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Aplicativo da Sejusp ajuda Polícia Militar do Amazonas a recuperar veículos roubados

Aplicativo desenvolvido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) ajuda Polícia Militar do Amazonas a recuperar veí...

08/02/2023 às 11h21
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Secom Acre
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Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Aplicativo desenvolvido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) ajuda Polícia Militar do Amazonas a recuperar veículos roubados. 

Aplicativo desenvolvido pela Sejusp faz reconhecimento facial. Foto: Ascom/Sejusp
Aplicativo desenvolvido pela Sejusp faz reconhecimento facial. Foto: Ascom/Sejusp

A ação coordenada pelo tenente Bruno Almeida contou com a realização de blitz na cidade de Boca do Acre. Com a ajuda do aplicativo Apolo puderam recuperar uma moto Honda XRE 300 que trafegava livremente no município. 

A ideia de criação do Apolo partiu da Sejusp, no Departamento de Modernização Tecnológica da Informação e Comunicação da Sejusp (DMITIC), por meio do soldado da Polícia Militar David Mello, que foi quem desenvolveu a tecnologia. 

Sendo o aplicativo criado para trazer a tecnologia do reconhecimento facial, que antes era restrita a grandes empresas como Google ou Facebook, para a segurança pública acreana.

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A tecnologia pode ser utilizada por todos os policiais do estado do Acre, desde que seja solicitado o cadastro pelo comandante da sua unidade. Assim que é instalado, o aplicativo se conecta aos servidores da Sejusp, que possuem uma série de outros serviços executados em paralelo, disponibilizando os dados a várias outras fontes como o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões  (BNMP), Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), Receita Federal, Polícia Civil e o Cerco Eletrônico.

O chefe do DMITIC, Alexandre Nascimento de Souza, explica que a tecnologia é rápida em determinar a identidade das pessoas. “O sistema Apolo permite mais rapidez na identificação de pessoas suspeitas de crimes, por meio de um aplicativo de celular que já é operado pelos agentes de segurança pública em todo estado”, disse Souza. 

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Além disso, o Apolo também é uma fonte geradora de dados, salvando diariamente imagens e dados de abordagem que futuramente podem ajudar em investigações. Desde que o aplicativo foi lançado, já foram feitas mais de 600 mil operações de consulta no banco de dados do aplicativo. 

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