
No mês em que completa 51 anos, o acervo do Museu Geológico da Bahia recebe uma coleção exclusiva de 74 amostras, que inclui 62 fragmentos de meteoritos, 11 fragmentos de óxido do meteorito Bendegó e uma réplica do meteorito Campo Del Cielo. A coleção, adquirida do colecionador e geólogo Dr. Wilton Pinto de Carvalho, contribui para o enriquecimento do museu e desenvolvimento das geociências na Bahia. As peças de grande valor científico serão utilizadas também para estudos, algumas já se encontram em exposição no museu, mas a coleção completa será exibida na quinta-feira (26).
Localizado no Corredor da Vitória, o MGB, equipamento cultural administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (SDE), conta com 15 exposições temáticas, entre elas a sala de meteoritos que proporciona aos visitantes informações detalhadas de 59 meteoritos oficiais e sete crateras de impacto, com destaque para a réplica do Bendegó. Agora, os 74 exemplares de rochas espaciais provenientes de outros estados brasileiros e de diferentes países integram o acervo, expandindo o conhecimento sobre essas rochas espaciais diante da sua relevância científica, educativa e cultural.
O secretário da pasta, Angelo Almeida, destacou a importância da aquisição para o equipamento cultural. “Celebrar os 51 anos do MGB com a incorporação de uma coleção tão relevante é motivo de grande orgulho para todos nós. A aquisição das novas amostras reforça o papel do museu como um importante espaço de divulgação e valorização da ciência, do conhecimento e da educação. Essa iniciativa também dialoga diretamente com o compromisso do Governo da Bahia, liderado por Jerônimo Rodrigues, de preservar nossa história natural e criar oportunidades para pesquisa, aprendizado e inspiração para as futuras gerações”, declara.
As amostras representam um avançam no fortalecimento das ações museológicas, ampliando o acesso da população a conhecimentos sobre a origem e a evolução do nosso sistema planetário. Também valoriza e promove o patrimônio científico no Estado da Bahia. Dentre as novas atrações da sala de meteoritos estão os fragmentos da ferrugem produzidos e coletados em torno do local onde o maior meteorito brasileiro foi achado no sertão da Bahia.
“Ressaltamos que o interesse pelos meteoritos no MGB vai além dos especialistas em astronomia. Pesquisadores de diversas áreas científicas têm o Museu como referência para estudos e desenvolvimento de pesquisas, além de atrair curiosos e entusiastas por esses fragmentos extraterrestres. Quando em exposição, essas rochas despertam grande curiosidade e admiração do público, convidando os visitantes a refletirem sobre nossa origem, nossa posição no universo e a relação entre o espaço e a vida na Terra”, declara Elizandra Pinheiro, coordenadora técnica do MGB.
Fonte
Ascom/SDE
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