
A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promove anualmente a Campanha do Dia Estadual de Luta Contra a Hanseníase, celebrado sempre na última sexta-feira do mês de outubro. Este ano lembrada no dia 27, com intuito de alertar a sociedade sobre os sinais e sintomas da doença que tem cura e tratamento totalmente gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS), disponível em todas as unidades básicas de saúde do Tocantins.
Em 2023, a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS/SES-TO) traz como tema central da campanha,Hanseníase: quanto mais cedo diagnosticar e se tratar, maior a chance de se curar, para ressaltar que o diagnóstico tardio pode provocar incapacidades físicas e deformidades irreversíveis.
“O Tocantins é considerado um Estado hiperendêmico, conforme os parâmetros do Ministério da Saúde, ocupando o 2º lugar no ranking nacional referente à taxa de detecção da doença. Diante disso, a SES-TO e o Ministério da Saúde reforçam a importância do diagnóstico na fase inicial da doença, do tratamento oportuno e cura, visando eliminar fontes de infecção, reduzir e/ou minimizar os sofrimentos causados pelas incapacidades físicas resultantes do diagnóstico tardio da doença”, disse a coordenadora da área técnica da Hanseníase da SES-TO, Marcia Faria e Silva.
Dados
O Tocantins registrou em 2022, 757 novos casos da doença. Este ano este número já foi superado com 759 casos novos até agora.
Saúde Paulistanos enfrentam filas para tomar vacina contra sarampo
Cuiabá - MT Prefeitura leva vacinas ao Mato Grosso AgroFestival e amplia acesso à imunização
Saúde Atraso na ampliação do teste do pezinho dificulta diagnóstico da AME
Saúde Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista
Saúde Campanha contra sarampo vacinou 280 mil pessoas em SP em uma semana
Saúde Sessão solene homenageia profissionais que atuam na necropsia
São Sebastião - SP São Sebastião inicia projeto institucional de saúde mental voltado aos servidores da rede municipal
Saúde Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem mais de 50% em dez anos
Diploma Associação Médica Brasileira cobra rigor na formação médica: “Diploma não pode ser apenas um papel”. Mín. 24° Máx. 26°