
Com o tema “EnvelheSer é arte, viver é marchinha”, desfile reuniu cerca de 3 mil idosos e promoveu cidadania no Sambódromo


Com o tema “EnvelheSer é arte, viver é marchinha”, aproximadamente 3 mil idosos do projeto EnvelheSer 60+ abriram, no sábado (14/02), os desfiles da categoria especial do Carnaval na Floresta 2026, no Sambódromo, zona centro-oeste. A programação aliou celebração cultural a ações de orientação e garantia de direitos, promovidas pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), por meio da Secretaria Executiva Adjunta de Direitos da Pessoa Idosa (Seadpi).
O desfile integrou a programação carnavalesca com ações de cidadania e fortalecimento da rede de proteção, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o envelhecimento ativo e a valorização da pessoa idosa.
Conforme a titular da Sejusc, Jussara Pedrosa, o momento representa inclusão, reconhecimento e cuidado. Segundo ela, além da celebração cultural, o evento também contribui para o bem-estar físico e emocional dos participantes.

Foto: Lincoln Ferreira/Sejusc
“Realizamos, mais uma vez, o desfile do projeto EnvelheSer 60+, que sempre faz bonito ao entrar na avenida, abrindo o grupo especial. Reforçamos que é sempre tempo de proteção e cuidado para a pessoa idosa”, destacou.
O enredo deste ano resgatou as tradicionais marchinhas de Carnaval, conhecidas e cantadas pelos idosos em sua juventude, memórias que permanecem vivas e fortalecem o protagonismo da pessoa idosa na cultura popular.


Deuzalina Pantoja Lima, de 64 anos, integrante do grupo 100% Jovem do Morro da Liberdade, afirma que participar das atividades é motivo de alegria. Ela destaca que, há cinco anos, integra a comissão de frente que abre os desfiles do grupo especial.
“Para mim é maravilhoso fazer parte disso há cinco anos. O projeto faz bem para minha saúde e para o meu bem-estar”, comentou.


A ação contou com a atuação integrada da rede de proteção, com a participação de órgãos como a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Pessoa Idosa (DECCI), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), o Ministério Público do Amazonas (MPAM) e instituições voltadas ao atendimento da pessoa idosa.
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