
Dando continuidade ao trabalho de mapeamento da linha de costa do estado do Ceará, a Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema) realizou, nos dias 26 e 27 de agosto, atividade de campo no município de Fortaleza, abrangendo as praias da Barra do Ceará, Colônia, Pirambu, Leste Oeste – Formosa, Iracema, Meireles, Mucuripe, Praia Mansa/Cais do Porto, Titanzinho/Farol, Praia do Futuro, Sabiaguaba e Abreulândia.
A ação integra o Projeto Espacial Ambiental (PEA), iniciativa vinculada ao Programa Cientista Chefe Meio Ambiente (Sema/Funcap), sob coordenação do professor Davis de Paula.
De acordo com o professor Davis de Paula,o mapeamento da linha de costa de Fortaleza marca um avanço significativo no gerenciamento costeiro do estado do Ceará, já que proporciona uma análise detalhada das transformações ambientais ao longo do litoral da capital, destacando os impactos causados tanto pela ação humana quanto pelas mudanças naturais. “Os dados levantados são fundamentais para subsidiar políticas públicas voltadas à proteção da zona costeira, promovendo um planejamento mais equilibrado entre desenvolvimento urbano e preservação ambiental.”, enfatizou.
Participaram da atividade os técnicos da Coordenadoria de Desenvolvimento Sustentável da Sema e da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza (Seuma). O trabalho teve apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE), do Batalhão de Polícia do Meio Ambiente da Polícia Militar do Ceará (BPMA/PMCE) e da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC).

O Projeto Planejamento Espacial Ambiental (PEA) atua em duas subáreas principais no Ceará, com foco na demarcação da linha de costa (LC) dos municípios costeiros dos setores I e II, conforme definido pela Política Estadual de Gerenciamento Costeiro.
O Ceará possui 573 km de linha de costa, abrangendo 20 municípios defrontantes ao mar, organizados em quatro setores (Leste, Região Metropolitana, Oeste e Extremo Oeste). Esses municípios apresentam paisagens variadas e potencial turístico, além de enfrentarem diferentes níveis de urbanização e conflitos socioambientais, como erosão costeira e impactos da elevação do nível do mar. Como resposta, foram instaladas estruturas de proteção costeira, cujos efeitos precisam ser avaliados de forma integrada.
A metodologia do projeto inclui o uso de tecnologias geodésicas, drones, sensoriamento remoto e aerolevantamentos para o mapeamento preciso da LC ambiental. Os dados obtidos também alimentam a Plataforma Estadual Espacial Ambiental (PEDEA), que apoia o monitoramento, planejamento e tomada de decisões no gerenciamento costeiro.

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