superior a R$ 500 mil a um cliente da instituição financeira onde atuava.


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De acordo com as investigações, a suspeita se aproveitava da relação de confiança com os clientes para aplicar os golpes. 

 

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Ela realizava visitas a empresas e, sob o pretexto de promover atualizações no aplicativo bancário, acessava os dispositivos das vítimas. A partir disso, efetuava transferências e pagamentos de boletos direcionados a contas pessoais e de familiares.

 

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Para ocultar as irregularidades, a investigada utilizava descrições enganosas nas transações, como “investimento” e termos semelhantes, com o intuito de dificultar a identificação das fraudes. 

 

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As apurações também apontaram transferências para contas de terceiros ligados à suspeita, indicando possíveis práticas de lavagem de dinheiro.

 

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Como parte das medidas judiciais adotadas, foram determinados bloqueios de valores em contas bancárias e de bens imóveis da investigada, que poderão ser levados a leilão para garantir o ressarcimento do prejuízo causado à vítima.


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