
O Instituto Estadual de Florestas (IEF) está promovendo o Projeto de Mobilização Inclusiva Socioambiental, com foco na conservação e recuperação ambiental, além do apoio à produção sustentável. Em parceria com o Instituto Rupestris, o IEF busca a proteção de ecossistemas e espécies ameaçadas, além de fomentar o desenvolvimento de práticas produtivas responsáveis nas comunidades de Minas Gerais.
Em fevereiro, o IEF realizou uma capacitação técnica no Viveiro Amarelo, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), voltada para cerca de 60 produtores rurais. Durante o evento, foram abordadas técnicas de produção de mudas em viveiros e Sistemas Agroflorestais, como forma de capacitar os produtores para atuarem de maneira mais sustentável, favorecendo a conservação ambiental e a produção, de maneira responsável.
O projeto, que está sendo implementado nas sub bacias dos rios Taquaraçu, Poderoso-Vermelho e Caeté-Sabará, tem como objetivo envolver de forma participativa as comunidades locais, com um foco especial em jovens e mulheres. A proposta é organizar as pessoas em torno da gestão de alternativas produtivas socioambientais sustentáveis.
Integração
As ações estão sendo realizadas nas comunidades de Pinhões (Santa Luzia), Ravena (Sabará) e Taquaraçu de Minas, com a criação de três Unidades Demonstrativas de viveiros de mudas nativas e frutíferas comunitárias, além de três hectares dedicados a Sistemas Agroflorestais. As ações incentivam fontes de renda complementares, contribuindo para a conservação ambiental, o desenvolvimento da agricultura familiar e a melhoria da qualidade de vida das comunidades. João Paulo Sarmento, analista do IEF, reforça a importância da mobilização participativa. “O projeto trouxe para a região uma mobilização onde todos entenderam que ter uma visão integrada de governança socioambiental irá gerar benefícios e ganhos, criando atividades econômicas sustentáveis.”
O Projeto de Mobilização Inclusiva Socioambiental já passou por três oficinas participativas e encontros com as comunidades e possíveis beneficiários. As atividades incluíram dinâmicas integradas que permitiram identificar as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças, com foco em promover uma governança socioambiental sustentável.
Com o apoio contínuo do IEF e do Instituto Rupestris, a expectativa é de que, no futuro, sejam instaladas novas unidades administrativas por meio de mutirões, garantindo o monitoramento e a assistência técnica necessários. O projeto representa uma oportunidade única para unir as comunidades e promover a conservação e o desenvolvimento do território, com foco no fortalecimento do pequeno e do médio agricultor. O projeto é financiado pelo Governo do Canadá, no âmbito do Programa de Liderança Florestal Global do Canadá (Global Forest Leadership Program), administrado pela Natural Resources Canadá, e está vinculado à Rede Internacional de Bosques Modelo e à Rede Latino-Americana de Bosques Modelo.
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