
O Instituto Cândida Vargas (ICV) realizou, na manhã desta quarta-feira (14), uma capacitação sobre o uso da laserterapia no tratamento de fissuras mamilares. O curso foi conduzido pela enfermeira Roberta Barros e contou com a participação das profissionais do Banco de Leite Humano Zilda Arns.

A formação ocorreu no Centro de Estudos da maternidade e teve como objetivo reforçar a atuação das enfermeiras diante das queixas mais comuns no início da amamentação, como as fissuras mamárias, utilizando a laserterapia como um recurso complementar e eficiente no alívio das dores e na cicatrização dessas lesões.
A coordenadora do Banco de Leite, Malu Tavares, destacou a importância da capacitação contínua para garantir um atendimento cada vez mais humanizado. “Fortalecer o conhecimento técnico da equipe é essencial para que possamos cuidar das mães de forma integral. A laserterapia tem se mostrado um diferencial importante na redução da dor e na promoção da continuidade do aleitamento”, ressaltou.
Desde 2023, o Instituto Cândida Vargas oferece o serviço de laserterapia, que já beneficiou mais de 600 mulheres em processo de amamentação. Com a capacitação, a expectativa é expandir ainda mais o alcance desse atendimento, preparando as profissionais para lidar com a crescente demanda.

“Essa capacitação veio em um momento muito importante. É gratificante saber que estamos sendo preparadas para oferecer uma assistência ainda mais completa às nossas pacientes. A dor causada pelas fissuras mamárias pode ser desesperadora para muitas mulheres e agora temos mais um recurso para ajudá-las a vencer esse desafio com dignidade e acolhimento”, afirmou a enfermeira Inês Neta.
As profissionais também destacaram que pretendem atender o maior número possível de mães com essa nova abordagem e estão motivadas a aplicar o conhecimento adquirido imediatamente.
Danielly Kelly considerou o curso uma oportunidade para aprimorar o cuidado com as puérperas. “A laserterapia representa um avanço real na nossa rotina de atendimento. Muitas mães desistem da amamentação por conta das dores, das feridas e da insegurança. Ter esse conhecimento nas mãos é uma ferramenta poderosa para oferecer não só alívio físico, mas também apoio emocional. Foi um momento muito rico e eu saí de lá convicta de que vamos fazer a diferença na vida de muitas mulheres”, comentou.


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