
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) julgou mais de 22 mil autos de infração de multas ambientais entre 2019 e 2022, garantindo que estes processos não prescrevam e que quem infringiu a legislação seja cobrado. Destes, 14 mil processos eram de anos anteriores.
"Acho muito importante e oportuno detalhar para a sociedade que resolvemos este problema da demora nas análises dos processos, e que hoje estamos julgando processos de multas ambientais que foram aplicadas em 2020 e 2021. Tiramos a poeira que estava debaixo do tapete por mais de uma década", explica a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
Após zerar o passivo de 14 mil processos de gestões anteriores, a Sema-MT se dedicou à análise dos processos recentes, e a aprimorar a gestão de processos com o desenvolvimento do sistema de responsabilização, o SIGA-R. A partir de julho deste ano, todos os autos de infração passarão a tramitar de forma digital, o que possibilita maior transparência para a sociedade, para os envolvidos e órgãos de controle.
“O aumento da produtividade da Superintendência de Gestão de Processos Administrativos e Autos de Infração possibilita a aproximação da meta do Governo: julgar as multas aplicadas dentro do próprio ano em que foi identificado o ilícito ambiental”, completa Mauren.
Balanço
A força-tarefa da Secretaria julgou 22.539 autos de infração de janeiro de 2019 até maio de 2022, que somam R$ 2.5 milhões em multas.
De acordo com a secretária de Meio Ambiente, em 2019, o primeiro passo rumo à celeridade nesse processo foi a elaboração de um diagnóstico da situação dos autos de infração. Foi então que a Sema se deparou com mais de 14 mil aguardando análise. Assim, todos os processos que ainda não estavam prescritos foram julgados dentro do prazo, garantindo que os infratores pudessem ser cobrados.
No trâmite do processo, após o julgamento administrativo em 1ª instância, o infrator pode apresentar recurso ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), e o Estado insere os devedores na dívida ativa, no Serviço de Proteção ao Crédito, e ainda há a responsabilização cível e criminal. No entanto, quem é flagrado cometendo crime ambiental tem optado por não recorrer das multas e assinar os Termos de Ajustamento de Conduta.
“Estamos em uma operação de conciliação, envolvendo o Ministério Público e a Delegacia do Meio Ambiente. Recebemos R$ 90 milhões nos últimos três anos, com o compromisso do devedor de reparar o dano causado, o que é diferente de quando nós apenas multamos”, explica a secretária sobre o benefício da medida de conciliação. Esse valor é referente à assinatura de 81 TACs.
Depois de lavrar o auto de infração, quem foi autuado assume a responsabilidade e realiza a compensação. Para regularizar a sua situação é necessário quitar a multa de forma voluntária e apresentar o plano para reparar o dano ambiental causado.
Meio ambiente Estado defende cooperação entre os diferentes níveis de governo no 4º Encontro Sul Iclei Brasil sobre cidades resilientes
Piauí Piauí fortalece apicultura com tecnologia climática e mantém o segundo lugar na produção de mel no país
Piauí Campanha Abril Laranja realiza grande ação gratuita de cuidado e proteção animal em Teresina neste sábado (25)
Piauí Abril Laranja chega a Teresina com grande ação gratuita de cuidado e proteção animal neste sábado (25)
Meio Ambiente Filhote de tamanduá-mirim resgatado após atropelamento da mãe é devolvido à natureza em Minas
Piauí Piaui ultrapassa 3,6 milhões de mudas nativas e frutíferas distribuídas; o equivalente a mais de 3 mil campos de futebol
Piauí Bioparque Zoobotânico promove ação gratuita para crianças com autismo e familiares no próximo fim de semana; confira a programação
Piauí Bioparque Zoobotânico promove ação gratuita para pais e crianças com autismo no próximo fim de semana; confira a programação
Meio ambiente Governo Eduardo Leite consolida políticas públicas em defesa da causa animal Mín. 24° Máx. 27°