
O Governo de Goiás registrou superávit de US$ 3,2 bilhões na balança comercial do estado, no período de janeiro a maio de 2025. O resultado representa um aumento de 8,25% em comparação com o mesmo período em 2024, e reflete exportações no valor de US$ 5,4 bilhões, posicionando Goiás como o oitavo maior exportador do Brasil ao longo do ano.
As importações somaram US$ 2,2 bilhões, resultando na décima primeira posição como estado que mais realiza importações a nível nacional. Os dados são da Superintendência de Comércio Exterior e Atração de Investimentos Internacionais, divulgados pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) .
“Estamos avançando com políticas de estímulo à exportação e à diversificação da pauta comercial, promovendo Goiás como um player estratégico no cenário internacional de modo a tornar nossa economia cada vez mais integrada ao mercado global e preparada para crescer com sustentabilidade e competitividade”, destaca o titular da Pasta, Joel de Sant’Anna Braga Filho.
Apenas no mês de maio de 2025, a balança comercial teve saldo positivo de US$ 769 milhões, apresentando valores de exportação de US$ 1,1 bilhão e de importação de US$ 413 milhões.
Contabilizando os cinco primeiros meses do ano, o complexo soja liderou a pauta exportadora, representando 57,56% das vendas externas do estado, seguido pelas exportações de carnes (17,56%), ferroligas (6,40%) e complexo milho (3,46%). Na comparação com 2024, as exportações de complexo milho apresentaram uma variação significativa de 119,52%.
Entre os municípios goianos, Rio Verde se destacou como o maior exportador de janeiro a maio de 2025, com US$ 1,4 bilhão, o que representa 27,12% do total exportado pelo estado no período. Na sequência aparecem Jataí (US$ 441 milhões), Mozarlândia (US$ 241 milhões), Palmeiras de Goiás (US$ 202 milhões) e Montividiu (US$ 184 milhões).
As exportações de Goiás em 2025 tiveram como principal destino a China, que segue como o maior parceiro comercial do estado, concentrando 50,70% do total exportado. Outros destinos relevantes foram os Estados Unidos (5,10%) e Irã (2,83%). Já as importações vieram, majoritariamente, da China (18,08%), seguida por Alemanha (13,58%) e Estados Unidos (11,58%).
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