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Com 221 novas empresas por mês, Feira de Santana se consolida como capital do empreendedorismo baiano

O número reforça a tendência de expansão do empreendedorismo local, com média de 291 novos CNPJs por mês

14/11/2025 às 21h16
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Feira de Santana - BA
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Feira de Santana - BA
Foto: Reprodução/Prefeitura de Feira de Santana - BA

Feira de Santana consolidou, em 2025, sua posição comomotor econômico do interior da Bahia. Levantamento daSecretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC), com base em dados daJunta Comercial do Estado da Bahia (Juceb), revela que, de janeiro a agosto, o município registrou2.328 novas empresas abertas, distribuídas em19 segmentos econômicos.

O número reforça a tendência de expansão do empreendedorismo local, commédia de 291 novos CNPJs por mês. “Os números demonstram a força do empreendedor feirense e a diversidade da nossa economia. Feira de Santana tem ambiente favorável para quem quer crescer”, avaliaMárcia Ferreira, secretária da SETTDEC.

Feira de Santana tem alta generalizada em quase todos os setores

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O setor decomércio e reparação de veículos automotores e motocicletassegue como o principal motor da economia local, com903 novas empresas, equivalente a38,8% do total.Em seguida vêmsaúde humana e serviços sociais (288),atividades profissionais, científicas e técnicas (184)eatividades administrativas e serviços complementares (172).

 

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Segmento Econômico

Total de empresas

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Participação (%)

Comércio; reparação de veículos automotores e

motocicletas

903

38,8%

Saúde humana e serviços sociais

288

12,4%

Atividades

profissionais, científicas e técnicas

184

7,9%

Atividades administrativas e

172

7,4%

 

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serviços complementares

 

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Construção

122

5,2%

Alojamento e alimentação

92

3,9%

Transporte, armazenagem e correio

110

4,7%

Indústrias de transformação

113

4,9%

Atividades imobiliárias

82

3,5%

Educação

64

2,7%

Informação e comunicação

55

2,3%

Atividades financeiras e de seguros

46

2,0%

Artes, cultura, esporte

e recreação

41

1,8%

Outras atividades de serviços

42

1,8%

Água, esgoto e gestão de resíduos

7

0,3%

Agricultura, pecuária e pesca

4

0,2%

Indústrias extrativas

2

0,1%

Serviços domésticos

1

0,04%

Total geral

2.328

100%

 

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O dado reforça que a economia feirense éfortemente diversificada, mas com umnúcleo comercial e de serviços muito robusto, responsável por quase 80% das novas aberturas.

Fevereiro é o mês mais dinâmico do ano

A análise mensal mostra quefevereirofoi o mês mais aquecido, com360 novas empresas, seguido porjaneiro (318)ejulho e agosto (307 cada).O mês dejunho, com221 registros, teve o menor volume de aberturas, comportamento típico da sazonalidade do mercado.

Mês

Novas empresas

Participação (%)

Janeiro

318

13,7

Fevereiro

360

15,5

Março

287

12,3

Abril

263

11,3

Maio

265

11,4

Junho

221

9,5

Julho

307

13,2

Agosto

307

13,2

Total

2.328

100

 

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Segundo Márcia Ferreira, o pico em fevereiro está ligado àregularização de empreendimentos no início do ano fiscal, enquanto os aumentos em julho e agosto acompanham aretomada de investimentos antes do segundo semestre comercial.

Saúde, construção e logística aparecem entre os setores que mais crescem

Embora o comércio continue predominante, o crescimento expressivo desetores estratégicossinaliza ummovimento de diversificação da base produtiva. O destaque vai para osetor de saúde humana e serviços sociais, que teve 288 novas aberturas, puxado por clínicas médicas, odontológicas e laboratórios.Aconstrução civil, com 122 novas empresas, mostra vigor diante da retomada de obras públicas e privadas. Otransporte e a logísticatambém se destacam, com 110 novos empreendimentos, reflexo daexpansão do e-commercee do papel logístico da cidade, que serve comoentroncamento de rodovias federais. “Esses números mostram que Feira de Santana não depende de um único setor. Há crescimento em áreas ligadas à saúde, tecnologia, mobilidade e serviços de modo geral”, explica Márcia Ferreira.

Além dos segmentos tradicionais, há avanço eminformação e comunicação (55),educação (64)eartes, cultura, esporte e recreação (41), todos associados ànova economia urbana e criativa. A secretária Márcia Ferreira destaca ainda o crescimento, embora discreto, de empresas ematividades ambientaisegestão de resíduos (7), reflexo de políticas voltadas àsustentabilidade e inovação verde.

Feira de Santana: cidade empreendedora

Com mais de50 mil empresas ativas, Feira de Santana mantém um papel central na economia baiana. A cidade concentra negócios que atendem amais de 80 municípios do interiore responde por uma parcela relevante do PIB estadual. Sualocalização estratégicae oforte ambiente logístico e comercialconsolidam o município comoporta de entrada para o desenvolvimento regional. “Feira é hoje o centro do empreendedorismo baiano. O que acontece aqui reverbera em toda a região”, resume a secretária Márcia Ferreira.

O desempenho reforça queFeira de Santana está preparada para receber novas empresas e empreendedores que desejam sediar seus negócios na cidade. Aspolíticas públicas implementadas pela gestão atualtêm sido decisivas parafacilitar a abertura de empresas,simplificar processoseestimular o investimento local, fatores que ajudam a manter o ritmo de crescimento e atração de novos empreendimentos. “Temos uma política ativa de incentivo à formalização e um trabalho contínuo de desburocratização, em parceria com a Juceb e demais órgãos estaduais e federais”, pontua Márcia Ferreira.

Commédia mensal de 291 novas empresase desempenho positivo em todos os principais segmentos, Feira de Santana confirma sua posição comocapital do empreendedorismo baiano.A SETTDEC avalia que o desafio agora ésustentar o ritmo de expansão com qualificação profissional e apoio técnico, garantindo que o crescimento venha acompanhado deinovação e competitividade.



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