O desenvolvimento de sensores inteligentes para monitoramento de contaminantes emergentes na Lagoa da Conceição foi um dos projetos apresentados à comunidade neste final de semana em uma “feira” de pesquisa.
Durante o encontro realizado no Espaço Manjericão, na região central da Lagoa do Conceição, foram apresentados resultados obtidos durante um ano em estudos com temas monitoramento da qualidade da água, biorremediação, gestão da sustentabilidade e impacto das ligações cruzadas entre água da chuva e esgoto.
As pesquisas contam com recursos de R$ 3,2 milhões financiados pela CASAN, Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) e UFSC.
“A inovação é fundamental para preparar a Companhia para os desafios atuais e futuros, para que seja possível prestar serviços cada vez melhores para a população catarinense”, destacou o coordenador da área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da CASAN, Felipe Góes.

“A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da UFSC tem grande satisfação em participar dessa cooperação em busca de respostas cientificas ligadas à qualidade da água e aos ecossistemas desse ambiente tão importante que é a Lagoa da Conceição”, ressaltou o professor Willian Gerson Matias, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da UFSC.
O professor Paulo Belli, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, também ressaltou a importância da cooperação e da divulgação dos estudos.
“Temos um grande desafio que é fazer com que a pesquisa e a tecnologia se comuniquem com a população, e também com as diversas instituções. Por esse motivo, eventos como esse são tão importantes para compartilhar conhecimentos para recuperação desse bem comum que é a Lagoa da Conceição”.

SAIBA MAIS
Contaminantes emergentes– Essa complexa classe de substâncias inclui produtos farmacêuticos, pesticidas, plastificantes e hormônios, entre outros. O projeto Sensores Impressos Funcionalizados para o Monitoramento na Lagoa da Conceição é desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC. Entre as metas está o desenvolvimento de ferramentas para a detecção de pesticidas in loco, por meio de carbon dots, nano partículas com grande potencial em aplicações ambientais, biomédicas e analíticas.
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