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Economia Negócios

Prazo de entrega da Declaração de MEI se encerra no dia 30

Os empreendedores que não fizerem a declaração até o final de junho poderão ter seu CNPJ suspenso

28/06/2022 às 12h01
Por: Fábio Costa Pinto Fonte: Agência Dino
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Os Microempreendedores Individuais (MEIs) precisam entregar anualmente a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI). Neste ano, o prazo foi prorrogado e se encerra no dia 30 de junho.

A Declaração Anual é uma das únicas obrigações do microempreendedor, com o objetivo de informar o valor faturado pelo empreendedor durante o ano. O documento funciona de forma semelhante ao Imposto de Renda da Pessoa Física, já que serve como um fechamento financeiro.

De acordo com Wagner Ferraz, contador da WRF Contabilidade e parceiro da Online Applications, “o microempreendedor que não fizer a declaração no prazo poderá ter seu CNPJ suspenso”.

Quem precisa declarar?

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Todos os Microempreendedores Individuais que abriram um CNPJ até dezembro de 2021, independentemente do valor faturado no ano, precisam fazer a declaração.

Os empreendedores que se formalizaram ainda em 2022 não precisam entregar a Declaração Anual de MEI este ano, somente em 2023.

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Os MEIs possuem um limite de faturamento anual, que em 2021 foi de R$ 81 mil. Entretanto, o valor deve ser calculado de forma proporcional aos meses em que a empresa esteve aberta.

Além disso, a declaração precisa ser feita mesmo que o MEI não tenha registrado faturamento em 2021. O envio da declaração não acarreta nenhuma cobrança adicional. Isso acontece pois o imposto já é pago mensalmente no DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

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Todos os MEIs precisam declarar

Segundo Wagner, “não há diferença entre a declaração dos vendedores online ou físicos, todos são obrigados a entregar”. Os sellers (como são chamados os vendedores nos marketplaces) também precisam se atentar à obrigação.

Muitos vendedores viram a entrada nos marketplaces como uma oportunidade de continuar suas vendas mesmo durante o início da pandemia do novo coronavírus em 2020. Segundo a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o e-commerce no Brasil atingiu a marca de 68% no mesmo ano. Somente os marketplaces foram responsáveis por 51% das vendas online.

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