
O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (30) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui estado de emergência até o final do ano para ampliar o pagamento de benefícios sociais (PEC 1/2022). Foram registrados 72 votos a favor do texto e 1 contrário. A proposta continua em votação para o segundo turno, que acontecerá ainda nesta quinta-feira.
O texto continua em votação para o segundo turno, que acontecerá ainda nesta quinta-feira.
A PEC prevê R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para a expansão do Auxílio Brasil e do vale-gás de cozinha; para a criação de auxílios aos caminhoneiros e taxistas; para financiar a gratuidade de transporte coletivo para idosos; para compensar os estados que concederem créditos tributários para o etanol; e para reforçar o programa Alimenta Brasil.
Esse valor não precisará observar o teto de gastos, a regra de ouro ou os dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal que exigem compensação por aumento de despesa e renúncia de receita.
O reconhecimento de estado de emergência serve para que os pagamentos não violem a legislação eleitoral. A criação de benefícios destinados a pessoas físicas é proibida em ano de eleições. A única exceção é a vigência de estado de emergência (Lei 9.504, de 1997).
Todas as medidas têm duração prevista até o final do ano de 2022.
| Auxílio Brasil - R$ 26 bilhões |
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| Auxílio Gás dos Brasileiros (vale-gás de cozinha) - R$ 1,05 bilhões |
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| Auxílio caminhoneiros - R$ 5,4 bilhões |
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| Auxílio taxistas - R$ 2 bilhões |
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| Gratuidade para idosos - R$ 2,5 bilhões |
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| Créditos para etanol - R$ 3,8 bilhões |
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| Alimenta Brasil - R$ 500 milhões |
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