
Promovido pelo Governo do Amazonas, o ‘Demoday’ trouxe a avaliação de resultados do programa liderado pela Sedecti e parceiros
Startups do Amazonas apresentaram os resultados dos projetos que ganharam a primeira edição do Hackaton Bio Amazônia, na quinta-feira (19/01). O evento “Demoday”, promovido pelo Governo do Amazonas, reuniu parceiros e investidores, na sede daSecretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), na Cachoeirinha, zona sul de Manaus.
Em parceria com Instituto Visão Amazônica, o evento trouxe o balanço das atividades do “Hackaton”, realizado no ano passado, e as apresentações das startups Camapu e Logamz.
A Camapu apresentou um modelo de negócio para promover a qualificação de empreendedores do interior do Amazonas, enquanto a Logamz desenvolveu uma plataforma de comércio e logística, que liga pequenos produtores do interior aos restaurantes.
De acordo com o secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedecti, Jeibi Costa, a iniciativa promove o relacionamento das startups que recebem mentoria do órgão, com parceiros e investidores como o diretor da Osten Moove e avaliador da Shark Tank, Fabiano Nagamatsu.
“Estamos caminhando juntos com as startups, buscando promover o desenvolvimento do estado como um todo. Contando com parceiros de incubadoras e aceleradoras de projetos das startups, com o objetivo de analisar viabilidade de execução”, declarou o secretário executivo.
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A primeira edição do Hackathon Bio Amazônia ocorreu em 2022, com o tema a Bioeconomia, direcionado ao desenvolvimento de soluções inovadoras para o fortalecimento de cadeias produtivas amazônicas. Desde então, as vencedoras são acompanhadas pela gerência de tecnologia e inovação da Sedecti.
A Camapu é uma startup de capacitação de comunidades amazônicas. Segundo a coordenadora de comunicação e pesquisa da startup, Geisiane Lima, o projeto “Amaçú”, de formação técnica, tem a proposta de ofertar cursos em módulos, com o objetivo de promover a durabilidade das atividades econômicas e a diversificação dos modelos de geração de renda, com a criação de novos mercados nas comunidades ribeirinhas.
“Trabalhamos levando em consideração o valor das pessoas amazônidas, respeitando seus saberes e fazendo com que a economia desses locais, cresça”, pontuou Lima.
A Logamz, por sua vez, é uma startup que surgiu para resolver um problema específico de logística na região amazônica. Atualmente, trabalha na intermediação da venda da matéria-prima para restaurantes, empresas em busca de matéria prima, bares e mercados da cidade.
“O objetivo é conectar fornecedores, cooperativas e produtores da cidade/interior de forma mais simples, segura e tendo a rapidez como principal desafio e a qualidade como principal referência”, completou o gerente comercial da startup, Felipe Valentim.
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