
Profissionais de saúde da Atenção Primária de Maceió participaram nessa segunda-feira (14), da palestra “Desvendando a Baixa Estatura”, capacitação que promoveu a troca de conhecimentos sobre baixa estatura e doenças raras como a Mucopolissacaridoses(MPS) e a Acondroplasia.
Realizado do auditório da Faculdade Estácio, o evento teve como palestrante a Dra. Ana Karolina Maia, médica geneticista do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA). Em sua abordagem, a especialista falou sobre a identificação de sinais e sintomas que possibilitam o diagnóstico oportuno e o acompanhamento com o cuidado integral da Atenção Primária do município.
“Temos capacitado nossas equipes para um cuidado cada vez mais ampliado e, nesse caso, consideramos que a identificação da baixa estatura na Atenção Primária à Saúde (APS) será uma atribuição importante nas consultas rotineiras de puericultura”, ressaltou a coordenadora da Atenção Primária da Secretaria de Saúde de Maceió (SMS), Luana Melo.
Segundo a coordenadora, a partir da capacitação, as equipes estarão aptas a atuar com um olhar mais abrangente, não só para detectar o déficit de crescimento, mas também para diferenciar variações normais do desenvolvimento de condições patológicas subjacentes.
Doenças Raras
AMucopolissacaridoseé uma doença genética e hereditária (herdada dos pais) causada por erros do metabolismo, que levam à falta ou à deficiência de determinadas enzimas. Além de sintomas ortopédicos - como baixa estatura e deformidade nos ossos – a doença pode gerar problemas neurológicos e respiratórios, entre outros. O diagnóstico pode ser feito antes de o bebê nascer, com exames preventivos pré-natais, mas, na maioria dos casos, os sintomas costumam aparecer geralmente após os 6 e 8 meses de idade. O diagnóstico precoce e tratamento adequado tem como objetivo amenizar os sintomas e dar qualidade de vida às crianças.
AAcondroplasiaé uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos e ocorre por uma mutação no gene FGFR3, que inibe a proliferação adequada da cartilagem de crescimento, causando baixa estatura desproporcional, com braços e coxas mais curtos em relação ao tronco. É a forma mais comum de nanismo de membros curtos e as características costumam estar presentes desde o nascimento. O tratamento envolve cuidados de saúde desde os primeiros meses de vida. A acondroplasia não tem cura, mas o acompanhamento adequado ajuda a prevenir, identificar e tratar complicações.
Rio Branco - AC Prefeitura de Rio Branco marca presença na 20ª Parada da Diversidade Acreana com ações de apoio e garantia de direitos
Boa Vista - RR Capacitação prepara Guardas Civis Municipais para atendimento em casos de emergência
Belém Setembro Amarelo promove saúde mental, redução de danos e cidadania
João Pessoa - PB Projeto ‘IPM Acolhe’ humaniza chegada dos novos aposentados e pensionistas
Rio Prefeitura amplia Rio Rotativo Digital na Barra, Urca e Centro e aumenta permanência nas vagas para até dez horas
Maceió - AL Defesa Civil de Maceió identifica falhas em instalações elétricas do Residencial Lúcio Costa Mín. 23° Máx. 26°