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Polícia Científica do Espírito Santo e Secretaria da Justiça iniciam operação de coleta de DNA no sistema prisional

A Secretaria da Justiça (Sejus) e a Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES) deram início, nessa terça-feira (13), à coleta de DNA de condenado...

16/05/2025 às 15h59
Por: Redação Fonte: Secom Espírito Santo
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Foto: Reprodução/Secom Espírito Santo
Foto: Reprodução/Secom Espírito Santo

A Secretaria da Justiça (Sejus) e a Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES) deram início, nessa terça-feira (13), à coleta de DNA de condenados pela Justiça este ano e que estão no sistema prisional do Estado. As coletas já foram realizadas na Penitenciária de Segurança Máxima 1 (PSMA1) e Penitenciária de Segurança Média (PSME1), quando 134 coletas foram realizadas.

A ação visa cumprir a legislação vigente para inserir os perfis genéticos de autores de crimes graves no Banco de Perfis Genéticos do Espírito Santo (BEPG), que é integrado ao Banco Nacional de Perfis Genéticos (RIBPG), com o objetivo de confrontá-los com vestígios de locais de crime e amostras coletadas de vítimas. A meta deste ano é coletar o material biológico de pelo menos mil apenados.

Os condenados submetidos ao procedimento são aqueles que cumprem pena por crime praticado com violência grave contra pessoas; crime contra a vida; contra a liberdade sexual; crime sexual contra vulnerável ou por outros que sejam determinados pela Justiça.

A coleta da amostra biológica é realizada por peritos oficiais criminais da Polícia Científica. O material é coletado, de forma técnica e indolor, na unidade prisional onde os internos cumprem pena. Os dados genéticos são mantidos em banco de dados sigilosos.

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No Espírito Santo, já foram coletados material biológico de 9. 291 condenados. E, desde o início da criação do BEPG, foram 135 matches, isto é, coincidências entre condenados e vestígios, ou entre vestígios, auxiliando diversas investigações criminais em curso.

"A coleta de DNA dos condenados é fundamental para o fortalecimento das investigações. Ao alimentarmos o Banco de Perfis Genéticos, integrado à rede nacional, estamos oferecendo uma ferramenta poderosa para confrontar evidências de locais de crime com o perfil genético de indivíduos que cometeram delitos graves. Cada amostra coletada nos aproxima da elucidação de crimes e da promoção de uma justiça mais eficaz para a sociedade capixaba", destacou o perito oficial-geral da Polícia Científica, Carlos Alberto Dal-Cin.

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O secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco, ressaltou a importância do trabalho integrado junto à Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES). “A coleta de perfil genético dentro do sistema prisional do Estado representa ganhos importantes, pois as instituições podem identificar suspeitos com mais precisão, o que permite que criminosos reincidentes sejam punidos. É uma integração que traz muitos ganhos para a sociedade, pois fortalece a investigação criminal e a segurança pública”, reafirmou Rafael Pacheco.

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