
O Aterro Sanitário de Palmas, administrado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seiop), será ampliado com a construção de mais uma célula, grande área de depósito com fundo impermeabilizado, onde o lixo é espalhado, compactado e coberto. O edital da Prefeitura de Palmas, relativo ao processo licitatório para a contratação de empresa especializada para a execução da obra de construção da sétima célula de disposição de rejeitos, está disponível para consulta no Diário Oficial do município, nº 3.693, de 14 de abril deste ano.
As empresas interessadas em participar do certame licitatório têm até as 13h45 da segunda-feira, 5, para apresentar propostas. De acordo com o cronograma do edital, a abertura das propostas está prevista para as 14 horas do mesmo dia. A estimativa de investimento na obra é de aproximadamente R$ 9 milhões.
Atualmente, o aterro utiliza a sua sexta célula, com previsão de encerramento para o final deste ano. O local recebe, em média, 340 toneladas por dia, para a disposição final dos resíduos sólidos de toda a cidade e distritos. Em virtude do grande volume de produção diária de lixo, a expectativa é que a nova célula entre em funcionamento já no início do segundo semestre.
O secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas de Palmas, Paulo Cezar Monteiro, explica que as adequações cumprem requisitos de qualidade e eficiência. “Estamos comprometidos com o desenvolvimento sustentável de Palmas. Com a ampliação da capacidade de atendimento, com a construção de mais uma célula, vamos assegurar a destinação do lixo de forma adequada, o que reflete diretamente no cuidado com o meio ambiente e a saúde da nossa população”, pontuou.
O novo espaço terá capacidade para 400 mil toneladas de resíduos domésticos. A expectativa é que a sétima célula seja mantida em operação por mais quatro anos.
Vida útil do aterro
Localizado na zona rural do assentamento São João, o aterro sanitário tem 92 hectares de área para operação e, com ampliação da capacidade de atendimento, vai assegurar uma vida útil maior. Em 2001 foi projetado para 40 anos.
No local, o trabalho é todo mecanizado, com controle de entrada e saída dos veículos para a conferência da carga e gestão de tratamento, que evita a contaminação do solo e impossibilita contato dos trabalhadores com os resíduos.
Texto: Alcione Luz
Edição: Iara Cruz


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