
Levantamento realizado pela Secretaria da Justiça do Piauí (Sejus) mostra que, atualmente, 44 instituições religiosas atuam na evangelização das pessoas privadas de liberdade no Piauí, atividade que contempla a igreja católica, igrejas evangélicas e instituições espíritas. A medida garante o direito à assistência religiosa nas unidades penais do estado, cumprindo a Lei de Execuções Penais (LEP).
Durante o ano de 2025, foram contabilizados 1.463 cultos, 319 missas, 44 sessões espíritas, 2 casamentos coletivos, além de 41 batismos e o registro de 885 internos batizados.

A coordenadora de assistência religiosa da Sejus, Rosilândia Silva, ressalta que, em todo o sistema penal, as igrejas realizam o trabalho de reforçar a fé e levar a espiritualidade aos reeducandos, contribuindo, também, com a meta da ressocialização.
“A prestação desse serviço espiritual voluntário dentro das unidades prisionais dá suporte ao interno em momentos de fragilidade, solidão, promovendo também arrependimentos de atos delituosos. Nós da coordenação de assistência religiosa, observamos que a fé tem ajudado eles a repensarem as suas escolhas de vida. Outro ponto extremamente importante é que a assistência espiritual contribui para a humanização da pena e no processo da reintegração social do privado de liberdade”, comenta Rosilândia Silva.

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