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Em clima de São João, Arquivo Municipal resgata memória dos festejos juninos por meio de acervo histórico

No mês em que se comemora o São João, a Prefeitura de Vitória da Conquista relembra, por meio do Arquivo Público Municipal, a história dos antigos ...

24/06/2026 às 10h57
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Vitória da Conquista - BA
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Vitória da Conquista - BA
Foto: Reprodução/Prefeitura de Vitória da Conquista - BA

No mês em que se comemora o São João, a Prefeitura de Vitória da Conquista relembra, por meio do Arquivo Público Municipal, a história dos antigos festejos juninos. A memória documental está nos acervos do Arquivo, onde estão dispostas fotografias, periódicos, livros e jornais acerca da celebração. Para quem gosta de resgate à história, vale a pena conferir o patrimônio cultural conquistense.

A festa de São João, eminentemente nordestina, celebra o nascimento do precursor e primo de Jesus Cristo: o São João Batista e coincide, também, com a época das colheitas no país, principalmente a da safra do milho. Tradicionalmente, os festejos são acompanhados por músicas, danças e, principalmente, pelas comidas e bebidas típicas da região.

Foto: Reprodução/Prefeitura de Vitória da Conquista - BA
Foto: Reprodução/Prefeitura de Vitória da Conquista - BA

Apresentação de quadrilhas no Ginásio de Esportes Raul Ferraz

Segundo a edição de 1982 do periódico O Prelo, as tradicionais fogueiras eram acesas pelos camponeses, que viam, no fogo, um elemento mágico que acabaria com as pestes e as pragas das lavouras. A tradição conta que, no nascimento de São João, a sua mãe, Isabel, mandou que uma fogueira fosse acesa na parte mais alta de um monte para dar as boas-novas à sua prima, Maria.

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A folclorista Hildegardes Vianna afirma, na coluna do periódico O Prelo, que o costume das fogueiras foi trazido pelos portugueses, por meio dos padres jesuítas que introduziram os festejos juninos no sertão baiano. Como os indígenas adoravam o fogo e viam, nos folguedos, motivos de grande alegria para a sua alma ingênua e simples, os padres acreditavam ser essa a melhor época para catequizá-los.

O patrimônio imaterial conquistense

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