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Prodec aprova R$ 244 mil em investimentos privados em Santa Catarina

A primeira Reunião do Comitê Técnico do Prodec 2023 aprovou R$ 244.104.988,85 em investimentos privados para o estado. Foram habilitados seis proje...

04/05/2023 às 19h01
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Secom SC
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Foto: Reprodução/Secom SC
Foto: Reprodução/Secom SC

A primeira Reunião do Comitê Técnico do Prodec 2023 aprovou R$ 244.104.988,85 em investimentos privados para o estado. Foram habilitados seis projetos de empresas que possuem sede em Guaramirim, Maracajá, São José, Indaial, Timbó e Joinville. A previsão é gerar 476 empregos.

Participaram da reunião, o secretário Silvio Dreveck (Sicos), Adílio da Silva Anisio, gerente de novos negócios da Sicos, Leandro Daros (SEF), Carlos Adriano Liebl (Badesc), Silvia Silva (BRDE), Thiago Pamplona (Fampesc), Alaor Tissot (Facisc) e demais membros do comitê, 

O Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec) tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou expansão de empreendimentos industriais, que visam produzir e gerar emprego e renda no Estado de Santa Catarina.

“O Governo, por meio da Secretaria da Indústria, do Comércio e do Serviço, concede a postergação de impostos para incentivar o desenvolvimento econômico no estado. Esse é o objetivo do Prodec, que ajuda a trazer ainda mais investimentos para Santa Catarina”, explica o governador Jorginho Mello.

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“O Prodec é um programa fundamental para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina. É um incentivo à ampliação e expansão de indústrias por meio da postergação de impostos para que o empreendedor possa investir e trazer para o Estado mais empregos. A prerrogativa é para projetos inovadores e sustentáveis.”, esclarece o secretário da Sicos, Silvio Dreveck.

Foto: Reprodução/Secom SC
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O gerente de novos negócios da Diretoria de Indústria da Sicos, Adílio Anísio, explica que para ser habilitado, ou seja, enquadrado no programa, a indústria precisa apresentar documentos ao Comitê Técnico, além de cumprir requisitos. Após análise, o incentivo é aprovado pelo Conselho Deliberativo. 

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“Ao invés de emprestar dinheiro, o estado permite que a indústria postergue parte do ICMS, valor que será devolvido aos cofres públicos com juros entre 0 a 4% ao ano, sendo benéfico para os empreendimentos”, comenta Anísio.

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