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Deputada Luciana Rafagnin (PT) denuncia feminicídio e reforça combate à violência contra as mulheres

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (27), lamentou mais um caso de vio...

28/04/2026 às 10h38
Por: Redação Fonte: Assembleia Legislativa do Paraná
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Deputada Luciana Rafagnin (PT). - Créditos: Valdir Amaral/Alep
Deputada Luciana Rafagnin (PT). - Créditos: Valdir Amaral/Alep

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (27), lamentou mais um caso de violência contra a mulher registrado no estado e reforçou a necessidade de mobilização permanente no enfrentamento ao feminicídio e ao machismo.

Durante o pronunciamento, a parlamentar citou com pesar a morte da jovem Vitória Bernardi, de 17 anos, em Vitorino, no Sudoeste. Segundo relatado, a adolescente foi assassinada, e o principal suspeito seria o ex-companheiro, que não teria aceitado o fim do relacionamento e, em seguida, tirou a própria vida.

Luciana destacou que a tragédia reflete uma realidade nacional alarmante. “No Brasil, quatro mulheres morrem por dia. A cada seis horas, uma mulher perde a vida simplesmente por ser mulher”, afirmou.

A deputada também ressaltou que, apesar dos avanços conquistados pelas mulheres na luta por direitos e igualdade, os índices de violência seguem crescendo. Para ela, é fundamental que toda a sociedade esteja comprometida no combate a essa realidade. “É preciso que, em todos os espaços e em todos os momentos, haja comprometimento de todos para combatermos essa violência”, declarou.

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Luciana ainda repudiou declarações misóginas feitas por um assessor ligado ao governo do presidente Donald Trump sobre as mulheres brasileiras. Segundo a parlamentar, manifestações de ódio e preconceito contribuem para naturalizar a violência e desrespeitar a dignidade feminina.

Em tom de valorização e resistência, a deputada exaltou a força das mulheres brasileiras e do mundo. Citou mulheres trabalhadoras, mães, profissionais de diversas áreas, mulheres negras, indígenas, quilombolas e tantas outras que diariamente enfrentam preconceitos e desigualdades.

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Ao encerrar, Luciana convocou a sociedade a transformar a indignação em luta por justiça e igualdade. “Benditas somos todas nós, mulheres; somos metade da população e mães da outra metade. Viva as mulheres do Brasil”, concluiu.

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