
O governo do Acre, por meio de profissionais da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), participa da 1ª Oficina Força Pré-natal SUS – Estratégia Integrada para Qualificação da Atenção ao Pré-Natal, promovida pelo Ministério da Saúde (MS), em Brasília. O evento reúne profissionais atuantes no cuidado de gestantes, predominantemente das regiões ribeirinhas, fluviais e remotas do país. A programação teve início nesta terça-feira, 13 e vai até sexta, 16.

A capacitação tem por objetivo a redução da morbimortalidade materna e infantil e o fortalecimento dos procedimentos realizados no pré-natal. Entre os representantes do Estado, estão técnicos da Diretoria de Redes, Rede Cegonha, Coordenação Estadual do PlanificaSUS, Divisão de Ações Programáticas e Estratégicas e Área Técnica de Saúde da Mulher.
“É a primeira oficina voltada para a qualificação do pré-natal de baixo risco. Pensando que esses profissionais fazem o primeiro contato, a identificação dos riscos e fatores associados às intercorrências na gestação e que influenciam diretamente no desfecho materno-fetal, é uma estratégia inteligente e de grande impacto. Muito orgulho participar deste momento, representando o Acre e vivenciando algo tão importante na saúde materno-infantil”, declarou a ginecologista e obstetra Karolyne Lins.

Como estratégia metodológica, a oficina apresentou conteúdos técnicos produzidos ao longo dos dois anos de atuação do Projeto Piloto – Força Pré-Natal do SUS. A diretora do Departamento de Saúde Materna e Infantil do MS, Lana de Lourdes Aguiar, falou da importância de se conhecer as particularidades de cada região na elaboração dos procedimentos em saúde.
“O Força Pré-Natal se iniciou como uma estratégia-piloto de qualificar o pré-natal de baixo risco da Atenção Primária. Então, escolhemos territórios prioritários para conhecer suas dificuldades e desafios, nesse primeiro momento, e em conjunto propor soluções, da forma mais oportuna possível. Qualificar o pré-natal é um compromisso do Brasil nas metas mundiais de desenvolvimento sustentável”, explicou.

Diante disso, na oficina está sendo definida a atuação da Atenção Básica nos principais casos de mortalidade materna e infantil no país, como a hipertensão gestacional, diferentes queixas gestacionais, rastreamento de infecção urinária e diabetes gestacional, por exemplo. As atividades realizadas estarão disponíveis online nocanal da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde no Youtube.




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