
A Assembleia Legislativa do Paraná analisa o Projeto de Lei nº 297/2026, que propõe a criação de diretrizes para a implantação de grupos de apoio a mulheres em situação de violência em todo o estado. A iniciativa é de autoria da deputada estadual Cristina Silvestri (PP), em conjunto com outros parlamentares, e tem como foco o fortalecimento emocional, psicológico e social das vítimas por meio de redes de acolhimento baseadas no apoio mútuo.
De acordo com o texto, os grupos deverão funcionar como espaços seguros, sigilosos e não institucionalizados. “A ideia é criar um espaço onde as mulheres possam ser ouvidas de verdade e trocar experiências entre si. O objetivo é ajudar cada uma a recuperar a confiança, a autoestima e a autonomia”, explica a deputada Cristina.
“A proposta garante que tudo funcione de forma leve e respeitosa: a participação é voluntária, o que é compartilhado ali fica em sigilo e ninguém é julgado. É um espaço de troca, onde todas estão no mesmo nível”, completa a parlamentar. Os encontros podem ser conduzidos por mulheres voluntárias, de preferência capacitadas, que, quando necessário, também ajudam a encaminhar para os serviços da rede de atendimento.
O projeto prevê que o poder público atue de forma complementar, incentivando a criação dos grupos por meio de campanhas informativas, da disponibilização de espaços públicos e de parcerias com organizações da sociedade civil. A proposta é integrar essa iniciativa às políticas já existentes de proteção às mulheres, como as previstas na Lei Maria da Penha, sem substituir os serviços especializados.
Outro ponto destacado é que o projeto não cria novas despesas obrigatórias para o Estado. A implementação poderá ocorrer por meio da realocação de recursos já existentes, do uso de estruturas disponíveis e da atuação em parceria com entidades públicas e privadas. O texto também ressalta o caráter programático da medida, ou seja, estabelece diretrizes sem impor execução imediata ao Poder Executivo.
Cristina Silvestri defende que o enfrentamento à violência contra a mulher exige ações que vão além das medidas repressivas, incluindo mecanismos contínuos de acolhimento e suporte. “Nesse sentido, a criação de grupos de apoio é uma alternativa de baixo custo, com potencial de impacto social significativo e alinhada às melhores práticas de políticas públicas.”
A proposta tem a coautoria das deputadas Cantora Mara Lima (REP), Flávia Francischini (PL) e Mabel Canto (PP), e dos deputados Delegado Tito Barrichello (PL), Dr. Leônidas (PP) e Tercílio Turini (MDB).
O projeto de lei segue em tramitação na Assembleia Legislativa, onde será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por comissões temáticas antes de eventual votação em plenário.
Cidades Jardim Valéria conquista título do Campeonato Interbairros em final histórica
Cidades Suas na Comunidade chega ao distrito de São João da Vitória com ofertas de diversos serviços à população
Caruaru - PE Público prestigia Maior e Melhor São João do Mundo com muita animação no São João na Roça em Terra Vermelha
Caruaru - PE Guarda Municipal de Caruaru detém homem por descumprimento de medida protetiva no bairro caiucá
Cidades Lotado, Parque Municipal Lagoa das Bateias vira palco de esporte, cultura e consciência ambiental em manhã de domingo
Cidades Jardim Valéria conquista título do Interbairros em final histórica
São Paulo Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão: cardiologistas do Iamspe reforçam a importância de aferir a pressão regularmente
São Paulo Ação conjunta da PM e PF captura procurado por tráfico internacional de drogas em Ilhabela
Governo Governo de Minas anuncia expansão do Colégio Tiradentes em Araxá e escola estadual vai sediar nova unidade Mín. 26° Máx. 27°