
Neste ano, estão sendo registrados muitos casos de pessoas com dengue em todo o Brasil. E é exatamente por isso que as medidas de prevenção contra a doença precisam ser cada vez mais reforçadas. Com essa preocupação, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), informa que nesta quinta-feira, 19, o número de casos prováveis de dengue no Acre, nas duas primeiras semanas de janeiro, já somam 173 casos.

Os dados epidemiológicos alertam para a necessidade de intensificação das ações de eliminação dos focos do Aedes aegyptiem todas as regiões. São ações que envolvem gestores estaduais, municipais e a própria população. A transmissão ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegyptifêmea infectado.
A chefe da Divisão de Vigilância Ambiental, Márcia Andreia Morais, explica que é essencial fazer do combate ao mosquito uma rotina de toda a sociedade em qualquer época do ano, embora, o período sazonal para a proliferação do vetor seja nesse período de chuvas até o início de abril.

“São medidas simples a serem adotadas pela população, porém, eficientes, como: manter bem tampados e limpos os reservatórios de água, trocar água dos vasos de planta, manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, os quintais limpos sem qualquer tipo de entulho e acondicionar pneus em locais cobertos”, destacou Márcia Andreia Morais.
Para Júnior Pinheiro, técnico do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial, o estado sofre com uma tendência de aumento de casos e que todas as ações de monitoramento estão sendo realizadas pela saúde do estado.

“A população pode contribuir de forma decisiva, já que 80% dos criadouros estão dentro das casas. As pessoas precisam se lembrar de que a dengue mata. Especialmente, nesse período chuvoso, é necessário redobrar os cuidados para evitar o acúmulo de águas paradas”, salientou Júnior Pinheiro.
A infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou grave. Neste último caso, pode levar até a morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.

Na fase febril inicial da dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados.
Cuiabá - MT Botão do Pânico Saúde garante resposta rápida e reforça segurança na UPA Verdão
Piauí Rafael Fonteles inaugura UTI e serviço de tomografia do Hospital Regional de Uruçuí nesta quinta (2)
Sergipe Sergipe registra crescimento de 25,8% no número de doação de órgãos no primeiro semestre de 2026
Saúde AVISO DE PAUTA: Estado inaugura nova UTI no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis
Sergipe Maternidade Nossa Senhora de Lourdes reforça importância da vacina BCG na prevenção da tuberculose
Sergipe Governo de Sergipe divulga resultado preliminar do II Prêmio Sergipano de Gestão Pública
Bataguassu - MS VALORIZAÇÃO: Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias recebem novos kits de trabalho
Saúde Com suporte à distância e inovação, Estado moderniza a saúde nos 399 municípios
Bataguassu - MS Mais de 6 mil kits de higiene bucal são entregues a estudantes da rede pública de ensino e alunos da APAE Mín. 24° Máx. 26°