
Foto: Marco Favero/Arquivo/Secom
A produção industrial de Santa Catarina cresceu 12,2% em outubro frente ao mesmo período do ano passado. O dado faz parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira, 13. Com o resultado, Santa Catarina teve o segundo maior crescimento do país em outubro, atrás apenas do Pará (12,5%), e bem à frente da média nacional de 5,8%.
Já no acumulado do ano, a indústria catarinense soma elevação de 7,4%. Entre os setores, o destaque de 2024 é o segmento de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, que avançou 16,2%. A fabricação de máquinas e equipamentos, com alta de 12,2%, e a metalurgia, com 10,5%, também ficaram em evidência.
“A nossa indústria é forte. É um dos motores da economia de Santa Catarina e tem avançado de forma consolidada. Estamos fazendo o dever de casa para atrair investimentos e incentivar o setor produtivo a ampliar e a se modernizar”, afirmou o governador Jorginho Mello.
O bom momento da indústria beneficiou ainda os segmentos de fabricação de produtos de madeira (9,2%) bem como a fabricação de produtos de borracha e de material plástico (8,6%). Do total de 15 segmentos avaliados pelo IBGE sobre produção industrial, 14 tiveram crescimento em 2024. Apenas a fabricação de móveis (-5,8%) teve oscilação negativa.
O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck, analisou o resultado. “Santa Catarina é um dos estados mais industrializados do país e contamos com a fabricação de produtos de alto valor agregado. O crescimento do mercado de máquinas e equipamentos, por exemplo, demonstra isso. Além disso, a indústria está aquecida , o que reflete o aumento da demanda de outros setores e o aquecimento da economia catarinense”.
No acumulado do ano, Santa Catarina (7,4%) é o segundo estado que mais cresceu sua produção industrial, atrás apenas do Ceará (8,6%). O aumento no estado é mais do que o dobro da variação nacional, de 3,4% entre janeiro e outubro. Com o resultado positivo, Santa Catarina ficou à frente de estados como Paraná (4,2%), São Paulo (4%) bem como Minas Gerais (3,1%).
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