
Representantes da Associação Baiana de Desporto Adaptado (ABDA) apresentaram, em reunião nesta terça-feira (7), na sede da Superintendência dos Desportos da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Renda e Esporte (Setre), o planejamento do futebol de amputados baiano para o ano de 2023, tendo como principais ações para o calendário de 2023 a realização do campeonato baiano e participações na Copa Nordeste e no Brasileiro da Modalidade.

A reunião marcou, também, os agradecimentos pelo apoio da autarquia do esporte, principalmente na concessão de passagens que garantiram a presença dos quatro times associados à ABDA em torneios realizados em outros estados. Das quatro equipes que disputaram as finais do Campeonato Brasileiro de Futebol de Amputados – Série B, em 2022, três eram da Bahia, tendo o time Bahia conquistado o título de campeão, passando, agora em 2023, a disputar o torneio na série A. Realizada em Fortaleza de 2 a 6 de novembro do ano passado, a competição reuniu mais de 200 atletas de vários estados brasileiros e teve organização da Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Físicos (ABDF).

Além de o título de campeão ficar com um time baiano, o SSA–Amput, que também ficou em primeiro lugar no Norte-Nordeste da modalidade, em 2022, durante torneio realizado na cidade de Camaçari, foram os outros times baianos que conquistaram, respectivamente, o terceiro e quarto lugares. O título de vice-campeã ficou com a equipe anfitriã, a cearense Andesul. A Bahia ainda faturou o troféu de melhor artilheira da competição, título assegurado pelo jogador Alex Fabiano, com quatro gols, que disputou o torneio pelo time Vitória.
Para 2023, a meta da ABDA, que reúne 45 membros, é emplacar um time do estado como campeão do Nordeste, campeão da Copa Brasil e estar entre os três melhores colocados no Campeonato Brasileiro da Série A. Atualmente, os quatro times baianos, contando com o Itabuna, são representados por atletas de nove municípios do estado: Mata da São João, Simões Filho, Porto Seguro, Ponto Novo, Tucano, Santa Bárbara, Salinas, além da capital e de Itabuna.
Presença feminina
Na conversa mantida com o grupo, o diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto, destacou a importância de se estimular a participação feminina no treinamento e nas competições do futebol de amputados. Atualmente, apenas quatro mulheres praticam a modalidade no estado. “Temos que incentivar a participação feminina, criando as condições e viabilizando a inclusão das mulheres na modalidade. Este é, também, um desafio importante para a ABDA. No que depender para isso se efetivar, a Sudesb está aqui para apoiar”, enfatizou o diretor.
Presente na reunião, o presidente da ABDA, Luciano Reis, destacou o quanto a modalidade de amputados cresceu nos últimos anos, saindo de uma para quatro equipes organizadas e com treinamento regular. Na opinião dele, esse desenvolvimento deve-se ao apoio da Sudesb, que vem apostando no potencial profissional e social da entidade: “traçamos nossos objetivos e esperamos desenvolver ainda mais a modalidade em todas as direções, inclusive atraindo a participação feminina”, afirmou.
Fonte: Ascom/Sudesb
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