
Neste 16 de agosto, foi dada a largada para a mais importante corrida presidencial da história do país desde a redemocratização, em 1985. Dentro de poucas semanas, no dia 2 de outubro, o Brasil estará diante de uma encruzilhada. Terá de decidir se retoma o caminho do desenvolvimento, da justiça social, da cidadania e da democracia, ou se aprofunda o abismo da fome, do atraso econômico, da recessão, do obscurantismo, do ataque aos direitos humanos e às instituições. Em um cenário de terra arrasada onde, em menos de quatro anos, Jair Bolsonaro aniquilou a dignidade de 33 milhões de compatriotas ao condená-los à fome crônica, Lula volta a representar a esperança de uma vida melhor para todos os brasileiros, em especial os jovens que tiveram seus sonhos e futuro roubados.
Mas para que a fraternidade, a inclusão social e a verdade vençam o ódio, o autoritarismo, a miséria e as mentiras de Bolsonaro, é preciso mobilização. O povo, militantes do PT e democratas das mais diversas formações políticas, deve ocupar as ruas de todo o país e fazer valer sua voz. É preciso dizer em alto e bom som que não aceitará mais retrocessos impostos por este desgoverno. O povo não irá engolir um ocupante do Planalto que se arvora em rasgar a Constituição diariamente com ataques aos direitos de indígenas, quilombolas, mulheres, negros e negras e população pobre do campo e das periferias das cidades. Que investe contra as instituições, com mentiras diárias, para aplacar sua sanha tirânica.
No momento em que o país ainda atravessa sua mais grave crise sócio-econômica e sanitária, com quase 700 mil brasileiros condenados à morte por um déspota, Lula e seu candidato a vice, Geraldo Alckmin, encarnam a ideia de pacificação e união nacional. A chapa da coligação Vamos Juntos Pelo Brasil significa ainda a recuperação de nossa soberania, hoje sob forte ataque de interesses transnacionais, representados por um governo disposto a entregar todo o patrimônio do povo ao capital estrangeiro, na bacia das almas.
Justamente por ser pedra fundamental do respeito às diferenças, por seu compromisso inabalável em obedecer à Constituição, a candidatura de Lula e Alckmin tem atraído cada vez mais lideranças, não necessariamente da mesma matriz ideológica do PT, mas com apreço pelos mesmos valores democráticos que nortearam a história do partido desde a sua fundação, em 1980.
No próximo 2 de outubro, o Brasil terá novamente nas mãos a oportunidade de escolher a experiência, a capacidade de liderar de Lula, reconhecida internacionalmente, para conduzir novamente o país a um destino de prosperidade econômica com justiça social, paz e harmonia institucional.
Lula já mostrou que ninguém melhor do que ele possui a compreensão exata da dimensão e das potencialidades do país, não apenas para cada brasileiro, mas para a geopolítica global. Como presidente, o líder popular aqueceu a economia com estímulos ao mercado interno e promoveu uma revolução no campo e nas cidades com a inclusão, pela primeira vez na história, do povo pobre no orçamento.
Entre a chegada de Lula ao Planalto, em 2003, e o golpe contra Dilma Rousseff, em 2016, as gestões petistas garantiram um crescimento econômico baseado na redistribuição contínua e sistemática de renda. Por causa de políticas públicas e ações como o Brasil Sem Miséria e o Bolsa Família, 36 milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza.
Graças a políticas integradas, voltadas ao fortalecimento do tecido social do país, foi possível garantir um aumento real do salário mínimo de 74% acima da inflação e a criação de 22 milhões de empregos formais em apenas 13 anos. Ao fim de 2014, o país havia deixado o Mapa da Fome das Nações Unidas, bem como registrou a menor taxa de desemprego da história, 4,3%. Uma prova de que o PT governou para os trabalhadores, honrando o nome de batismo da legenda, mas sem esquecer áreas estratégicas como o setor de energia e as tecnologias de ponta.
No campo mundial, Lula promoveu um protagonismo internacional inédito ao expandir uma política externa pragmática, de construção de consensos e de diálogo. Sua diplomacia altiva e ativa resultou no fortalecimento do G20 como espaço de discussões globais e na criação dos BRICS. Do mesmo modo, o foco na cooperação Sul-Sul intensificou as relações do Mercosul, tanto entre os países integrantes do bloco, como com o resto do mundo. Com Lula, o Brasil chegou a ser 6ª economia global. Com Bolsonaro, caiu para a 13ª posição.
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